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	<title>Cinema de Buteco</title>
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	<description>Cinema por quem entende mais de mesa de bar</description>
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		<title>Turbo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 01:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joubert Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Turbo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Confira aqui o trailer da animação Turbo Versão dublada Versão legendada Joubert Maia on Google+</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/turbo/">Turbo</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira aqui o trailer da animação Turbo</p>
<p>Versão dublada<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/3tmV1MbpsVE" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Versão legendada</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/p2MKnJbFYco" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/turbo/#gallery-18459-1-slideshow">Clique para exibir o slide.</a>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/114935824200245461820?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Joubert Maia on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/turbo/">Turbo</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Massacre da Serra Elétrica 3D</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 17:53:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joubert Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[O Massacre da Serra-Elétrica 3D]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quer saber mais sobre esse filme? Leia a nossa crítica aqui Joubert Maia on Google+</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/massacre-da-serra-eletrica-3d/">Massacre da Serra Elétrica 3D</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yKLgg1YmTis" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Quer saber mais sobre esse filme?</p>
<h2 style="text-align: center;"><a href="http://bit.ly/massacre3d">Leia a nossa crítica aqui</a></h2>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/114935824200245461820?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Joubert Maia on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/massacre-da-serra-eletrica-3d/">Massacre da Serra Elétrica 3D</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Caiu do Céu</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 15:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tullio Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Caiu do Céu]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>MESMO SENDO UM DOS MEUS CINEASTAS FAVORITOS, justamente por conta de Cova Rasa, Trainspotting e Por Uma Vida Menos Ordinária&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/caiu-do-ceu/">Caiu do Céu</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-18432" alt="caiu do ceu" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/caiu-do-ceu.jpg?resize=600%2C334" data-recalc-dims="1" /><br />
MESMO SENDO UM DOS MEUS CINEASTAS FAVORITOS, justamente por conta de Cova Rasa, Trainspotting e Por Uma Vida Menos Ordinária terem feito parte das minhas primeiras experiências mais conscientes com o cinema, admito que desconhecia a fábula Caiu do Céu. Uma obra com diversas características marcantes do cinema de Tim Burton (a introdução me deixou curioso para saber se Danny Elfman estava envolvido na trilha, que ficou nas mãos de John Murphy, parceiro de Boyle em outros projetos, como Extermínio e Sunshine – Alerta Solar) e com toda a pegada eletrizante de Boyle.</p>
<p style="text-align: justify;">Caiu do Céu apresenta dois pirralhos, interpretados por Alex Etel e Lewis McGibbon, que encontram uma mala recheada de dinheiro. Inocentemente, os dois irmãos passam a gastar a grana da maneira que lhes é mais conveniente: enquanto um decide pagar uma quantia para ser tratado como rei pelos colegas da escola, o outro acredita piamente que é a reencarnação da Madre Teresa e sente a maior necessidade de ajudar as pessoas próximas. O que os jovens riquinhos do bem não sabem, é que a grana tem dono e ele não está nada feliz em saber que seu dinheiro está sendo distribuído no melhor estilo Bruna Surfistinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando pensamos em obras estreladas por crianças, lembramos logo dos moleques mais irritantes da história do cinema, como Jaden Smith, na refilmagem de Karate Kid; por exemplo. Talvez seja pela maneira como Boyle conduz a narrativa, mas em momento algum tive impulsos de detestar os jovens protagonistas. Acredito que nem a Larissa Padron, infanticida cinematográfica assumida, sentiria ódio mortal dos personagens Damian e Anthony.</p>
<p style="text-align: justify;">Um pequeno parênteses para comentar sobre um detalhe musical da obra. O Muse criou fama no cinema de uma maneira pouco agradável. Até permitir que “Supermassive Black Hole” entrasse na trilha sonora de Crepúsculo, a banda britânica era praticamente desconhecida do grande público e menos ainda no universo dos cinéfilos. É uma incrível surpresa descobrir que Danny Boyle usou duas faixas do disco Absolution na trilha de Caiu do Céu: “Hysteria” e “Blackout”, sendo que a primeira acompanha a narração e as cenas de um assalto bem sucedido. Fã do jeito que sou, em breve teremos uma edição especial do Sons de Buteco com as músicas do Muse incluídas no cinema. Só para complementar para os fãs da banda curiosos em saber de outro filme que use alguma faixa do Muse: em Alta Tensão é possível ouvir “New Born” em um momento chave da narrativa. É de arrepiar.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/3dm_5qWWDV8" height="315" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda comentando sobre as cenas com a música do Muse, dá para perceber direitinho a qualidade da sofisticada assinatura de Boyle. A música é elemento essencial em suas produções, e raramente são usadas por acaso. Toda a sequência do assalto precisa da agitação insana de “Hysteria”, e o efeito é fortalecido com as cenas aceleradas e os cortes rápidos. Logo depois, durante a etapa final do assalto, “Hysteria” é substituída pela tranquila “Blackout”, que dá a forte sensação dos responsáveis pelo crime estão livres do risco de serem capturados. Mais do que encher os olhos (e ouvidos) dos fãs da banda, qualquer fã de cinema fica com lágrimas nos olhos de emoção.</p>
<p style="text-align: justify;">O meu “filme perdido” de Danny Boyle realmente caiu do céu. Se você gosta do cineasta e ainda não ter tido a oportunidade de sentar na poltrona e desfrutar desta linda fábula contra o capitalismo, faça esse imenso favor para você mesmo: pare tudo e assista Caiu do Céu. Longe de ser uma obra indispensável na sua história de amor com o cinema, mas é garantia de entretenimento de qualidade, daqueles que passam num piscar de olhos.</p>
<p><img class="aligncenter" alt="poster caiu do ceu" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-caiu-do-ceu.jpg?resize=300%2C405" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/73zYjrpUd04" height="315" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<strong>Nota:<img src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caip4.jpg" data-recalc-dims="1"/></strong></p>
<div></div>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/100857467947560733573/?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Tullio Dias on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/caiu-do-ceu/">Caiu do Céu</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Reino Escondido</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joubert Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Confira o trailer do filme Reino Escondido, a nova animação dos mesmos criadores de Rio e A Era do Gelo,&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/trailer-reino-escondido/">Reino Escondido</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Xk1Qj554JTQ" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
Confira o trailer do filme Reino Escondido, a nova animação dos mesmos criadores de Rio e A Era do Gelo, que estreia no dia 17/05/2013.<br />
Eu pessoalmente prefiro ver animações desse estilo na versão dublada (sim, eu prefiro. E que atire a primeira pedra quem não gostou do Bussunda como Shrek).</p>
<p>Mas de qualquer forma, aqui embaixo você consegue ver o trailer legendado também! <img src='http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' data-recalc-dims="1" /> </p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/b1GNutBRu2s" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O que você achou do trailer? Deixe seu comentário <img src='http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' data-recalc-dims="1" /> </p>
<p><a href="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-reino-escondido.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18437" alt="poster reino escondido" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-reino-escondido-408x600.jpg?resize=408%2C600" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>Para mais informações sobre o filme acesse o site oficial: <a href="http://www.reinoescondido.com.br/" target="_blank">http://www.reinoescondido.com.br/</a></p>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/114935824200245461820?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Joubert Maia on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/trailer-reino-escondido/">Reino Escondido</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Os Estagiários</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 01:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joubert Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Vaughn]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Confira o trailer da nova comédia da dupla Vince Vaughn e Owen Wilson. Acompanhe o processo seletivo ao qual os&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/trailer-os-estagiarios/">Os Estagiários</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/QxC5Pl7Ch1I" height="338" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Confira o trailer da nova comédia da dupla Vince Vaughn e Owen Wilson.</p>
<p>Acompanhe o processo seletivo ao qual os dois amigos se submetem para se tornarem Os  Estagiários do Google.</p>
<p>E ai? O que achou? Deixe o seu comentário.</p>
<p style="text-align: center;">Estreia em Agosto<br />
<a href="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/os-estagiarios.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18426" title="Trailer os estagiarios" alt="Trailer os estagiarios" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/os-estagiarios-410x600.jpg?resize=410%2C600" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/114935824200245461820?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Joubert Maia on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/trailers/trailer-os-estagiarios/">Os Estagiários</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O Massacre da Serra-Elétrica 3D</title>
		<link>http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/o-massacre-da-serra-eletrica-3d/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 15:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tullio Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Daddario]]></category>
		<category><![CDATA[John Luessenhop]]></category>
		<category><![CDATA[O Massacre da Serra-Elétrica 3D]]></category>
		<category><![CDATA[Scott Eastwood]]></category>
		<category><![CDATA[Tania Raymonde]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A FRANQUIA O MASSACRE DA SERRA-ELÉTRICA VEM ARRANCANDO GRITOS DOS CINÉFILOS E ADMIRADORES</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/o-massacre-da-serra-eletrica-3d/">O Massacre da Serra-Elétrica 3D</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter size-large wp-image-18412" title="o massacre da serra-elétrica 3d" alt="o massacre da serra-elétrica 3d" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/massacre-da-serra-eletrica-3d-.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /><br />
A FRANQUIA O MASSACRE DA SERRA-ELÉTRICA VEM ARRANCANDO GRITOS DOS CINÉFILOS E ADMIRADORES DO GÊNERO HORROR DESDE 1974, quando <strong>Tobe Hooper</strong> dirigiu o primeiro longa-metragem da série. A crítica costuma afirmar que é o melhor filme da franquia até hoje, e ela não está errada quando observamos que o cineasta conseguiu criar uma atmosfera interessante e um verdadeiro clássico do estilo. De qualquer maneira, devo confessar que conheci a séria através do remake estrelado por Jessica Biel, em 2003, e que tem um lugar especial no meu coração etílico. E considerando meu fraco por produtos mais recentes, não tenho vergonha de dizer que <strong>O Massacre da Serra-Elétrica 3D</strong> é fodinha.</p>
<p style="text-align: justify;">A trama ignora todos os filmes anteriores, exceto o original. Na verdade, a obra estrelada por Alexandra Daddario, Tania Raymonde (da série <strong>Lost</strong>) e Scott Eastwood (sim, ele é filho do nosso querido Clint Eastwood) é uma continuação direta dos eventos apresentados no filme de 1974. Para melhor compreensão da história é aconselhável ver (ou rever, espero) o original, mas sabe como Hollywood é e a introdução faz um “melhores momentos” (leia: assassinatos dos heróis do filme de Hooper) de tudo que havia acontecido até a uma conclusão bem chulé.</p>
<p style="text-align: justify;">Heather (Daddario) recebe uma carta revelando que ela herdou uma mansão. Acompanhada do namorado, da amiga, e de dois sujeitos aleatórios, a bonitinha descobre que tirou a sorte grande e que virou madame da noite para o dia. Porém, como nada que vem fácil e de graça costuma significar boa coisa, junto da mansão e do dinheiro, Heather também herda o maior presente de grego da história: o carniceiro da serra-elétrica Leatherface, que é seu primo carente e necessitado de amor e atenção.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="o massacre da serra-elétrica 3d alexandra daddario" alt="o massacre da serra-elétrica 3d alexandra daddario" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/massacre-da-serra-eletrica-3d-alexandra-daddario.jpg?resize=600%2C303" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando digo que O Massacre da Serra Elétrica 3D é foda, espero que entendam que é apenas o meu lado sádico cegando qualquer vestígio de bom senso esperado de uma crítica de cinema. Em mais de uma oportunidade, o roteiro me fez engasgar com as caipirinhas que havia separado para dar a nota final, e me deixou especialmente chateado o fato de Heather ignorar o pedido insistente do advogado para ler a cartinha da sua familiar falecida. Esta geração atual só quer saber de Twitter, Facebook e SMS. São incapazes de saber como se abre uma carta escrita a mão. A preguiça e procrastinação adolescente custou muito caro para a jovem e seus amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">A conveniente falta de atitude dos personagens secundários também foi outro fator frustrante da releitura da franquia. O xerife é um comedor compulsivo de donuts que só sabe reclamar e ser reprimido pelo prefeito tão sádico quanto o coitado do Leatherface. O gigante que gosta de usar rostos humanos como decoração no seu próprio rosto é um sequelado infeliz e vítima das circunstâncias (é, povo dos direitos humanos. Eu aprendi a defender os psicopatas do cinema com vocês), enquanto o prefeito é um homem que segue os ensinamentos do “bom livro” e costuma resolver os problemas queimando, torturando, atirando ou matando os responsáveis.</p>
<p style="text-align: center;">Não irei comentar sobre a transformação repentina de Heather nos momentos finais da obra. Imagino que descobrir que a família que ela nunca chegou a conhecer morreu queimada foi um choque muito maior do que ver os seus amigos próximos, incluindo o namorado, serem partidos ao meio por um sujeito enorme e incompreendido portanto uma moto-serra. Todas essas pérolas do roteiro são fruto de um trabalho que envolveu mais de seis profissionais. Para quem não sabe, uma dica: a quantidade de roteiristas envolvidos em um projeto é inversamente proporcional a qualidade do mesmo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="o massacre da serra-elétrica 3d leatherface" alt="o massacre da serra-elétrica 3d leatherface" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/massacre-da-serra-eletrica-3d-leatherface.jpeg?resize=600%2C399" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se o roteiro é fraco, as atuações medíocres, a (quase) ausência de nudez ultrajante para as raízes do gênero, fica a grande dúvida sobre as qualidades do filme. Numa época em que o assassino serial cinematográfico mais conhecido atende pelo nome de Jigsaw (<strong>Jogos Mortais</strong>), é sempre bom relembrar personagens que marcaram a história do cinema independente de serem mal aproveitados em obras cuja única pretensão é arrastar adolescentes para as salas de cinema. O diretor John Luessenhop (<strong>Ladrões</strong>) até tentou manter a fidelidade ao original (como as cenas em que a câmera segue os passos da protagonista usando um ângulo bem favorável, digamos assim), mas sem sucesso ou qualidade para fazer um bom trabalho. Pelo menos foi o suficiente para garantir a alegria momentânea de quem aprecia o personagem Leatherface e ainda com direito a alguns bons sustos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Massacre da Serra-Elétrica 3D brinca com nossa inteligência e a gente brinca de gastar dinheiro da cerveja para ter uma desculpa para ir ao cinema assistir a um filme ruim, mas que teremos o maior prazer em ignorar os avisos em nome da diversão. E da vontade incontrolável de ficar puto depois da sessão e acusar o amigo/namorado(a) de não ter escolhido <a title="Homem de Ferro 3" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/homem-de-ferro-3/"><strong>Homem de Ferro 3</strong></a> ou qualquer que fosse a outra opção.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/DENKWdOGV1U" height="315" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ps: Existe uma cena pós-créditos hilária (e completamente descartável)</p>
<p>Ps2: O 3D é desnecessário e só é usado em uma ou outra cena.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="o massacre da serra-elétrica 3d - Poster" alt="o massacre da serra-elétrica 3d - Poster" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-massacre-da-serra-eletrica-3d.jpg?resize=404%2C600" data-recalc-dims="1" /></strong><br />
<strong>Nota:<img src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caip2.5.jpg" data-recalc-dims="1"/></strong></p>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/100857467947560733573/?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Tullio Dias on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/o-massacre-da-serra-eletrica-3d/">O Massacre da Serra-Elétrica 3D</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Terapia de Risco</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tullio Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>
		<category><![CDATA[2013]]></category>
		<category><![CDATA[Catherine Zeta-Jones]]></category>
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		<category><![CDATA[Steven Soderbergh]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia de Risco]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Cinema de Buteco adverte: o texto a seguir possui spoilers e deverá ser apreciado com moderação. O PROBLEMA DOS&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terapia-de-risco/">Terapia de Risco</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Cinema de Buteco adverte</strong>: o texto a seguir possui spoilers e deverá ser apreciado com moderação.</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-18380" alt="terapia de risco rooney mara steven soderbergh" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/terapia-de-risco-rooney-mara-steven-soderbergh.jpg?resize=600%2C398" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">O PROBLEMA DOS TRAILERS É QUE MUITAS VEZES SOMOS ENGANADOS SEM DÓ. Em alguns casos, tudo bem, a gente até aceita, já em outros dá para ficar bem chateado e querendo xingar muito no Twitter. O trailer de <strong>Terapia de Risco</strong> trapaceou bonito, mas felizmente se trata de mais uma obra de qualidade do cineasta Steven Soderbergh. Rooney Mara (<a title="Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/suspense/millennium-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"><strong>Os Homens Que Não Amavam as Mulheres</strong></a>), Jude Law (<a title="Por que gosto tanto de Closer?" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/por-que-gosto-tanto-de-closer/"><strong>Closer – Perto Demais</strong></a>), Catherine Zeta-Jones (<a title="Chicago" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/musical/chicago/"><strong>Chicago</strong></a>) e Channing Tatum (<a title="Querido John" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/querido-john/"><strong>Querido John</strong></a>) são os atores principais do thriller recheado de intrigas, reviravoltas, tensão sexual, e remédios. Aliás, é o terceiro filme seguido que Tatum trabalha com Soderbergh. A parceria já havia acontecido em <strong>A Toda Prova</strong> e<a title="Magic Mike" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/magic-mike/"><strong> Magic Mike</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em (Mara, maravilhosa – sim, eu fiz esse comentário) é uma jovem mulher que sofria com depressão no passado, e que com o retorno do marido (Tatum), passa a ter várias crises. Após tentar partir desta para melhor, Em passa a se consultar com o psiquiatra Jonathan Banks (Law), que lhe receita um novo (e aparentemente) eficaz remédio para depressão. Só que Em é mais doidinha do que todo mundo pensava e acaba se metendo em sérios apuros e arrasta o coitado do médico junto com ela.</p>
<p><img class="aligncenter" alt="terapia de risco" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/terapia-de-risco.jpg?resize=600%2C400" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">A depressiva Em se transforma depois de tomar o novo medicamento. Acompanhamos tudo com uma trilha sonora lúdica, como se fosse um sonho se tornando realidade e o casal podendo ser feliz junto. O romance inocente termina com uma bela cena de sexo entre Mara e Tatum. Uma pena que a câmera fica desfocada na hora em que o espectador mais afoito pensou que veria vestígios da merkin da atriz.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande destaque do longa-metragem está na atuação de Rooney Mara, ainda que seja um trabalho inferior comparado às duas parcerias seguidas com David Fincher (além de Millennium, ela também faz uma pequena ponta em <strong>A Rede Social</strong>). Law, o melhor ator em cena, garante a atenção do público desde o primeiro momento em que aparece. A gente sabe que aquele cara está se esforçando para pagar suas contas e enganados pelo trailer, ficamos imaginando a hora que o safado vai dar uns pegas em Mara e decorar a cabeça de sua esposa e do marido dela.</p>
<p><img class="aligncenter" alt="terapia de risco destaque" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/terapia-de-risco-destaque.jpg?resize=600%2C307" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">A conspiração envolvendo as duas mulheres (aliás, elas protagonizam uma cena de tirar o fôlego no climax) é meio óbvia desde o primeiro encontro entre Zeta-Jones e Law, que é induzido a utilizar o medicamento (que vira o MacGuffin do roteiro). Outras pistas são jogadas ao longo da trama, mas para quem já viu <a title="Os Suspeitos" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/suspense/os-suspeitos/"><strong>Os Suspeitos</strong></a>, de Bryan Singer, e teve uma verdadeira aula do que é ser enganado por um roteiro inteligente, Terapia de Risco não chega a empolgar. Mais fácil o espectador ficar meio entediado com Law confundindo de filme e agindo como se estivesse em algum Sherlock Holmes durante a sua investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um filme de Soderbergh perde metade da sua graça sem as trilhas de David Holmes (<strong>Onze Homens e Um Segredo</strong>). Thomas Newman (<a title="007 – Operação Skyfall" href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/007-operacao-skyfall-2/"><strong>007 – Operação Skyfall</strong></a>) assume o trabalho da composição e oferece um resultado agradável, mas em momento algum chama a responsabilidade para si e consegue cativar o ouvido do espectador, ao contrário das belas faixas criadas por Holmes.</p>
<p style="text-align: justify;">Terapia de Risco supera facilmente o horrível A Toda Prova. Em comum com seu antecessor, somente a frieza com que os personagens são tratados. Ainda que exista uma atenção especial para o trabalho de Jude Law, ficou a sensação de que o cineasta quis nos afastar daquelas pessoas e não permitiu nenhum tipo de aproximação. De qualquer maneira, para um diretor que anunciou a sua aposentadoria, Terapia de Risco é uma boa maneira de começar a se despedir e é um bom thriller.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/EFEou3MBLi4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><img class="aligncenter" alt="poster terapia de risco" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-terapia-de-risco.jpg?resize=214%2C317" data-recalc-dims="1" /><br />
<strong>Nota:<img src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caip3.jpg" data-recalc-dims="1"/></strong></p>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/100857467947560733573/?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Tullio Dias on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terapia-de-risco/">Terapia de Risco</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Cinzas do Paraíso</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 03:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Minucci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
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		<category><![CDATA[sam shepard]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>CINZAS DO PARAÍSO É UM DOS POUCOS FILMES EM QUE EU NÃO ME INTERESSEI MUITO PELA HISTÓRIA. Aliás, se você&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/cinzas-do-paraiso/">Cinzas do Paraíso</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-21.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18348" alt="days-of-heaven-21" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-21.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">CINZAS DO PARAÍSO É UM DOS POUCOS FILMES EM QUE EU NÃO ME INTERESSEI MUITO PELA HISTÓRIA. Aliás, se você for reparar, a história não é nada original. É a famosa fórmula do triângulo amoroso, só que usada inteligentemente no meio do Texas &#8211; um ambiente hostil para qualquer ser humano e com um calor que pode causar a discórdia a qualquer vida. Interessante mesmo é a fotografia, que dá o tom da narrativa. Esse truque já é consagrado por <strong>Terrence Malick</strong>, diretor do filme, que usa do recurso como força motriz em suas obras até hoje. A diferença aqui é que esse é um Malick jovem, em seu segundo longa-metragem, mostrando ao mundo o quão inovador poderia ser. Do fim dos anos 60 ao fim dos anos 70, Hollywood produziu em massa filmes vanguardistas e uma nova leva de artistas formada pela juventude contraculturalista. Após o sucesso de <strong>Terra de Ninguém</strong>, lançado cinco anos antes, Malick voltou com uma superprodução (independente!) que contava com jovens atores como <strong>Richard Gere</strong> e <strong>Sam Shepard</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heavenpdvd_00501.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18340" alt="days-of-heavenpdvd_00501" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heavenpdvd_00501.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O filme é curto (tem 94 minutos de duração) e a trama se desenvolve rapidamente, sem enrolação: os três personagens centrais Bill (Richard Gere), Abby (<strong>Brooke Adams</strong>) e Linda (<strong>Linda Manz</strong>) vivem em Chicago no início do século XX &#8211; alto industrialismo, más condições de trabalho, a pobreza assola o país. Já no início, vemos Bill bater boca com o seu superior. Ouve-se pouco o conteúdo da conversa entre o barulho da maquinaria. De repente, Bill dá um soco em seu chefe; ele cai morto. Linda, a garota, começa então a contar a história dela e de seu irmão. Eles viviam juntos até que Bill se apaixonou por Abby, transformando a dupla em trio. Para esconder das pessoas que são um casal sem terem se casado &#8211; um escândalo para os costumes da época -, Bill e Abby fingem ser irmãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/large_days_of_heaven_blu-ray2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18341" alt="large_days_of_heaven_blu-ray2" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/large_days_of_heaven_blu-ray2.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Andarilhos e nômades, os três vagavam os EUA atrás de emprego. Na época, as colheitas proviam trabalhos temporários a milhões de americanos. Eles vão para a região do Cabo de Frigideira do Texas (<em>Panhandle</em>, em inglês; existem dez regiões americanas informalmente assim chamadas por terem o formato de &#8220;cabos de frigideira&#8221;, de penínsulas) e conseguem emprego na fazenda do Fazendeiro (Sam Shepard), jovem rico e moribundo. Bill, interesseiro, vê que o Fazendeiro gosta de Abby e, ao descobrir que ele tem pouco tempo de vida, convence-a a casar-se com o rapaz a fim de herdar toda sua fortuna. Mas o tempo passa e o Fazendeiro não morre e as relações entre os envolvidos começam a se fragilizar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-41.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18343" alt="days-of-heaven-4" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-41.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O tempo também dita o temperamento da história. À medida em que caminhamos para o final, o calor sulista aumenta e as cenas ficam mais estressadas. As imagens vão ficando com cores ainda mais quentes, o suor exala por todos os lados. Gafanhotos peregrinos invadem as plantações, devorando a safra e destruindo a colheita. O Fazendeiro desconfia de um caso entre &#8220;os irmãos&#8221;. Um incêndio colossal acontece (numa sequência fantástica, por sinal). Não sou fã de Richard Gere, mas ele foi bem usado neste filme. O personagem dele é detestável não pela atuação, mas pela natureza de sua personalidade. E ele vai ficando cada vez mais detestável e traiçoeiro à medida em que o enredo se desenlaça. Não existem atuações excelentes. De fato, isso não importa muito, uma vez que a parte principal da obra é a forma. Tudo é muito previsível assim como os ares trágicos (anunciados pela melancólica trilha sonora) e, no fim das contas, ficamos ansiosos para ver como as coisas vão acontecer &#8211; e não necessariamente para saber o que vai acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-magic-hour.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18344" alt="days-of-heaven-magic-hour" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days-of-heaven-magic-hour.jpg?resize=600%2C392" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais interessante que a trama propriamente dita, a estética <strong>Cinzas do Paraíso</strong> (péssima tradução de <strong>Days Of Heaven</strong>) é experimentalismo puro: na fotografia, cores fortes e belíssimas irradiam da tela o calor e o pôr-do-Sol texano, dos campos em chamas, dos momentos de tensão, da labuta árdua e mal paga. Mérito total ao trabalho primoroso e vencedor do Oscar de Melhor Fotografia feito por <strong>Néstor Almendros</strong>. Já a edição e a condução das cenas são altamente reflexivas, eruditizadas, de senso crítico apurado como só Malick poderia fazer. O voice over (gravação em off) usado pelo diretor é diferente de seus outros trabalhos porque neste usou-se uma personagem secundária narrando de maneira inusitada &#8211; uma garota é a responsável por guiar pela história e, claro, o faz como crianças fariam: sem muitos detalhes, vemos apenas o que ela vê; o resto fica por conta da imaginação. A atriz Linda Manz foi chamada já na pós-produção para improvisar enquanto assistia as cenas, resultando em monólogos ricos, formados de pequenos comentários que transformaram Linda &#8211; a personagem &#8211; em uma menina sábia, prática e objetiva. Diferentemente dos outros filmes que já fez, o roteiro de Malick desta vez não enuncia lirismo e abstrações com tanta intensidade. A poesia está a cargo da fotografia, da narração infantil e da música. Esta, produto do gênio e mestre <strong>Ennio Morricone</strong>,  maravilhosa  e tão viva como qualquer outro personagem, aponta com emoção o que está por vir, causando espanto e admiração aos espectadores. Curiosidade: a música dos créditos iniciais é &#8220;Aquarium&#8221; do compositor francês Camille Saint-Saëns, que muito se assemelha à trilha de <strong>A Bela e a Fera</strong> da Disney, lançado muitos anos depois.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tumblr_m50sf942CW1r3tgdjo1_1280.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18345" alt="tumblr_m50sf942CW1r3tgdjo1_1280" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tumblr_m50sf942CW1r3tgdjo1_1280.jpg?resize=600%2C337" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não se pode esquecer de <strong>Jack Fisk</strong>, diretor de arte, cenógrafo e designer de produção de Malick desde os primórdios. Graças a ele, acreditar que atores tão modernos nos anos 70 eram pessoas vivendo no início do século passado numa fazenda texana foi possível. Toda a construção de cores e conceito deve-se a ele e a Almendros, unidos num projeto que marcou a história do cinema americano.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days_of_heaven.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-18347" alt="days_of_heaven" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/days_of_heaven.png?resize=600%2C338" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O maior trunfo do simplista enredo de Cinzas do Paraíso é mostrar a praticidade do coração humano em se tratando de amor e realidade. Futuro, riqueza, segurança, amor arrebatador e amor construído&#8230; Em Cinzas do Paraíso não há conto-de-fadas ou amor de novela. Bill, Abby e o Fazendeiro são pessoas de carne e osso, que amam e ao mesmo tempo odeiam, desconfiam, são boas e ruins, enganam e são enganadas, que têm ambições e procuram meios que (acham que) justificarão os fins.</p>
<p><a href="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Days_of_Heaven-744979511-large.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-18339" alt="Days_of_Heaven-744979511-large" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Days_of_Heaven-744979511-large.jpg?resize=405%2C600" data-recalc-dims="1" /></a><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/oJHLHqsdEPs" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<strong>Título original: </strong>Days of Heaven<br />
<strong>Direção: </strong>Terrence Malick<br />
<strong>Produção: </strong>Bert Schneider e Harold Schneider<br />
<strong>Roteiro: </strong>Terrence Malick<br />
<strong>Elenco: </strong>Richard Gere, Brooke Adams, Linda Manz, Sam Shepard, Robert J. Wilke e Jackie Shultis<br />
<strong>Lançamento: </strong>1978<br />
<strong>Nota:<img src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caip4.jpg" data-recalc-dims="1"/></strong></p>
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		<title>Os 10 piores Found Footages</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 17:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Monteiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[30 Noites de Atividade Paranormal Com a Filha dos Homens Que Não Amavam as Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Apartamento 143]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O QUE É FOUND FOOTAGE? Não sei mais se consigo responder a esta pergunta respeitando completamente o conceito original. A&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/listas/os-10-piores-found-footages/">Os 10 piores Found Footages</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="o último exorcismo - found footage" alt="o último exorcismo - Found Footage" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Found-Footage.jpg?resize=600%2C253" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">O QUE É <em>FOUND FOOTAGE</em>? Não sei mais se consigo responder a esta pergunta respeitando completamente o conceito original. A princípio, trata-se daqueles filmes dotados de linguagem documental, cujas câmeras eventualmente foram perdidas pelos personagens e supostamente encontradas por alguém em um momento posterior. Entretanto, nem todos os filmes que recebem o rótulo seguem à risca essa lógica &#8211; o que não é o caso, por exemplo, de <strong>A Bruxa de Blair</strong>, longa de 1999 que ajudou a fomentar e popularizar os <em>found footages</em>. Aliás, um dos grandes problemas do subgênero está entranhado em sua essência: pra alguém ter perdido uma câmera com filmagens aterrorizantes, coisa boa não deve ter acontecido &#8211; o que torna os desfechos razoavelmente previsíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças a limitações como essa e à carência de originalidade, o surgimento de filmes pavorosamente ruins não é raro &#8211; e, nesta lista, você será apresentado aos <strong>10 Piores Found Footages</strong> já assistidos por este que vos fala. Na última sexta-feira, dia 10 de maio, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/o-ultimo-exorcismo-parte-2/"><strong>O Último Exorcismo: Parte II</strong></a> desembarca nos cinemas brasileiros escapando da lista por um triz: não que não seja ruim, porque é, e bastante; apenas chutou o <em>found footage</em> do filme anterior pra escanteio e resolveu contar a continuação da história de possessão da garota Nell da forma convencional. Ruinzinho, mas espertinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><em><span style="font-size: 1.5em;">Menção Honrosa:</span></em></p>
<h2>30 Noites de Atividade Paranormal Com a Filha dos Homens Que Não Amavam as Mulheres</h2>
<p style="text-align: justify;">Sim, você leu certo. <strong>30 Noites de Atividade Paranormal Com a Filha dos Homens Que Não Amavam as Mulheres</strong> é o mais novo trabalho de Craig Moss, picareta responsável por atrocidades como <a href="http://www.cinemasemerros.com.br/2012/03/saga-molusco-anoitecer.html"><strong>A Saga Molusco &#8211; Anoitecer</strong></a> e <a href="http://www.cinemasemerros.com.br/2013/01/bad-ass-acima-da-lei.html"><strong>Bad Ass &#8211; Acima da Lei</strong></a> e cuja obsessão por títulos gigantes (também é dele <strong>Um Virgem de 41 Anos Ligeiramente em Apuros</strong>, do original <strong>The 41-Year-Old Virgin Who Knocked Up Sarah Marshall and Felt Superbad About It</strong>) reflete sua absoluta falta de habilidade de unir sátiras diversas de forma digna &#8211; e este novo filme só não entrou oficialmente (e bem posicionado) nesta lista porque Moss é incompetente demais até mesmo para escolher uma linguagem e manter-se fiel aos princípios dela. Pra se ter uma ideia, em certo momento, o Bane de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/tag/batman-o-cavaleiro-das-trevas-ressurge/"><strong>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas Ressurge</strong></a>, as personagens de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/comedia/missao-madrinha-de-casamento/"><strong>Missão Madrinha de Casamento</strong></a> e Effie Trinket de <strong>Jogos Vorazes</strong> dividem o mesmo cenário e são abduzidos (!) por uma dupla genérica de <strong>Caça-Fantasmas</strong>. Segundos antes, um dos personagens centrais havia perguntado: &#8220;O que diabos está acontecendo?&#8221;. Confesso que também não saberia dizer.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="Piores Found Footages - 30 Noites de Atividade Paranormal Com a Filha dos Homens Que Não Amavam as Mulheres" alt="Piores Found Footages - 30 Noites de Atividade Paranormal Com a Filha dos Homens Que Não Amavam as Mulheres" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/30-Noites-de-Atividade-Paranormal-Com-a-Filha-dos-Homens-Que-Não-Amavam-as-Mulheres.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 style="text-align: justify;">10) Fenômenos Paranormais</h2>
<p style="text-align: justify;">Em uma das primeiras noites filmadas por Kate e Micah em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal/"><strong>Atividade Paranormal</strong></a>, a porta do quarto do casal move alguns centímetros sozinha. Já em <strong>Fenômenos Paranormais</strong>, a certa altura, um dos personagens cai em uma banheira cheia de sangue e simplesmente desaparece &#8211; e, em outro momento, a porta que antes dava acesso ao lado externo do hospital psiquiátrico (supostamente) assombrado que sedia a história passa a abrir para um corredor que  não existia antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, <strong>Fenômenos Paranormais</strong> apresenta eventos tipicamente vistos em filmes de terror tradicionais, porém registrados através da tal filmagem documental. Não demora muito, entretanto, para que a lógica seja ferida, principalmente no que diz respeito à explicação para as cenas de terror: a possibilidade de que os personagens estejam enlouquecendo e, com isso, tornando-se os grandes responsáveis pelas bizarrices que acontecem, parece ser deixada no ar. Se algum ou vários deles estão imaginando a maior parte daquilo, a linha documental não deveria permitir que enxerguemos as mesmas maluquices que eles. Por fim, se o edifício maligno tem por hábito aprisionar em seu interior pessoas enxeridas, nos resta a seguinte dúvida: como as filmagens perdidas foram tiradas de lá?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Fenômenos Paranormais" alt="Piores Found Footages - Fenômenos Paranormais" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Fenômenos-Paranormais.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">9) <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/rec-2/">[Rec]² &#8211; Possuídos</a></h2>
<p style="text-align: justify;">Não lembro de ter sentido necessidade de explicações ao final de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/rec/"><strong>[Rec]</strong></a> &#8211; e mesmo aquelas dadas pelas filmagens expositivas de Ángela Vidal no terceiro ato do primeiro filme eram dispensáveis. Não era disso que a obra se tratava; o susto e a tensão, propiciadas por uma infecção sobre a qual pouco sabíamos, eram os grandes atrativos da produção espanhola. Agora, nesta continuação, acompanhamos a operação de uma equipe de bombeiros que rompe a quarentena do prédio infectado para investigar o que de fato ocorreu por lá &#8211; e, sem ter muita história pra contar, os roteiristas quebram a estrutura e introduzem uma segunda linha narrativa, que acompanha um grupo de jovens que resolve xeretar a edificação. A essência da obra original é diluída com teorizações sobre a contaminação, interesses escusos de personagens novos e o mal uso dos elementos de sucesso do primeiro filme. No fundo, é bastante frustrante que não tenha funcionado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Rec 2 Possuídos" alt="Piores Found Footages - Rec 2 Possuídos" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Rec-2-Possuídos.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">8) <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal-4/">Atividade Paranormal 4</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal/"><strong>Atividade Paranormal</strong></a>. Trata-se de um título bastante genérico que reflete justamente o desconhecimento que Kate e Micah tinham a respeito da natureza dos eventos que começaram a assombrá-los. Quando os produtores resolveram lançar uma sequência &#8211; que na verdade é uma <em>prequel</em> -, optaram por descartar a possibilidade de explorar outros tipos de atividades paranormais utilizando o peso comercial da marca em tramas originais. Trazer a mesma assombração para o <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal-2/">segundo filme</a> deu início ao definhamento do elemento surpresa, que terminou de ser assassinado quando, no <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal-3/">terceiro longa</a> (também uma <em>prequel</em>), já sabemos, em linhas gerais, o <em>modus operandi</em> do demônio (mover objetos, abrir e fechar portas, hipnotizar criancinhas&#8230;) e até mesmo seu nome: Toby. Por isso, no <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal-4/">quarto filme</a>, não há muito mais a ser feito: as desculpas dos personagens para filmar suas próprias rotinas são esquizofrênicas, os sustos são requentados, a trama não é nada instigante e até mesmo uma criança sinistra &#8211; tirada diretamente do baú de clichês do gênero &#8211; precisa ser inserida pra segurar as pontas. E prepare-se: <strong>Atividade Paranormal 5</strong> vem aí!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Atividade Paranormal 4" alt="Piores Found Footages - Atividade Paranormal 4" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Atividade-Paranormal-4.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">7) Inatividade Paranormal</h2>
<p style="text-align: justify;">Depois que filmes de terror, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/comedia/super-herois-a-liga-da-injustica/">desastre</a>, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/comedia/super-heroi-o-filme/">super-heróis</a>, comédias românticas, musicais, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/vampiros-que-se-mordam/"><strong>Crepúsculo</strong></a> e até mesmo blockbusters em geral ganharam paródias pavorosas ao longo da última década, era apenas uma questão de tempo até que o subgênero <em>found footage</em> entrasse na jogada. Marlon Wayans (dos dois primeiros <strong>Todo Mundo em Pânico</strong> e do horroroso <strong>Bobeou Dançou</strong>, que quase chegou ao Brasil como <strong>Ela Dança Com Meu Ganso</strong>) resolveu escrever (ao lado de Rick Alvarez), atuar e convidou o estreante Michael Tiddes para dirigir.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado é ligeiramente surpreendente, diante do que vem sendo produzido em termos de paródia. Antes de mais nada, os roteiristas acertam ao escolher poucos filmes para satirizar, reduzindo a bagunça que a narrativa poderia se tornar: o arco dos três primeiros <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/tag/atividade-paranormal/"><strong>Atividade Paranormal</strong></a> recebe pinceladas de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/filha-do-mal/"><strong>Filha do Mal</strong></a> e apenas mais algumas referências menos intrusivas a outros filmes. Além disso, é admirável que os realizadores consigam manter a linguagem <em>found footage</em> nos eixos na maior parte do tempo, maneirando nas gags excessivamente <em>nonsense</em> &#8211; e em meio à imbecilidade habitual e comprometedora da família Wayans (com conteúdo sexual e escatológico garantido), algumas boas sacadas se salvam: o momento em que a personagem possuída de Essence Atkins resolve passear com o cachorro morto ou a cena hilária em que o casal simplesmente decide ignorar as atividades paranormais, na esperança de que o demônico desista de assombrá-los, sãos os melhores exemplos disso &#8211; ou, se bobear, os únicos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Inatividade Paranormal" alt="Piores Found Footages - Inatividade Paranormal" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Inatividade-Paranormal.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">6) Home Movie</h2>
<p style="text-align: justify;">Este conta a história de uma família que vive em uma casa isolada, cercada por mata e cujas crianças começam a apresentar um comportamento estranho, tendendo à psicopatia. Os pais, por outro lado, parecem acometidos por algum tipo de retardo mental &#8211; e só isso explicaria a falta de ação de ambos com relação à insubmissão demoníaca dos filhos. Além de demasiadamente episódico, o filme também falha em um ponto fundamental: o amadorismo acaba conferindo à narrativa um tom mais próximo da comicidade involuntária do que de apreensão ou tensão.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Home Movie" alt="Piores Found Footages - Home Movie" src="http://i1.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Home-Movie.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">5) Apartamento 143</h2>
<p style="text-align: justify;">Psicocinese (do grego ψυχοκίνηση, Psico: mente; cinese: movimento): pseudociência que sustenta a viabilidade de mover ou afetar objetos sem nenhum contato físico, usando apenas a mente &#8211; de forma voluntária ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Facilitarei o trabalho de pesquisa de vocês: psicocinese não existe no mundo real. <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/aventura/x-men/"><strong>X-Men</strong></a> é ficção. <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/poder-sem-limites/"><strong>Poder Sem Limites</strong></a>, idem. Mister M é um charlatão, caso não saibam. <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/tag/harry-potter/">Harry Potter</a> tem uma varinha, então é um caso à parte. Eis que <strong>Apartamento 143</strong> chega e, com o pezinho na realidade exigido pela linguagem documental, insiste que os diversos eventos bizarros &#8211; todos, reforço, devidamente registrados em vídeo &#8211; que ocorrem na residência que dá título ao filme são resultado da atividade mental da adolescente Caitlin, filha rebelde e supostamente esquizofrênica do proprietário. Pra se ter uma ideia, uma corrente de vento furiosa arrasa o apartamento e uma força misteriosa eleva a garota, com a coluna encurvada (típico, não?), a cinco palmos do chão &#8211; e o Dr. Helzer bate na tecla: é psicocinese. Não, não é, meu caro. É preguiça de roteirista, do grego τεμπέλης συγγραφείς.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Apartamento 143" alt="Piores Found Footages - Apartamento 143" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Apartamento-143.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">4) <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/filha-do-mal/">Filha do Mal</a></h2>
<p style="text-align: justify;">No início de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/filha-do-mal/"><strong>Filha do Mal</strong></a>, somos informados que o Vaticano não concordou e nem apoiou o lançamento do filme &#8211; e por que diabos deveria ou precisaria concordar e apoiar? Já no final dos créditos, uma caixa de texto aponta que &#8220;O caso Maria Rossi nunca foi concluído&#8221;. Uma das grandes conquistas desse terror de baixo orçamento (cuja bilheteria multiplicou o custo de produção por cem) foi ter convencido uma fatia significativa do público que aqueles eventos são mesmo reais &#8211; e, não à toa, recebo semanalmente em meu blog pessoal sobre cinema acessos de internautas que buscam no Google expressões do tipo &#8220;Maria Rossi caso real&#8221;. A curiosidade dessas pessoas, de certa forma, é pertinente: o filme é repleto de pontas soltas ou pistas que não levam a lugar nenhum e seu terceiro ato é demasiadamente curto &#8211; isto é, assim que o filme parece ter estrando na rota do desfecho, a narrativa é encerrada abruptamente. Gostaria de poder dizer pessoalmente a cada uma desses pessoas que o texto de abertura do filme é apenas uma insinuação do conteúdo supostamente transgressor que estamos prestes a assistir, enquanto os dizeres que encerram a projeção são uma desculpa desonesta e esfarrapada para a promessa não cumprida.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Filha do Mal" alt="Piores Found Footages - Filha do Mal" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Filha-do-Mal.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">3) <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/projeto-dinossauro/">Projeto Dinossauro</a></h2>
<p style="text-align: justify;">O legal de <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/projeto-dinossauro/"><strong>Projeto Dinossauro</strong></a> é que ele não tenta te enganar. Logo na abertura do filme, o texto introdutório deixa duas coisas bem claras: 1) as imagens que estamos prestes a ver são reais e não sofreram qualquer tipo de intervenção na pós-produção e 2) nós, espectadores, estamos sendo tratados como idiotas por sermos obrigados a ler isto &#8211; e como idiotas seremos tratados até o último segundo de projeção. E não é só por isso que o filme já começa todo errado: o formato de tela adotado (2.35:1) não é usual em filmagens documentais (praticamente sempre rodadas em 1.85:1, com o quadro mais aberto na altura), revelando a absoluta falta de cuidado dos realizadores com elementos dos mais primordiais. Com personagens homogeneamente aborrecidos e uma subtrama mais ridícula que a outra (por que uma expedição criptozoológica precisa contar com o velho conflito entre pai ausente e filho rebelde? Por quê?!), <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/projeto-dinossauro/"><strong>Projeto Dinossauro</strong></a> jamais parece interessado em investigar, por exemplo, os acordes sonoros que surgem em diversos momentos da projeção: os sons são algum tipo de interferência? O problema pode ser da sala de cinema em que assisti ao filme? Os expedicionários executaram as músicas <i>in loco</i>? Ou o texto que isenta os produtores de responsabilidades por quaisquer modificações no conteúdo é mentiroso?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Projeto Dinossauro" alt="Piores Found Footages - Projeto Dinossauro" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Projeto-Dinossauro.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">2) Atividade Supernatural</h2>
<p style="text-align: justify;">Imagine um filme que reúna paródias de <strong>Fenômenos Paranormais</strong>, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/o-ultimo-exorcismo/"><strong>O Último Exorcismo</strong></a>, <strong>A Bruxa de Blair</strong>, <strong>O Exorcismo de Emily Rose</strong>, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/terror/atividade-paranormal/"><strong>Atividade Paranormal</strong></a>, <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/tag/a-origem/"><strong>A Origem</strong></a>, <strong>Vozes do Além</strong> e do seriado <strong>The Office</strong> em um roteiro coeso. Conseguiu? Os realizadores de <strong>Atividade Supernatural</strong> também não. Sem encontrar um meio termo entre o <em>nonsense</em> e a linguagem documental, a comédia (?) acompanha o narcisista apresentador de um programa fraudulento sobre assombrações que, para produzir seu <em>season finale</em>, corre atrás da lenda do Mini Pé Grande. Embora desperdice algumas boas ideias (como o enjoo que a câmera inquieta típica do subgênero causa no cinegrafista), <strong>Atividade Supernatural</strong> ao menos prova sua preocupação com o espectador ao conceber um demônio cujo hábito predatório envolve matar suas vítimas (literalmente) de tanto rir &#8211; o que garante que, a menos que você morra de vergonha, de preguiça ou de raiva, fatalmente sobreviverá ao filme.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Atividade Supernatural" alt="Piores Found Footages - Atividade Supernatural" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Atividade-Supernatural.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<hr />
<h2 style="text-align: justify;">1) Desaparecidos</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desaparecidos</strong> é um filme sobre botânica. Esta foi a conclusão a que cheguei após dedicar setenta e dois minutos da minha vida à observação do comportamento noturno da flora de Ilhabela, enquanto os personagens concebidos por Rafael Blecher e David Schurmann andavam, gritavam, escorregavam, choravam, gritavam mais um pouco, tropeçavam, perambulavam, berravam, choramingavam e andavam mais um bocado por uma mata densa e escura da cidade. Alguns descrevem a trama como as desventuras de uma penca de jovens que viaja rumo a Ilhabela para uma balada cujo abadá é &#8211; pasmem! &#8211; uma câmera de alta resolução pendurada no pescoço, com acionamento automático e periódico, e acabam perdidos em uma mata das redondezas, onde acabam sendo vitimados por algum maníaco ou monstrengo que preferi esquecer. Pra mim, a coisa é bem mais simples que isso: uma aporrinhação com muita andação, uma câmera na mão e nenhuma tensão. E plantas, pra quebrar a rima. Muitas plantas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Piores Found Footages - Desaparecidos" alt="Piores Found Footages - Desaparecidos" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Desaparecidos.jpg?resize=600%2C300" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/listas/os-10-piores-found-footages/">Os 10 piores Found Footages</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Extermínio</title>
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		<pubDate>Sun, 12 May 2013 03:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tullio Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>EXTERMÍNIO É UM DOS MEUS FILMES FAVORITOS DE ZUMBIS, independente dele não ser propriamente uma obra sobre mortos-vivos. Ter a&#8230;</p><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/exterminio-2/">Extermínio</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" alt="exterminio" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/exterminio.jpg?resize=600%2C402" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">EXTERMÍNIO É UM DOS MEUS FILMES FAVORITOS DE ZUMBIS, independente dele não ser propriamente uma obra sobre mortos-vivos. Ter a assinatura de Danny Boyle de nada interfere em minha opinião, veja bem. Eu gosto simplesmente da ideia de jogar um homem sozinho no meio do caos, e ele ser perseguido por um bando de maluco esfomeado. Claro que existem referências aos clássicos de George A. Romero e outras obras do gênero, mas podemos dizer que <b>Extermínio</b> mais influenciou do que foi influenciado. O remake de <b>Madrugada dos Mortos</b>, de Zack Snyder, que o diga. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Jim (Cillian Murphy) acorda peladão no maior estilo Milla Jovovich, na franquia <b>Resident Evil</b> (a diferença é que não foi tão agradável ver o bilau pequenininho do cara, enquanto ver as curvas de Jovovich é interessante desde <b>De Volta à Lagoa Azul</b>), e descobre que Londres foi pro saco. Tudo está destruído e a maioria das pessoas foi contaminada com um vírus da raiva feroz (desculpe o trocadilho). Jim encontra um grupo de outros sobreviventes e eles tentam escapar juntos da ameaça.</p>
<p>Para os iniciados em <b>The Walking Dead</b>, é praticamente impossível não olhar para Selena (Naomi Harris, de <b>007 – Operação Skyfall</b>) e lembrar logo de Michonne. Especialmente porque Selena é cruel com os inimigos e costuma andar acompanhada de um enorme facão. Ela é apresentada desta maneira para ir se revelando uma pessoa mais frágil e deixar uma margem para a investida romântica de Jim. Na maioria das vezes em que os roteiristas tentam enfiar romances no meio de filmes como Extermínio, o resultado é uma merda. Para a alegria geral, o romance de Jim e Selena é desenvolvido naturalmente. Sem pressão. E o espectador torce para que eles consigam escapar com vida e ficar juntos.</p>
<p style="text-align: justify;">O elenco também conta com o experiente Brendan Gleeson, que interpreta a figura paterna que Jim precisa. Ele é carinhoso, responsável e cuida para que os personagens consigam escapar da cidade com vida. Christopher Eccleston, parceiro de Danny Boyle em <b>Cova Rasa</b>, dá as caras como outra figura paterna para Jim, mas desta vez representando a autoridade e imposição.</p>
<p><img class="aligncenter" alt="exterminio 2" src="http://i2.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/exterminio-2.jpg?resize=600%2C449" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">O roteiro de Alex Garland possui diversas passagens expositivas, com diálogos contando para o espectador o que está acontecendo. Esse probleminha (que incomoda tanto algumas pessoas inteligentes e passa tão batido para outras menos exigentes) é compensado com diversas rimas interessantes. Extermínio é uma obra sobre o medo e a solidão. No primeiro ato, Jim acorda e se descobre sozinho no mundo. Pouco depois, quando os personagens estão acampando, ele tem um pesadelo e acorda acreditando que foi abandonado. E por fim, no terceiro ato, ele acorda mais uma vez, mas agora ele têm segurança e aguarda pelo resgate.</p>
<p style="text-align: justify;">A cena em que os personagens visitam um mercado merece uma atenção especial. Primeiro por mostrar um raro momento de descontração, como se pelo menos naquele momento eles pudessem esquecer do caos nas ruas do país e sonhar com um pouco de esperança. E segundo, pela homenagem ao clássico <b>Despertar dos Mortos</b>, de George A. Romero. Ao contrário da obra arrastada de Romero, Extermínio não faz nenhuma “crítica social” para o consumismo e o comportamento humano, só que não deixa de ser curioso observar nossos heróis brincando de Super Market e ainda deixando um cartão de crédito como “pagamento”. E lembre-se que Jim coletou muito dinheiro durante o primeiro ato, quando não tinha ideia que aquele papel não valia mais nada naquele momento.<br />
Se você ainda não assistiu a Extermínio, e se for um fã de zumbis, tente corrigir isso o mais rápido possível. Além de oferecer uma interpretação diferenciada dos mortos-vivos, o longa-metragem possui todos os elementos que fazem Danny Boyle ser um dos grandes cineastas da atualidade: o uso de uma trilha sonora forte em momentos chave, aliados com uma montagem ágil e um ritmo alucinante. E tudo misturado com muito sangue, e babas, e essas coisas que a gente gosta de ver em filmes de zumbis.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-18131" alt="poster exterminio" src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2013/05/poster-exterminio.jpg?resize=214%2C318" data-recalc-dims="1" /></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/1A9UDoDmsfs" height="315" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe><br />
<strong></strong><br />
<strong>Nota:<img src="http://i0.wp.com/www.cinemadebuteco.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caip4.jpg" data-recalc-dims="1"/></strong></p>
 <div class="wdgpo_author"><a href='https://plus.google.com/100857467947560733573/?rel=author'><img src="https://ssl.gstatic.com/images/icons/gplus-16.png" /> Tullio Dias on Google+</a></div><p>O post <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br/criticas/exterminio-2/">Extermínio</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.cinemadebuteco.com.br">Cinema de Buteco</a>.</p>]]></content:encoded>
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