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Top 10 – Os Melhores Filmes de Terror de 2016

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É com muito orgulho que o nosso editor Tullio Dias apresenta o ranking de melhores filmes de terror de 2016. Apreciem sem moderação!

5 Motivos para assistir A Bruxa

ME TORNEI A FIGURA DE REFERÊNCIA DE TERROR NO CINEMA DE BUTECO EM 2011, quando publiquei a primeira listinha anual com os principais lançamentos do gênero. O material fez tanto sucesso que iniciou um ritual que se repetiu durante todos os meses de dezembro desde então. Posso dizer que essa lista de terror é a grande responsável por todas essas listas que publicamos no final de ano e que se tornou uma das grandes marcas registradas do portal.

Obrigado a todo mundo que vem nos acompanhando e incentivando essa série trabalhosa, mas deliciosa de se produzir. Dedico essa lista para todas as pessoas que convivem comigo e lidam com o meu péssimo humor ao longo do mês. Obrigado pela compreensão!

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Águas Rasas (The Shallows, Jaume Collet-Serra, 2016) Blake Lively estrela esse típico filme de tubarão cheio de tensão, ataques sanguinários e belos efeitos visuais. Dirigido por Jaume Collet-Serra (A Orfã), Águas Rasas conta a história de Nancy, uma surfista que se dá mal em alto mar e começa a ser espreitada por um predador psicopata e faminto.

Pode até não ser o melhor filme de tubarão de 2016 (esse título é de In the Deep, que está na nossa lista de melhores suspenses do ano), mas é sempre uma garantia de entretenimento acompanhar a direção de Collet-Serra. Ainda mais quando ele está dirigindo a luta de Blake Lively contra um tubarão!

Recomendado para quem gosta de: Tubarão, a vingança dos vegetarianos, mergulhar, surfar, gente lutando contra forças da natureza, gore, sangue, violência gráfica

Hush – A Morte Ouve (Hush, Mike Flanagan, 2016) Escrito e dirigido por Mike Flanagan, Hush se destaca pela simplicidade. Além da protagonista Madie (Katie Seagal, que divide os créditos do roteiro com o diretor), temos o assassino, uma garota que aparece pelo Skype e um casal. O roteiro também não é lá muito diferente do que se vê por aí no gênero, mas é o diferencial de ter uma personagem surda fugindo de um assassino que chama a atenção.

Recomendado para quem gosta de: violência gráfica, tensão, invasão domiciliar, ideias inusitadas, Netflix

Invasão Zumbi (Train to Busan, Sang-Ho Yeon, 2016) Parecia um daqueles filmes de zumbis sensacionais que todo fã de The Walking Dead precisa assistir… Mesmo com todas as suas qualidades (como apresentar uma história que se passa dentro dos vagões de um trem durante uma viagem), não acrescenta nada de novo. No entanto, Invasão Zumbi merece menção por ser o melhor título voltado para esse tema que nós tanto amamos.

Recomendado para quem gosta defilmes orientais, zumbis, zumbis num trem, espaço pequeno, vírus, filmes claustrofóbicos


Regressão (Regression, Alejandro Amenábar, 2015) Alejandro Amenábar é velho conhecido dos leitores do Cinema de Buteco e desta vez comanda Ethan Hawke e Emma Watson numa curiosa trama sobre paranoia, religião e o poder da manipulação. Mesmo sem caprichar nos sustos ou na construção do suspense com a mesma eficiência apresentada em Os Outros, no começo dos anos 2000, o longa-metragem acerta por mostrar um personagem que se deixa levar e questionar suas próprias crenças para entender o que está acontecendo de verdade.

Recomendado para quem gosta de: Ethan Hawke, Emma Watson, Alejandro Amenábar, suspense, possessão, mentiras, deixar os colegas da crítica loucos no Twitter


The House on Pine Street (Aaron Keeling, Austin Keeling, 2015) Ouvi falar muito bem desse filme em 2015, mas somente em março tive a oportunidade de assistir. Se trata de uma história de casa assombrada com uma mulher grávida desesperada com a possibilidade de ter um fantasma aterrorizando a sua vida. O longa-metragem pode incomodar por seu aspecto independente, mas é um surpreendente drama sobrenatural que mistura muito bem a paranoia com ações paranormais.

Recomendado para quem gosta de: filmes com mulheres grávidas, casas mal-assombradas, paranoia, loucura, sentir medo


#10

melhores-filmes-de-terror-de-2016-12-horas-para-sobreviver 12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição (The Purge: Election Year, James DeMonaco, 2016) Escritas e dirigidas por James DeMonaco, as três partes de The Purge conseguem ter unidade e lógica. O conceito é interessante: uma noite por ano, num futuro não muito distante, todo tipo de crime é liberado e os serviços de atendimento são suspensos. Nessas ocasiões, teoricamente, os cidadãos devem ir às ruas extravasar, colocando para fora toda a violência que guardam. Primeiro (2013), acompanhamos o drama de uma família atacada dentro de casa. Depois (2014), partimos para a loucura das ruas, onde todos estão armados e preparados para matar ou morrer. A cada minuto, temos uma noção melhor do evento e de tudo o que acontece durante.

Nessa terceira parte, a ação toma outra dimensão e invade o mundo da política. Imagine que loucura seria não precisar reunir vários caciques de partidos ameaçados, comprar a mídia e bolar um golpe de estado para tirar alguém do caminho. (Marcelo Seabra, do blog O Pipoqueiro)

Recomendado para quem gosta defranquias, boas ideias, ver o nosso monstro interior, política, terapia diferente


#9

O Lamento (Goksung, Hong-jin Na, 2016) Ah, esses filmes coreanos. Confesso que a longa duração me deixou com preguiça, mas não tardou para eu descobrir uma história envolvente e arrepiante. Sem dúvidas, um dos grandes achados do terror em 2016. Obrigatório para fãs do gênero.

Um homem desconhecido chega numa pequena vila e a sua chegada coincide com um surto de uma doença misteriosa. Um investigador é arrastado para dentro desse incidente e fica cada vez mais envolvido, já que a vida da sua própria filha entra em risco.

Recomendado para quem gosta de: ficar com o cu na mão, possessão, o próprio capiroto, filmes coreanos bons, sustos


#8

Fear Inc (Vincent Masciali, 2016) é a definição de WTF no cinema de terror em 2016. Mistura de comédia, suspense e horror, o longa apresenta a história de um viciado em filmes de terror que contrata os serviços de uma empresa especializada em oferecer os maiores sustos da vida para os seus clientes – e exageram um pouco na dose.

Como bom fã de filmes de terror, me deliciei com essa comédia sem noção. Recheada de referências ao universo do gênero, Fear Inc é uma daquelas pérolas que encontramos acidentalmente. Diversão garantida para quem não tem medo de se divertir com gente morrendo esquartejada e tal.

Recomendado para quem gosta de: paródia, humor negro, falta de noção, amigos Joselitos, gore, violência gráfica


#7

The Blackcoat Daughter (Oz Perkins, 2015) Nem o IMDb sabe direito qual é o nome oficial do sétimo colocado no nosso ranking. Originalmente, a obra era conhecida como February, mas parece ter trocado o nome para The Blackcoat Daughter. Qualquer que seja o nome, o importante é que estamos diante uma produção tensa, misteriosa e envolvente, na qual somos surpreendidos com inesperadas revelações.

Esse é um ano atípico nas recomendações, logo não espere ver dicas de filmes de terror assustadores e sangrentos porque a maioria dos títulos lembrados aqui são bem cabeça.

Recomendado para quem gosta derevelações, crianças problema, possessão demoníaca, morte na escola


#6

Demon (Marcin Wrona, 2015) Durante a sua festa de casamento, o noivo é possuído por um espírito inquieto e deixa todo mundo incomodado. Mais que um belo exemplar de terror, Demon é uma leitura sagaz da lenda judaica sobre o demônio dybbuk.

Podemos encontrar milhares de motivos para elogiar Demon, que assim como A Bruxa, não é recomendado para quem está a fim de sustos fáceis e narrativa convencional. O terror aqui é psicológico e vai mexendo com nossa cabeça aos poucos – e nos faz rir durante o processo.

Detalhe: o diretor se matou pouco depois do lançamento da obra.

Recomendado para quem gosta de: comédia de humor negro, cinema, casamentos, queria imaginar como seria uma versão terror de O Casamento do Meu Melhor Amigo, possessão, famílias, tretas

Quer saber quais são os cinco principais lançamentos de terror de 2016? Continue lendo!

Tullio Dias

Dizem que sou legal, mas eles estão mentindo só para me agradar. Gosto de Molejo, acho Era Uma Vez no Oeste uma obra-prima, prefiro baixo de quatro cordas do que os de cinco, tenho um MBA de MKT Digital e um curso de Publicidade, não tenho filhos, não tenho um coração, mas me derreto por caipirinhas.

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