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Homem-Formiga e a Vespa (2018)

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HOMEM-FORMIGA E A VESPA É O FILME QUE VOCÊ PRECISA ASSISTIR ANTES DE VINGADORES ULTIMATO. Esqueça Capitã Marvel e sua arrepiante cena pós-créditos, pois aquela parte já faz parte do épico que continua Guerra Infinita. É nessa aventura cômica estrelada por Evangeline Lilly e Paul Rudd que está a trama que precisa ser vista antes do desfecho da narrativa da Marvel.

Parece que estou resumindo Homem-Formiga e a Vespa em uma cena dos créditos finais, né?

Bem… Eu estou fazendo isso mesmo. Até que se prove o contrário sobre a importância desse núcleo quântico em Ultimato, acredito que tenha sido uma história bem distante do arco principal do que veremos em Os Vingadores 4…

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No entanto, Homem-Formiga e a Vespa funciona como uma divertida história cheia de piadas engraçadas e uma leveza quase infantil, além de contar com uma das trilhas sonoras mais marcantes e interessantes da Marvel. Não chega a ser imponente como o tema do grupo de heróis, mas é um tema que cria uma identidade perfeita para as aventuras desses heróis pequeninos. Ou gigantes. Depende do momento.

O roteiro apresenta imediatamente as consequências da Guerra Civil para Scott Lang. O herói está em prisão domiciliar levando uma rotina bem boba e simples em sua casa, que vira praticamente um parque de diversões. Sua paz acaba depois de ter um sonho com a mãe de Hope (Lilly).

Unindo forças com a heroína e seu pai Hank Pym (Michael Douglas), o carismático Scott Lang precisa dar um jeito de não ser flagrado pelo FBI por descumprir seus acordos, não deixar seus sócios perderem um grande cliente que pode salvar a empresa, ao mesmo tempo em que lida com a ameaça de uma vilã de ocasião.

Fora a cena pós-créditos, as piadas (a parte da Baba Yaga e o soro da verdade são realmente engraçadas) e a trilha sonora, outra coisa legal de Homem-Formiga e a Vespa é ver a heroína chutando traseiros com muito mais desenvoltura que o próprio Scott Lang.

Mas não passa disso. Longe de ser ruim, mas tampouco perto de ser excelente, a continuação cumpre sua função e mostra que a Marvel não errou quando depositou fichas na construção de um arco narrativo especial para o Homem-Formiga.