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Os melhores clipes do Slipknot

Os melhores clipes do Slipknot é um oferecimento da BHM Turismo:

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Melhores Clipes do Slipknot

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Slipknot sempre lançou clipes que perturbasse o psicológico das pessoas, mantendo a identidade e energia da banda.

Videoclipes bonitos e fofinhos, não fazem parte dessa realidade. Nesse nosso especial, conheça alguns dos principais trabalhos da banda e aproveite para já ir se preparando para o show do Slipknot no Brasil em setembro no Rock in Rio.

Acompanhe a cobertura especial que faremos no Audiograma

“Wait and Bleed”

Minha descoberta e admiração pelo Slipknot começou com essa música. Em 2001, assistindo a MTV, me deparei com esse clipe e foi amor à primeira vista. Quando o Corey Taylor começou a cantar me identifiquei tanto com som, que sempre digo: se hoje sou da vertente New Metal, Slipknot foi o culpado.

O videoclipe conseguiu mostrar a identidade da banda e utilizou de recursos, como as bordas laterais embaçadas, que transmitem sentimentos de insanidade e loucura das pessoas ali envolvidas.
O clipe “Wait and Bleed” foi retirado das imagens do DVD Welcome To Our Neighbourhood.

“Spit It Out”

Primeiro clipe lançado pelo Slipknot, fazendo uma referência a ideia geral do filme O Iluminado, do diretor Stanley Kubrick. No clipe, temos os integrantes da banda em diversas situações famosas do longa, juntamente com algumas imagens de seus shows. Na época em que o clipe foi lançado, “Spit It Out” foi censurado por conter “violência excessiva” (really?).

“Left Behind”

Aeee, finalmente um clipe bem filmado e com uma boa qualidade de imagem. “Left Behind” foi o primeiro single do álbum Iowa, particularmente meu álbum favorito, lançado em 2001.
Dirigido por Dave Mayers (A Morte Pede Carona), o clipe mostra a banda tocando em uma floresta e em segundo plano, é contada a história de um jovem que trabalha em um açougue e que sofre um exclusão da sociedade (fazendo alusão ao nome da música – Deixados para trás).

“Duality”

É, a minha banda preferida não escapou dos clichês de fazer um clipe em uma casa rodeada por fãs. “Duality” faz parte do álbum Vol. 3: (The Subliminal Verses), na minha opinião o álbum mais comercial da banda.

O videoclipe se passa em uma casa cheia de ‘maggots’ (denominação “carinhosa” dos seguidores da banda) e que gradativamente é destruída pelos fãs, enquanto a banda está tocando. O clipe custou US$ 500.000, e a maioria do investimento foi destinado a reforma da casa.

“Vermillion”

Podemos perceber claramente que, a proposta para essa canção é bem diferente das lançadas anteriormente. Temos uma melodia mais suave e um vocal mais limpo que o de costume. Posso até me arriscar a dizer que, após essa música, a banda ganhou alguns seguidores que, antes não se familiarizam com o estilo de som mais agressivo.

O clipe narra a tragédia de uma jovem que vive no mundo das drogas. A filmagem simula uma animação Stop Motion, ressaltando a diferença existente entre o mundo dela e o real. A banda faz uma pequena participação, usando as “Death Masks”, representando o verdadeiro rosto de cada um dos integrantes.

Filmado e dirigido por Tony Petrossian e Shawn Crahan (percursionista da banda, também conhecido como Clown, #6).

“Before I Forget”

De todos os clipes lançados pela banda até hoje, à primeira vista, esse foi o que me deixou mais curiosa. O Slipknot sempre manteve seu anonimato e de repente lançam um clipe desmascarados? Mas a alegria durou pouco.

O vídeo utilizou de técnicas de filmagem estratégicas onde, mostrasse apenas uma parte do rosto dos integrantes e suas respectivas máscaras penduras, ou jogados pelo chão. E pela primeira vez, vimos a banda trajando roupas casuais, deixando de lado os famosos macacões numerados.

“Before I Forget” ganhou Grammy de Melhor Performance de Metal em 2006, o primeiro Grammy da banda.

“Dead Memories”

Em 2008 tivemos o lançamento do álbum All Hope Is Gone e “Dead Memories” foi o primeiro clipe lançado.

O videoclipe começa com Corey Taylor cavando um túmulo e de repente caindo por terra em uma sala (seria o enterro de suas lembranças?). De cômodo em cômodo, ele passa por diferentes situações, e possivelmente revivendo memórias e serem apagadas (fazendo conexão com o nome da música – Memórias mortas). O curta foi dirigido por P. R. Brown e Shawn Crahan.

“Snuff”

Desilusão amorosa, abandono e a não aceitação da perda, tudo isso está presente em “Snuff”.
Quando o curta foi lançado, houveram várias especulações sobre a história ali contada, “Corey Taylor está frustrado, louco, apaixonado ou é um travesti?”. Creio que o diretor deixou a livre interpretação, onde nos deparamos com hipóteses a serem discutidas e polemizadas.

O vídeo foi produzido e dirigido por Shawn Crahan e tem a participação especial do ator Malcolm McDowell (Laranja Mecânica, do diretor Stanley Kubrick).

“Psychosocial”

“Psychosocial” mostra a banda tocando no quintal do Sound Farm, estúdio em que foi gravado o disco All Hope Is Gone. No cenário podemos perceber um eneagrama em chamas (estrela de nove pontas, símbolo da banda) e em cada ponta da estrela, temos as máscaras penduradas.

A canção foi escolhida como uma dos temas do filme O Justiceiro: Em Zona de Guerra.

“The Devil In I”

Essa canção faz parte do último álbum da banda .5: The Gray Chapter, primeiro disco lançado desde a morte de Paul Gray e o desligamento de Joey Jordison.

Esse clipe com certeza é o mais psicótico e insano lançando até hoje, onde eles literalmente estão tocando para os loucos. O clipe se passa em uma casa antiga, que possivelmente era um manicômio. Podemos perceber que todos estão com máscaras novas e destruindo as velhas, fazendo referência a nova identidade que a banda está assumindo, deixando qualquer vestígio do passado e focando apenas no futuro da banda.

A letra de “The Devil In I”, indiscutivelmente é um relato da saída de Joey, onde alegavam que era por assuntos pessoais, mas a música nos deixa claro que a história vai muito além disso.

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