Diário dos Mortos | Cinema de Buteco

Diário dos Mortos

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Um grupo de estudantes de cinema se unem para fazer um filme de terror sobre uma múmia morta-viva. Paralelamente a isso, no mundo, mortos voltam à vida e deixam todos assustados.

Esse é o enredo do filme, que tenta ser um “Zumbis de Blair”, com o intuito de nos assustar mais. Assim, talvez você se assuste em uma ou duas cenas. Talvez. Mas o pior mesmo são os efeitos especiais: um personagem joga algum tipo de ácido na cabeça de um zumbi tosco, que começa a derreter; outro tem os intestinos explodindo pra fora, e a pior, definitivamente, é uma zumbi amarrada numa árvore pelos cabelos, que, ao levar um tiro de uma 12, fica só com a cabeça – ou o que sobrou dela.

Talvez a ironia do filme consista na reflexão que os personagens fazem acerca da situação. Jason, o camera man, apesar do caos, continua registrando. Deb, sua namorada e narradora do filme, faz uns comentários impertinentes e reclama, reclama reclama, e também consegue fazer relacionar a epidemia dos zumbis com os seres humanos, e todo aquele clichê. Enfim, quem falou que o tempo melhora as pessoas? George Romero falhou nesse filme, de forma grave. Na boa, se houver alguma entrelinha, não foi só eu que deixei passar.

Trailer:

Redação do Buteco

Cinema por quem entende mais de mesa de bar.

Comentários

  1. Esse era pra mostrar a dominação
    por uma das lentes entre as milhares que vazariam na internet caso acontece esa invasão zumbi… É realmente fraco!
    Romero nõa explica, mas fica sub-entendido que todos os filmes acontecem quase ao mesmo tempo, ou após a dominação dos zumbis…
    Mas esse é fraco MESMO!