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Críticas de filmes

2010 PROMETE

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2010 chegou e com ele centenas de novos Lançamentos. Durante o ano de 2009 citamos vários filmes que prometem sucesso em 2010, mas para relembrar, o cinema de buteco resolveu fazer uma lista dos mais esperados para este ano.

Alice no País das Maravilhas
Data de lançamento: 5 de março de 2010

Tim Burton coloca sua imaginação para trabalhar em mais uma versão live-action deste clássico, produzida pela Disney. Aos 17 anos, Alice é pedida em casamento e foge de uma festa a rigor em Londres, seguindo um coelho branco. Ela acaba parando no País das Maravilhas, um local que visitou há dez anos, mas não se lembrava mais.

A Hora do Pesadelo
Data de lançamento: 30 de abril de 2010

Depois de participar de oito filmes, Freddy Krueger está de volta em uma versão ainda mais aterrorizante, segundo palavras do diretor Samuel Bayer. O longa reconta a história do homem que abusava de crianças e as matava nos arredores da rua Elm. Ao ser capturado, Freddy é queimado vivo, mas volta através dos sonhos dos filhos daqueles que o assassinaram para praticar vingança.

Homem de Ferro 2
Data de lançamento: 7 de maio de 2010

Robert Downey Jr. e Gwyneth Paltrow voltam às telonas no filme Homem de Ferro 2, contando com o reforço de Mickey Rourke no elenco, que interpreta o vilão Whiplash. Destaque para Scarlett Johansson, no papel da Viúva Negra.

Prince of Persia
Data de lançamento: 28 de maio de 2010

Jake Gyllenhaal interpreta seu primeiro herói na adaptação do popular game ambientado na Pérsia Medieval. A história foca um príncipe aventureiro que tenta deter um imperador que tenta criar uma tempestade de areia para destruir o mundo. Para o papel, Gyllenhaal teve que entrar numa dieta especial e malhar muito para ficar sem camisa em quase toda a projeção.

Toy Story 3
Data de lançamento: 18 de junho de 2010

Depois de muitas promessas, finalmente o terceiro filme da série Toy Story chega aos cinemas. Dessa vez, a turma de brinquedos liderada por Woody e Buzz deve lidar com a solidão depois que seu dono chega à idade adulta e os deixa de lado.

Eclipse
Data de lançamento: 30 de junho

Terceiro filme da saga Crepúsculo, que colocou os vampiros diante dos holofotes após quebrar recordes de bilheteria com um filme de baixo orçamento. Eclipse é a sequência direta de Lua Nova e já é rodado no Canadá.

The Last Airbender
Data de lançamento: 2 de julho de 2010

Baseado na série de TV, Avatar – The Last Airbender, o filme é repleto de referências da arte asiática, mitologia e artes marciais. O interessante é que a empreitada é dirigida por M. Night Shyamalan, mente por trás de O Sexto Sentido e A Vila. Esse será seu primeiro trabalho que não envolve projetos próprios, por vezes criticados pelos cinéfilos, como seu último filme, Fim dos Tempos.

The Green Hornet
Data de lançamento: 9 de julho de 2010

The Green Hornet (ou O Besouro Verde) é inspirado na popular série de TV de 1966 que fez seu “debut” no rádio, num programa que durou de 1939 a 1952. Britt Reid (Seth Rogen) é o magnata dono do mais lido jornal dos Estados Unidos. À noite, porém, ele vira um justiceiro que luta contra o crime com a ajuda de seu mordomo, Kato.


Resident Evil: Afterlife
Data de lançamento: 27 de agosto de 2010

Milla Jovovich volta a interpretar Alice no quarto filme da franquia Resident Evil. Desta vez, a epidemia que transforma pessoas em zumbis chega ao Japão.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Data de lançamento: 19 de novembro de 2010

Após a morte de Dumbledore, Harry, Hermione e Rony seguem na busca das horcruxes, objetos que guardam fragmentos de alma do vilão Voldemort. A jornada narra os acontecimentos que antecedem a batalha final de Harry contra os Comensais da Morte e seu maior líder.

Poltergeist
Data de lançamento: 24 de novembro de 2010


Remake do clássico de 1982 sobre uma família que se muda para uma antiga casa e começa a presenciar estranhos eventos sobrenaturais. No meio tempo, a filha mais nova do casal é sugada pelo aparelho de televisão.

As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada
Data de lançamento: 10 de dezembro de 2010

Por pouco, os fãs de Narnia ficaram sem ver o final da famosa trilogia literária, mas agora a Fox acaba de confirmar a produção, com um orçamento bem menor que os dois anteriores. Como é de praxe, Lucy e Edmund retornam a Narnia para resolver novos problemas.

Homem aranha 4 Ainada é uma incógnita, alguns falam que será lançado em 2010 e outros em 2011. O que resta é esperar por uma informação oficial .

Mais Filmes 2010:
Rapunzel (animação)
• The Expendables (ação e aventura)
• Death at a Funeral (comédia)
• Sex and the City 2 (comédia)
• Uma Noite Fora de Série (ação e comédia)
• Missão Quase Impossível (ação e comédia)
• Legion (ação)
* Amor sem escalas, favorito no Globo de Ouro.
* O musical “Nine” – entre outros.

Fiquem colados no cinema de buteco que em breve teremos mais informações.

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3 Comments

3 Comments

  1. Wendel Wonka

    17 de janeiro de 2010 at 21:33

    Vc esqueceu do Lobisomem! Remake de 1941! Estréia dia 12/02!

  2. Wendel Wonka

    17 de janeiro de 2010 at 21:35

    E Resident Evil pode ser adiado e o Homem-Aranha está sem previsão! Ainda mais agora q Tobey Maguire e Sam Raimi estão fora da produção =/

  3. Tainã Senna

    17 de janeiro de 2010 at 22:40

    Simmm …. Lobisomem! Remake de 1941— tem esse tb … Tem varios outros .. coloquei os mais esperados … ( eu acho) … rsrs

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Críticas de filmes

Lightyear: Buzz recruta turma de desajustados em aventura do Comando Estelar

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A franquia Toy Story é sem dúvidas um dos maiores sucessos da história do cinema, tanto no desempenho nas bilheterias quanto na aclamação da crítica e do público em geral. Um dos motivos que explicam tamanho êxito é o carisma e simpatia de personagens como Woody, Rex, Sr. Cabeça de Batata e Buzz Lightyear. Este último ganhou seu spin-off que estreia dia 16 de junho no Brasil.

Os fãs de Toy Story, provavelmente devem se lembrar que em 1995, Andy  ganhou um exemplar do brinquedo Buzz, personagem principal do seu filme favorito. Assim, Lightyear, como indica o nome, se propõe a contar a história original de como Buzz se tornou o lendário patrulheiro espacial. 

No enredo, Buzz é ainda um jovem astronauta e junto de sua parceira de equipe, Izzy, estão a explorar um planeta desconhecido, porém as coisas se complicam quando plantas hostis atacam a nave de Buzz. A tentativa de escapar do local dá errado e Buzz e a tripulação são forçados a ficar no local e elaborar um plano arriscado de fuga. 

Dessa forma, o filme percorre várias referências e alusões a clássicos da ficção científica. De fato, em sua missão para conseguir retornar à Terra, Buzz precisa encontrar uma maneira de viajar entre o tempo e o espaço.  Assim, em suas tentativas, o patrulheiro envelhece alguns minutos, enquanto seus amigos envelhecem por anos e, a cada falha de Buzz, ele se distancia da idade das pessoas. 

Além disso, esse fato traz diversos conflitos para o protagonista: Buzz se sente muito frustrado por não conseguir cumprir a missão e não consegue se integrar à nova realidade. Dessa maneira, o roteiro usa as investidas que falharam para mostrar características da personalidade de Buzz, ele ainda é muito teimoso e se recusa a aceitar ajuda. 

Todas essas qualidades são acentuadas quando Buzz se junta à uma turma de patrulheiros desajustados. Nesse momento, o protagonista precisa aprender a lidar com seus defeitos e, principalmente, a trabalhar em equipe. Os elementos de nostalgia são explorados na medida mas nunca em exager. Assim, o filme destaca valores de amizade, companheirismo e força de vontade. 

Outro momento especial que acompanhamos são as mudanças de traje do Buzz, que vão evoluindo no decorrer da história. De modo geral, Lightyear é divertido e tem personagens carismáticos que vão agradar a todos os públicos. O enredo se mantém consistente e no terceiro ato traz elementos novos mas sem grandes reviravoltas.  A Pixar trouxe uma experiência cinematográfica depois de dois anos sem lançamentos no cinema e vale a pena conferir. 

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Ação

TOP GUN: Maverick

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Em entrevista realizada após a exibição de Top Gun: Maverick no Festival de Cinema de Cannes, Tom Cruise disse que valoriza a experiência cinematográfica acima de tudo, enfatizando que ele faz filmes para a telona.  Nesse sentido, Top Gun: Maverick, que estreia no Brasil dia 26 de maio, é o perfeito exemplo de que o astro não mede esforços para proporcionar à audiência umas das melhores experiências nos cinemas que poderíamos pedir.

Top Gun: Maverick traz de volta, o piloto Pete “Maverick” Mitchell, interpretado por Tom Cruise, que após 30 anos servindo a Marinha Americana como piloto de testes, precisa voltar a escola de pilotos de elite Top Gun para treinar um grupo de graduados em uma missão (quase) impossível. Neste momento de sua vida, Maverick se encontra mais maduro ainda que sofra com eventos trágicos do primeiro filme. 

Um dos motivos que deixam Maverick apreensivo com esse treinamento é o piloto Bradley “Rooster” Bradshaw, vivido por Miles Teller de Whiplash: Em Busca da Perfeição, que é filho de seu falecido amigo e co-piloto Goose (Anthony Edwards). Para quem é familiarizado com o primeiro filme, Top Gun: Ases Indomáveis, sabe que apesar de Goose ter morrido em um acidente e que Maverick ainda se sente culpado. Dessa forma, Maverick e Rooster precisam resolver suas mágoas e conflitos para conseguir trabalhar juntos nessa tarefa. 

Além disso, o longa adiciona personagens carismáticos e que se assemelham em algumas características às personalidades dos pilotos de Top Gun. Isto é, em vários momentos o filme presta homenagem a esse universo, com cenas semelhantes e participações especiais. Porém, há uma melhora considerável de um filme para outro, tanto em aspectos técnicos quanto em sua carga dramática.

Top Gun: Maverick poderia ter escolhido o caminho mais fácil e colocar seu herói principal no papel de mentor dos pilotos jovens, seria algo simples e eficiente. Contudo, o roteiro cumpre o que próprio nome do filme já sugere, Maverick é o protagonista e trabalhar essa figura tão intrigante é a prioridade da história. Desse modo, entendemos porque a reputação de Maverick o precede, ele sempre se prova e acima de tudo, se supera. Como ele mesmo cita em uma das linhas de diálogos mais legais do filme, “não é o avião, é o piloto”. 

Assim, a jornada dele é emocionante de se acompanhar. Nas cenas em terra firme, as interações de Maverick e personagens importantes nunca é rasa, embora sejam rápidas, comovem. Há uma cena em especial, que me deixou com os olhos marejados.  E quando vamos para o céu com Maverick e sua turma, viramos seu co-piloto. O trabalho de som realizado aqui é de um nível imersivo que nos deixa arrepiados com todas as acrobacias. Aviso aos cardíacos e aos não cardíacos também, seu coração vai saltar muitas vezes e isso é incrível. 

Conclusão

De maneira geral, Top Gun: Maverick consegue elevar a ação e coração que é a marca registrada do filme. Ademais, reúne tudo que esperamos de um Blockbuster “raiz”, é divertido, é tocante, soube usar a nostalgia a seu favor e não como uma muleta. É possível arriscar que ele irá configurar em listas de melhores da década no futuro. Tom Cruise e sua equipe prepararam o longa para que você tenha a melhor experiência possível ao ir ao cinema. Eles conseguiram, não perca a oportunidade.  

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Terror

Crítica: A Médium (2021)

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Em 2004, os fãs de terror tiveram uma grata surpresa, o tailandês Espíritos: A morte
está ao seu lado, dirigido pela dupla Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom.
O filme não prometia muita coisa, mas entregou tudo e , dezoito anos após o seu
lançamento, ainda é lembrado e bem comentado. A saga do casal Jane e Tun,
assombrados por uma figura que começa a aparecer em suas fotos, ganhou o remake
norte-americano Imagens do além, em 2008, dirigido pelo japonês Masayuki Ochiai e
não tão bem recebido. Antes, em 2007, veio Espíritos 2: Você nunca está sozinho,
também elogiado e marcou a última colaboração entre os dois cineastas. Depois de anos
longe dos cinemas brasileiros, Banjong Pisanthanakun está de volta com A Médium,
terror que aborda xamanismo, found footage e heranças de família.
A história começa com Nim (Sawanee Utoomma), uma médium que explica como e por
que desenvolveu a sua mediunidade. Ela domina bem o assunto e dá detalhes do que é
permitido, sagrado e que deve ser respeitado. Enquanto isso, sua sobrinha, Mink (Narilya
Gulmongkolpech), passa a se comportar de maneira estranha e dá indícios de que está
sendo possuída. É importante salientar que a mediunidade está presente na família de
Nim há gerações e é sempre “passada” para um dos filhos. Nim, a princípio, não seria
médium, mas a sua irmã, mãe de Mink, não aceitou o dom no passado, então Nim teve
que assumir essa missão.
O que vem a seguir é uma sequência de descobertas acerca da família e de forças
mediúnicas, deixando de lado a já conhecida abordagem de possessões quando a ideia
é baseada no cristianismo. Aqui há muito mais a ser conhecido, e Nim passa a questionar
se o seu conhecimento e sua força serão o suficiente para conter o que, supostamente,
está dominando a sobrinha.
A transformação de Mink acontece aos poucos e Narilya Gulmongkolpech consegue
passar a energia de quem está sendo devorada internamente. Ao mesmo tempo em que
segredos de família são revelados, ela cede ao que quer dominá-la.
A expectativa por um novo filme de Pisanthanakun não era tão alta, mas seu nome
carrega o respeito conquistado pelos trabalhos dos anos 2000. Ele consegue trazer um
pouco do que o público queria, mas o espectador já não é o mesmo de 2004, agora ele
quer mais do que lhe foi dado no passado e Pisanthanakun não consegue sanar essa
ânsia por surpresa.

A Médium consegue, assim, prender a atenção do espectador. Seu horror não surge de
maneira óbvia, mas se rende a alguns momentos tradicionais do gênero. O filme diverte,
porém não atinge o que os filmes anteriores do cineasta atingiram: impacto, debates e
discussões a respeito. Mesmo depois de ficar impressionado no cinema, não vai ser
difícil ter uma noite tranquila de sono.

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Bombando!