Connect with us

Fantasia

Star Wars – Episódio I: A Ameaça Fantasma

Published

on


E tudo começa anos depois da Trilogia Original já ser consagrada! George Lucas quer mais dinheiro! Para isso, ele decide contar a trajetória que levou o jovem Anakin Sywalker a ir para o Lado Negro da Força! Neste episódio, lançado 16 anos desde o último filme, vemos a galáxia a beira de uma guerra, a República está perdendo o poder e a jovem rainha Amidala num beco sem saída, sendo obrigada a fugir para um planetinha qualquer onde a Federação não tem poder. Lá, em Tattooine, acompanhada de 2 cavaleiros Jedi, Qui-Gon e seu padwan Obi Wan Kenobi, eles encontram um jovenzinho com a força potencialmente forte nele, Anakin. E aí que tudo começa!

Muitas emoções a parte, o Episódio I é uma boa pré-sequência da Saga, apesar de ser uma das mais fracas. Tem a guerra em Naboo e tudo mais, mas a graça do filme está no achado do jovem Skywalker (e a corrida de pods) e na luta entre os jedis e Darth Maul. A maior diferença que percebi entre O Episódio I e IV, foi que o I é pura história, e o IV é pura aventura! Mas não tenho do que reclamar do Episódio I. É tudo de certa forma bem explicado, bons efeitos especiais e uma historinha bonitinha sobre uma princesa e um jovenzinho que quer vai virar um jedi. Ah é, também tem o Jabba! =P

Houveram muitas críticas negativas sobre as pré-seqüências, mas tenho certeza que todos os fãs de Star Wars assistiram e, quem não era fã (ou misteriosamente não conhecia a trilogia antiga) assistiu, ficou curioso e foi atrás dos clássicos! Não se prenda ao xiitas que dizem que só a trilogia original presta. Veja as novas também e entenda como uma história das estrelas virou uma história das galáxias!

FICHA TÉCNICA:

Título Original: Star Wars – Episode I: The Phantom Menace
Direção: George Lucas
Roteiro: George Lucas
Produção: Rick McCallum
George Lucas
Elenco: Liam Neeson
Ewan McGregor
Natalie Portman
Jake Lloyd
Ian McDiarmid
Ray Park
Ahmed Best
Duração: 133min
Lançamento: Maio/1999

Continue Reading
4 Comments

4 Comments

  1. 2T

    2 de maio de 2011 at 14:47

    star wars é vida.

  2. João Claudio

    2 de maio de 2011 at 17:59

    O objetivo não era só ganhar mais dinheiro, o objetivo era ganhar MUITO mais dinheiro formando uma nova legião de fãs.

  3. 2T

    3 de maio de 2011 at 1:44

    muuuuuuito mais dinheiro mesmo.

    eu fui da turma que se apaixonou em 97, quando os filmes voltaram para os cinemas… peguei a febre toda a partir de 99…

  4. Rafael W.

    3 de maio de 2011 at 9:37

    Um excelente começo pra nova fase da saga.

    http://cinelupinha.blogspot.com/

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Críticas de filmes

Crítica de A Cabana

O Cinema de Buteco adverte: a crítica de A Cabana possui spoilers, uma sinceridade ácida e deverá ser apreciada com moderação

Published

on

O Cinema de Buteco adverte: a crítica de A Cabana possui spoilers, uma sinceridade ácida e deverá ser apreciada com moderação

critica a cabana posterPERCEBEMOS O VALOR QUE HOLLYWOOD DÁ PARA BEST-SELLERS COM OS NOMES ENVOLVIDOS EM ADAPTAÇÕES. A Cabana (The Shack, 2017) é um bom exemplo de produção caça-níquel voltada para quem teve preguiça de ler o livro ou simplesmente leu e achou a oitava maravilha do mundo. Não sei em qual categoria você se encaixa, leitor (a), mas eu vou te dizer já já qual é a minha posição nessa história.

Li esse livro há um bom tempo. Não porque eu precisava de um auxílio espiritual ou estivesse num período crítico psicológico que me fizesse apelar para auto-ajuda. Li porque eu tinha tempo de ler qualquer porcaria. Porra. Eu lia até os livros do Dan Brown nessa época. A Cabana chegou como uma leitura fácil, popular e que, ingenuamente, pensei que pudesse me acrescentar algo. O livro de William P. Young não é uma bomba que dá vontade de arrancar os olhos, mas está longe de algo inesquecível.

Por isso mesmo que me chateei ainda mais com o resultado dessa adaptação cafona de um tal de Stuart “nunca ouvi falar” Hazeldine. (Mentira. Acho que já vi Exame, o seu trabalho anterior, mas não tenho certeza e não importa tanto assim – exceto se a gente for discutir como o cara saiu de um filme de terror para cair na porra de uma adaptação de best-seller) O livro não merecia um produto tão inferior assim.

Começando pelo clima de sessão da tarde versão descarrego do Senhor que domina o longa-metragem quase inteiro e passando pela escalação do elenco (se um diretor desconhecido não foi o suficiente para você perceber como os executivos de Hollywood apostavam nesse filme, os atores podem ajudar a te fazer cair na real), A Cabana é um raro caso em que meus limites foram testados e eu quis imediatamente desistir. Continuei firme e forte porque tenho uma lista de piores filmes de 2017 para entregar e daqui dois meses teremos os piores do primeiro semestre. A Cabana fatalmente estará presente nas duas listas.

Mas afinal… o que A Cabana tem de errado?

Queria escrever “tudo” e encerrar com um “vlw, flw”, mas preciso resistir à tentação. A Cabana apresenta a história do sofrimento de um homem (Sam Worthington) desiludido com a vida e a sua própria existência. Toda a crise começou depois da morte da filha caçula numa viagem. A mocinha foi sequestrada e assassinada por um maluco – mas nem pense em se empolgar achando que A Cabana caminha pro lado do suspense investigativo ou da vingança (como no sensacional Os Suspeitos), pois o assunto aqui é divino. Esse é um filme sobre falar com Deus e resgatar sua fé.

O personagem de Worthington recebe uma carta de uma pessoa desconhecida para ir até a cabana em que a sua vida perdeu o sentido. Lá, ele terá um encontro definitivo com Deus (Octavia Spencer), Jesus e o Espírito Santo. Ou seja, será a terapia mais intensa que o cinema já mostrou em todos os tempos. Eu nem questiono essa parte, sabe? Mas imaginar Octavia Spencer como Deus é improvável demais para me manter concentrado. Péssimo casting, mas lembra que falei que os executivos estão interessados apenas em arrancar dinheiro do público através de uma história sobre busca da fé? E olha que eu nunca critiquei o trabalho da atriz no passado. O negócio é que a cara debochada dela não bate com Deus, véi. Aceitá-la aqui é pedir demais.

Hazeldine, ou quem quer que seja o produtor manda-chuva da vez, comanda sequências vergonhosas como uma corrida por cima da água do lago; uma narração em off expositiva que convida os telespectadores de novelas da Record a se sentirem em casa; visual e trilha sonora cafonas; Octavia Spencer como Deus; Worthington redefinindo os significados de atuação no piloto automático; e ainda tenta nos convencer para uma narrativa que não cativa ou consegue desarmar aqueles que começam a assistir já com um pré-conceito estabelecido. O diretor é desprovido da capacidade de narrar uma boa história e nos envolver, como o autor do livro faz no original. Para o bem ou para o mal, é fundamental conquistar o seu público. A Cabana falha miseravelmente nisso.

É preciso separar qualidade técnica da obra de tema de interesse (afinal, o longa-metragem permanece em cartaz em muitas salas de cinema brasileiras). A função da crítica é orientar o público sobre fragilidades, qualidades, defeitos e inovações presentes em cada obra. É lamentável dizer que, pelo menos na minha concepção de rapaz perdido, A Cabana seja apenas uma mensagem vazia disfarçada de uma adaptação pretensiosa para tentar fisgar apenas pelo coração e transformando a lição da obra original em algo muito raso.

Como disse, esse é um sério candidato para competir com o último Resident Evil pelo título de pior lançamento de 2017. Vou me esforçar loucamente para assistir muita porcaria e tentar ser justo (ou apenas para tentar evitar dar mais motivos para uma futura punição divina… apesar que nem Deus deve ter ficado satisfeito de se ver representado pela engraçada (sqn) Octavia Spencer) no final do ano, mas vou admitir que será páreo duro achar algo desse nível de qualidade.

Continue Reading

Aventura

Crítica: Mogli – O Menino Lobo (2016)

Crítica: “Este novo Mogli pode passear entre “somente o necessário” e o “extraordinário”, mas felizmente é nesse último que fica a maior parte do tempo.”

Published

on

A DISNEY VEM ENCHENDO OS BOLSOS COM REFILMAGENS EM CARNE-E-OSSO de suas animações mais famosas há alguns anos, e não dá sinais de que vai parar. Só nesta década já tivemos Alice no País das Maravilhas, Malévola, Cinderela, e ainda vêm por aí A Bela e a Fera, Cruella, Peter Pan, Pinóquio, Meu Amigo, o Dragão e, acredite se quiser, Ursinho Pooh e Dumbo. Sem falar nos outros trocentos “contos de fadas dark” lançados por estúdios diversos: quantos filmes da Branca de Neve ainda teremos paciência para ver?

É um alento, portanto, ver que este Mogli: O Menino Lobo consegue se sobressair entre os demais nessa selva de remakes. Dirigido por Jon Favreau (de Homem de Ferro 1 e 2), o filme segue de perto a trama da clássica animação da Disney de 1967: um pirralho criado por lobos conta com a ajuda de amigos mamíferos para fugir da ameaça de um tigre vil. Favreau e o roteirista Justin Marks mantêm a história simples, sem subtramas desnecessárias ou personagens novos que pouco acrescentariam (tá anotando, Peter Jackson?). É o Mogli que todos conhecemos, um moleque de tanga vermelha falando com bichos, mas com dois diferenciais fundamentais: um visual impecável e um elenco de vozes de botar respeito.

Olha a escalação: temos Ben Kingsley como a pantera Baguera, paternal e sensato mentor do protagonista; Scarlett Johansson como a hipnótica e ardilosa cobra Kaa; Lupita Nyong’o e Giancarlo Esposito (o Gus Fringe de Breaking Bad) como os lobos afáveis que criaram o garoto; Christopher Walken como o desajustado orangotango Rei Louie; Idris Elba como Shere Kahn, tornando o tigre ainda mais ameaçador e imponente, e possivelmente um dos melhores vilões do ano; e Bill Murray como o urso vigarista Balu, reponsável pelos momentos mais engraçados do longa (“Eu não hiberno completamente, mas cochilo bastante”). Num elenco excelente, Elba e Murray, particularmente, estão sensacionais.

Mogli o Menino Lobo - Shere Kahn - Idris Elba

As vozes não adiantariam tanto se os efeitos visuais decepcionassem. E muito pelo contrário (“muito pelo”, sacou?): os animais digitais de Mogli são impressionantes, extremamente realistas ao mesmo tempo que pertencem indiscutivelmente ao mundo da fantasia – afinal de contas, a maioria fala inglês e não há nenhuma explicação pseudo-científica do tipo “bichos geneticamente alterados” por trás. O estreante Neel Sethi, satisfatório no papel-título, é praticamente o único ser de carbono no filme inteiro, cercado por bits e bytes que vão das cicatrizes de Shere Kahn às frutas no covil do Rei Louie, e tudo convence. Enquanto Alejandro González Iñárritu se gabou de ter passado o pão que o diabo amassou para filmar O Regresso em meio à natureza selvagem, Jon Favreau encerra os créditos finais de Mogli com a frase: “Filmado no centro de Los Angeles”, como se dissesse: “Olha eu aqui criando um universo totalmente verossímil sem precisar me estrepar todo no mundo real”.

Se há uma crítica a ser feita, é que o longa nunca se aventura muito além do território seguro. É aquele típico “para toda a família”: adultos vão gostar da releitura realista e cheia de ação de um clássico da sua infância, e as crianças vão curtir os animais falantes e o clima de fantasia. O cartunesco Zootopia, pra ficar em outro filme recente do mesmo estúdio, também conseguiu divertir um público de todas as idades e ainda trabalhar questões como preconceito e discriminação. Fica a curiosidade em ver se Andy Serkis, que dirige uma nova adaptação de Mogli a ser lançada em 2018 (esses filmes são que nem barata, sempre vêm em dois), elevará o menino-lobo a novos patamares.

Necessário / Somente o necessário / O extraordinário é demais”, cantava Balu na animação de 1967. Este novo Mogli pode passear entre “somente o necessário” e o “extraordinário”, mas felizmente é nesse último que fica a maior parte do tempo, imergindo-nos em um mundo fantasticamente crível. E sim, temos Bill Murray cantando “Somente o Necessário” no filme. Só isso provavelmente já valeria o ingresso.

Continue Reading

Aventura

Filme: Willow – Na Terra da Magia (1988)

Crítica: “Willow – Na Terra da Magia é indicado para públicos de todas as idades, especialmente crianças. Imagino que boa parte dos pirralhos com mais de sete anos irá torcer o nariz para a simplicidade da trama, o que só reforça a ideia de que não se fazem mais crianças como antigamente. O pessoal de hoje é inteligente demais para conseguir apreciar as coisas que encantaram os públicos da década de 1980 e 1990.”

Published

on

Willow fevereiro
DEPOIS DE TENTAR RECRIAR A MAGIA DO CINEMA DE STEVEN SPIELBERG em Splash: Uma Sereia em Minha Vida e Cocoon, o cineasta Ron Howard se viu dirigindo Willow – Na Terra da Magia , um longa-metragem com a temática muito semelhante a uma obra realizada por Ridley Scott três anos antes: A Lenda. E as coincidências não param por aí: Val Kilmer e Tom Cruise, respectivamente, estrelam as duas produções. Curioso é que Kilmer e Cruise contracenaram juntos dois anos antes em Top Gun – Ases Indomáveis, de Tony Scott.

Parece ser mais um caso de disputa dos estúdios por quem faz o melhor filme com a mesma temática, mas felizmente quem ganha é o público com duas histórias inesquecíveis e que marcaram o gênero aventura na década de 1980. Não que isso garanta a qualidade das duas nos tempos atuais, claro.

Pode até bater a preguiça de assistir a um filme do Ron Howard (geralmente são longos), mas basta ler o nome de George Lucas nos créditos para ficarmos animados. Uma história original de Lucas certamente é interessante o suficiente para garantir nossa atenção, não é mesmo? A sinopse é bem simples: um anão aceita relutantemente a missão de proteger um bebê das forças das trevas e da fúria de uma rainha maligna.

Willow é nada mais que um crossover de inúmeras referências. A principal é a história bíblica de Moises e o conto de fadas Branca de Neve, já que o bebê chega até Willow (Warwick Davis) pelo leito de um rio e a Rainha acredita numa previsão de que um bebê causará o fim do seu reinado. No entanto, podemos perceber diversas outras fontes, como Peter Pan, Jack o Matador de Gigantes e principalmente O Senhor dos Anéis (até então considerável um livro impossível de ser levado para as telas – exceto para os Beatles, pelo menos).

Uma das grandes metáforas do filme é que ao escolher um anão como protagonista, Howard claramente faz uma alusão de como nós todos somos pequenos demais na luta contra o sistema, mas que mesmo assim, ainda somos capazes de fazer a diferença. Graças à resistência e coragem do pequeno Willow, o reino escapou das garras da terrível rainha. Tudo bem que ele contou com a ajuda do guerreiro sem modos vivido por Kilmer (que está muito parecido com Tom Cruise, diga-se de passagem), mas ninguém vence guerra alguma sem buscar alianças com nossos opostos, certo?

Willow – Na Terra da Magia é indicado para públicos de todas as idades, especialmente crianças. Imagino que boa parte dos pirralhos com mais de sete anos irá torcer o nariz para a simplicidade da trama, o que só reforça a ideia de que não se fazem mais crianças como antigamente. O pessoal de hoje é inteligente demais para conseguir apreciar as coisas que encantaram os públicos da década de 1980 e 1990.

Continue Reading

Bombando!