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Indicados ao Globo de Ouro

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Saiu hoje a lista com os indicados ao prêmio Globo de Ouro, que é um prévia do Oscar e que além de filmes, também indica as séries da televisão americana. É bem mais divertido que o Oscar, diga-se de passagem.
A surpresa foi a indicação de Heath Ledger para o prêmio de melhor ator coadjuvante, o que pode se repetir quando os nomeados ao Oscar sejam divulgados!

Melhor Filme (Drama)
The Curious Case of Benjamin Button
Frost/Nixon
The Reader
Revolutionary Road
Slumdog Millionaire

Melhor Filme (Comédia ou Musical)
Queime Depois de Ler
Happy-Go-Lucky
Na Mira do Chefe
Mamma Mia!
Vicky Cristina Barcelona

Melhor Diretor
Danny Boyle, Slumdog Millionaire
Stephen Daldry, The Reader
David Fincher, The Curious Case of Benjamin Button
Ron Howard, Frost/Nixon
Sam Mendes, Revolutionary Road

Melhor Ator (Drama)
Leonardo DiCaprio, Revolutionary Road
Frank Langella, Frost/Nixon
Sean Penn, Milk
Brad Pitt, The Curious Case of Benjamin Button
Mickey Rourke, The Wrestler

Melhor Ator (Comédia ou Musical)
Colin Farrell, Na Mira do Chefe
Brendan Gleeson, Na Mira do Chefe
Dustin Hoffman, Last Chance Harvey
Javier Barden, Vicky Cristina Barcelona
James Franco, Segurando as Pontas

Melhor Ator Coadjuvante
Tom Cruise, Trovão Tropical
Robert Downey Jr. Trovão Tropical
Ralph Fiennes, A Duquesa
Phillip Seymour Hoffman, Doubt
Heath Ledger, Batman – O Cavaleiro das Trevas

Melhor Atriz (Drama)
Anne Hathaway, Rachel Getting Married
Angelina Jolie, Changeling
Meryl Streep, Doubt
Kristin Scott-Thomas, I’ve Loved You So Long
Kate Winslet, Revolutionary Road

Melhor Atriz (Comédia ou Musical)
Rebecca Hall, Vicky Cristina Barcelona
Sally Hawskins, Happy-Go-Lucky
Frances McDormand, Queime Depois de Ler
Meryl Streep, Mamma Mia!
Emma Thompson, Last Chance Harvey

Melhor Atriz Coadjuvante
Amy Adams, Doubt
Penelope Cruz, Vicky Cristina Barcelona
Viola Davis, Doubt
Marisa Tomei The Wrestler
Kate Winslet, The Reader

Melhor Roteiro
The Curious Case of Benjamin Button
The Reader
Slumdog Millionaire
Doubt
Frost/Nixon

Melhor Trilha Sonora
Alexandre Desplat, The Curious Case of Benjamin Button
Clint Eastwood, Changeling
James Newton Howard, Defiance
A.R. Rahman, Slumdog Millionaire
Hans Zimmer, Frost/Nixon

Melhor Canção Original
“Down to Earth” – Wall-E
“Gran Torino” – Gran Torino
“I Though I Lost You” – Bolt – Supercão
“Once in a Lifetime” – Cadillac Records
“The Wrestler” – The Wrestler

Melhor Filme de Animação
Bolt – Supercão
Kung Fu Panda
Wall-E

Melhor Filme Estrangeiro
Everlasting Moments
Gomorra
Walz With the Bashir
I’ve Loved You So Long
The Baader Meinhof Complex

Retirado do site: Cinema e Afins

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8 Comments

8 Comments

  1. João

    11 de dezembro de 2008 at 18:23

    pq o globo de ouro é mais divertido?
    eu gosto mais do oscar!!!

  2. Fla

    11 de dezembro de 2008 at 19:37

    e as séries, cadê?

  3. 2T

    12 de dezembro de 2008 at 5:34

    Melhor telessérie (drama)
    Dexter
    House
    Em Terapia
    Mad Men
    True Blood

    Melhor telessérie (comédia)
    30 Rock
    Californication
    Entourage
    The Office
    Weeds

    Melhor ator em telessérie (drama)
    Gabriel Byrne (Em Terapia)
    Michael C. Hall (Dexter)
    Hugh Laurie (House)
    Jonathan Rhys-Meyers (Os Tudors)
    Jon Hamm (Mad Men)

    Melhor atriz em telessérie (drama)
    Sally Field (Brothers and Sisters)
    Mariska Hargitay (Law and Order: Special Victims Unit)
    January Jones (Mad Men)
    Anna Paquin (True Blood)
    Kyra Sedgwick (The Closer)

    Melhor ator em telessérie (comédia)
    Alec Baldwin (30 Rock)
    Steve Carell (The Office)
    Kevin Connolly (Entourage)
    David Duchovny (Californication)
    Tony Shalhoub (Monk)

    Melhor atriz em telessérie (comédia)
    Christina Applegate (Samantha Who?)
    America Ferrera (Ugly Betty)
    Tina Fey (30 Rock)
    Debra Messing (The Starter Wife)
    Mary-Louise Parker (Weeds)

    Melhor minissérie ou telefilme
    A Raisin in the Sun
    Bernard and Doris
    Cranford
    John Adams
    Recount

    Melhor ator em minissérie ou telefilme
    Ralph Fiennes (Bernard and Doris)
    Paul Giamatti (John Adams)
    Kevin Spacey (Recount)
    Kiefer Sutherland (24: Redenção)
    Tom Wilkinson (Recount)

  4. fla

    12 de dezembro de 2008 at 12:30

    obrigada!

  5. João

    12 de dezembro de 2008 at 19:28

    e “ensaio sobre a cegueira” cadê?
    (pelo menos a julianne moore)

  6. karen

    13 de dezembro de 2008 at 3:52

    Melhor Filme (Comédia ou Musical)
    Vicky Cristina Barcelona
    (por enquanto. ainda não vi Queime Depois de Ler. e achei Happy-Go-Lucky uma bosta.)

    Melhor Ator (Comédia ou Musical)
    Javier Barden, Vicky Cristina Barcelona

    Melhor Ator Coadjuvante
    Heath Ledger, Batman – O Cavaleiro das Trevas

    Melhor Atriz Coadjuvante
    Penelope Cruz, Vicky Cristina

    Melhor Filme de Animação
    Wall-E

    Melhor telessérie (drama)
    House

    Melhor ator em telessérie (drama)
    Hugh Laurie (House)

    o/

  7. fla

    13 de dezembro de 2008 at 22:55

    HOUSE E HUGH LAURIE!

    apesar de que eu ache sinceramente que Dexter tem chances de tirar House do topo…

  8. 2T

    17 de dezembro de 2008 at 21:07

    dexter é vida

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Críticas de filmes

O Telefone Preto

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A Blumhouse, produtora americana conhecida pelas franquias Halloween e Atividade Paranormal, traz uma boa surpresa para o cenário do terror mainstream em 2022 com o lançamento de O Telefone Preto. O longa dirigido por Scott Derrickson (Doutor Estranho, 2016), chega aos cinemas brasileiros dia 21 de julho e traz Ethan Hawke (Cavaleiro da Lua, 2022) sequestrando adolescentes nos anos 70.


O roteiro segue Finney Shaw, interpretado por Mason Thames (Walker, 2017) um adolescente de 13 anos introvertido e que sofre bullying na escola. Ele e sua irmã Gwen, vivida por Madeleine McGraw (Homem Formiga e a Vespa, 2018), são muitos próximos e enfrentam dificuldades em casa devido ao alcoolismo do pai, papel de Jeremy Davies (A Casa Que Jack Construiu, 2018).


Um ponto alto do filme está no carisma das crianças. Finney e Gwen são personagens com os quais nos importamos desde o ínicio, não apenas por serem crianças desprotegidas, mas por possuírem instinto de sobrevivência e superação. A amizade dos irmãos proporciona momentos comoventes e fofos em tela e, mesmo quando estão separados, a conexão entre os dois continua muito forte.


Dessa forma, ao colocar crianças como protagonistas, o diretor que também é um dos roteiristas do filme juntamente com C. Robert Cargill (A Entidade, 2012), assumiu o risco de confiar nas habilidades delas para transmitir a tensão do filme. É certo que o elenco de apoio, composto pelos adultos também atua bem, o próprio Ethan Hawke, sempre competente, porém, ele passa todo tempo do filme mascarado e, as situações mais aflitivas, são lideradas pelos atores mirins.


Na cidade de Denver, Colorado, onde a família mora, alguns garotos que estudam na mesma escola dos irmãos começam a desaparecer. Finney, ao voltar para casa depois da aula, também é pego pelo sequestrador mascarado que o leva para um porão à prova de som. No local, há apenas uma cama e um telefone preto desconectado, porém, Finney começa a ouvir chamadas do aparelho desligado.


As ligações recebidas por Finney são os fantasmas dos meninos assassinados anteriormente pelo sequestrador. A princípio, Finney fica assustado com essa interação sobrenatural, mas logo começa a se comunicar melhor com os garotos mortos e usar isso para tentar escapar do cativeiro. Nesse momento, conhecemos melhor o caráter sádico do vilão e quem foram as primeiras vítimas dele.


Além disso, a atmosfera sombria, a violência e a constante ameaça de que Finney não irá escapar de seu destino terrível, aliadas ao uso contidos de jump scares, fazem com que o suspense seja eficiente. O longa foi baseado no conto de mesmo nome de Joe Hill, filho do famoso escritor Stephen King, e, os fãs de King irão perceber várias referências e inspirações do autor de It: A coisa.


O Telefone Preto não é um filme perfeito e pode não impressionar a todos, porém, quem aprecia uma combinação entre os subgêneros sobrevivência e investigação, irá sair da sessão muito satisfeito. As jornadas dos personagens e a entrega das performances conseguem prender nossa atenção. Vale a pena conferir!

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Críticas de filmes

Elvis: Austin Butler é o Rei do Rock em cinebiografia de Baz Luhrmann

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O ator de 30 anos, Austin Butler, era conhecido por participações em programas adolescentes dos canais Disney Channel e Nickelodeon e por protagonizar a série The Carries Diaries (2013-2014). No ano de 2019, além de uma ponta em Era Uma Vez…Em Hollywood de Quentin Tarantino, Butler foi escalado para viver Elvis Presley na cinebiografia Elvis (2022), de Baz Luhrmann, neste que provavelmente é o papel que colocará o jovem ator como um dos mais promissores artistas do cinema atualmente. 

Elvis, que estreia no Brasil no dia 14 de julho de 2022, a primeira vista pode parecer uma cinebiografia tradicional e, de certo modo, o roteiro segue uma estrutura linear conhecida de ascensão e queda do astro do rock. Contudo, a direção e estilo de Baz Luhrmann (O Grande Gatsby, 2013), trazem um diferencial para o filme e, principalmente, para quem é fã do diretor, elevem a experiência cinematográfica. 

Como de costume, Baz utilizou de toda sua criatividade para maximizar os eventos que ele decidiu contar. O filme é extremamente vibrante e frenético. Logo nos minutos iniciais pode-se perceber que a montagem, nada convencional,  realiza transições diferentes, mistura gêneros diferentes e potencializa as partes musicais com cortes rápidos e variações de filtros e cores em sua fotografia e figurinos.

Para acompanhar essa vibração alucinante, era preciso contar com uma performance marcante que conseguisse capturar a essência de Elvis. Levando isso em conta, Austin Butler foi a escolha perfeita. Austin é uma estrela em ascensão e, é impossível não se apaixonar por ele. Em entrevistas para promover o longa, Butler detalhou um longo processo de dois anos de estudo para fazer justiça à figura de Presley. 

A dedicação e preparo do ator compensaram bastante porque Austin Butler é o filme! Para dar luz ao personagem, além de cantar e dançar muito bem, eram necessárias atitudes e comportamentos que fossem além de imitações caricatas. Dessa maneira, o ator transmite todo o magnetismo, energia e carisma que encontramos em Elvis Presley. 

Por outro lado, o personagem vivido por Tom Hanks,  o empresário Tom Parker, que foi responsável por lançar o cantor ao estrelato, não fugiu muito de um caráter caricaturesco. Isso se deve, não tanto pela interpretação de Tom Hanks, mas sim, pelas escolhas do roteiro e direção. Ao definirem Tom Parker como um antagonista muito claro, eles o transformaram em um vilão exagerado. De fato, os abusos emocionais e financeiros que Parker praticava com Elvis, são angustiantes e  é nítido que a proposta do filme era aumentar a comoção e nos deixar revoltados com a manipulação sofrida por ele. 

De maneira geral, Elvis emociona, entretém e destaca as contribuições do ícone do rock para a história da música. Comparada às dezenas de cinebiografias que os estúdios produzem todos os anos, Elvis consegue se sobressair. O filme foi ovacionado por 12 minutos no Festival de Cannes em maio deste ano, e vem conseguindo ótimos números de bilheteria nos Estados Unidos. O sucesso do filme é merecido, vida longa a Austin Butler e Baz Luhrmann! 

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Críticas de filmes

Lightyear: Buzz recruta turma de desajustados em aventura do Comando Estelar

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A franquia Toy Story é sem dúvidas um dos maiores sucessos da história do cinema, tanto no desempenho nas bilheterias quanto na aclamação da crítica e do público em geral. Um dos motivos que explicam tamanho êxito é o carisma e simpatia de personagens como Woody, Rex, Sr. Cabeça de Batata e Buzz Lightyear. Este último ganhou seu spin-off que estreia dia 16 de junho no Brasil.

Os fãs de Toy Story, provavelmente devem se lembrar que em 1995, Andy  ganhou um exemplar do brinquedo Buzz, personagem principal do seu filme favorito. Assim, Lightyear, como indica o nome, se propõe a contar a história original de como Buzz se tornou o lendário patrulheiro espacial. 

No enredo, Buzz é ainda um jovem astronauta e junto de sua parceira de equipe, Izzy, estão a explorar um planeta desconhecido, porém as coisas se complicam quando plantas hostis atacam a nave de Buzz. A tentativa de escapar do local dá errado e Buzz e a tripulação são forçados a ficar no local e elaborar um plano arriscado de fuga. 

Dessa forma, o filme percorre várias referências e alusões a clássicos da ficção científica. De fato, em sua missão para conseguir retornar à Terra, Buzz precisa encontrar uma maneira de viajar entre o tempo e o espaço.  Assim, em suas tentativas, o patrulheiro envelhece alguns minutos, enquanto seus amigos envelhecem por anos e, a cada falha de Buzz, ele se distancia da idade das pessoas. 

Além disso, esse fato traz diversos conflitos para o protagonista: Buzz se sente muito frustrado por não conseguir cumprir a missão e não consegue se integrar à nova realidade. Dessa maneira, o roteiro usa as investidas que falharam para mostrar características da personalidade de Buzz, ele ainda é muito teimoso e se recusa a aceitar ajuda. 

Todas essas qualidades são acentuadas quando Buzz se junta à uma turma de patrulheiros desajustados. Nesse momento, o protagonista precisa aprender a lidar com seus defeitos e, principalmente, a trabalhar em equipe. Os elementos de nostalgia são explorados na medida mas nunca em exager. Assim, o filme destaca valores de amizade, companheirismo e força de vontade. 

Outro momento especial que acompanhamos são as mudanças de traje do Buzz, que vão evoluindo no decorrer da história. De modo geral, Lightyear é divertido e tem personagens carismáticos que vão agradar a todos os públicos. O enredo se mantém consistente e no terceiro ato traz elementos novos mas sem grandes reviravoltas.  A Pixar trouxe uma experiência cinematográfica depois de dois anos sem lançamentos no cinema e vale a pena conferir. 

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