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Sci-Fi

Alien X Predador 2

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Quando vi o primeiro crossover destes ícones da ficção científica, me decepcionei muito! Até agora não consigo entender porque os Predadores (que só atacam em épocas de calor extremo, vide os dois filmes da série) foram parar no Alaska e caçar os Aliens babões. De tão ruim, a única recordação que guardo foram os apelidos que dei para cada um dos três predadores: Falcão, Slipknot (é, pô! Você sabe o nome de algum dos integrantes da banda? eu não sei!) e Derrick Green.

Fui ver a segunda parte com um pouco de receio. Afinal de contas, não é tão fácil criar um filme BOM e que seja acessível para o grande público, sem toda aquela burocracia que os estúdios americanos exigem para agradar ao gosto (duvidoso) de seu público. Me surpreendi, de verdade! A ousadia dos diretores em mostrar cenas violentas (inclusive de mortes de crianças e grávidas) foi um dos pontos altos, deste que é um dos mais viscerais de toda a saga Alien/Predador.

As atuações não significam nada, já que os humanos são reles coadjuvantes para a matança desenfreada do Predador vingador. São vááários Aliens (incluindo um tal de “Predalien“, que é uma mistura do Alien com o Predador, feio de doer!) para o personagem principal exterminar, o que gera muitas seqüências de ação frenética e explosões.

Recomendo demais! E não estou zoando! Juro!

Ficha Técnica:
Aliens vs Predador 2 (Aliens x Predator: Requiem, 2008)
Dirigido: Greg e Colin Strause
Roteiro: Shane Salernono
Genêro: Ficção , Ação
Elenco: Johnny Lewis, Reiko Aylesworth, Steven Pasquale, John Ortiz.
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1 Comment

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  1. mel

    23 de setembro de 2008 at 12:31

    O primeiro foi péssimo, a criatura fez um pacto amigável com uma humana e no final quase rolou um beijo entre os dois. Ah, fala sério, que ridículo!

    Só fui ver o dois depois de ouvir de algumas pessoas que o filme havia ficado bem melhor.

    E não é que ficou mesmo?!

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Críticas de filmes

O Lagosta (2015)

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critica o lagosta

O CINEMA DE BUTECO ORGULHOSAMENTE RECEBE A CONVIDADA ESPECIAL ALINE PARA ESCREVER A CRÍTICA DE O LAGOSTA.

O que é isso que eles chamam de “amor”? cantam Sophia Loren e Tonis Maroudas na melancólica música que encerra esta história de amor pouco convencional, dirigida pelo grego Yorgos Lanthimos.
No roteiro escrito em parceria com Efthymis Filippou, os acontecimentos se passam numa distopia na qual pessoas solteiras são obrigadas a encontrarem seus pares confinadas num hotel, dentro de um prazo de 45 dias. Caso a missão falhe, serão transformadas, literalmente, em um animal de própria escolha.
Para quem não está acostumado com as premissas excêntricas que costumam habitar os projetos desse diretor, que tampouco se preocupa em dar maiores explicações, pode ser difícil enxergar um romance nessa história.
Além disso, a forma apática como os personagens articulam suas falas, como desprovidos de emoção e vontade própria, pode prejudicar o processo de identificação.
Porém, o que torna este filme fascinante é a forma como ele critica a concepção de relacionamento ideal. Tudo permeado por um humor deliciosamente sarcástico, que nos faz rir das regras absurdas impostas pela sociedade nessa eterna caçada pelo amor.
Desde o processo da conquista, o que buscamos no outro, como nos caracterizamos para as pessoas, o porquê da necessidade de se estar em um relacionamento e enfim, o que é preciso para manter um casamento bem-sucedido. A piada sobre filhos para “resolver” as crises é apenas uma das críticas sutis do filme que, apesar do tom absurdo, não deixa de manter relação com a nossa realidade.
Num determinado momento, somos apresentados aos rebeldes desse sistema, os Solitários, que vivem na floresta nos arredores do hotel. Eles, por sua vez, vivem sob outras regras, tão rígidas quanto as da instituição que desejam destruir. São proibidos o afeto e a intimidade. As punições partem desde mutilações até a morte solitária, numa cova cavada pelo próprio “infrator”. Mesmo durante uma comemoração, cada um dança sozinho sua própria coreografia de música eletrônica. Até mesmo o vislumbre de uma personagem isolada jogando seu Resta 1, demonstram a frieza da solidão.
Entre esses dois extremos, surge uma história de amor, que se inicia como tantas outras: num meio adverso e improvável, evoluindo para o encantamento e a criação de todo um mundo particular, com direito até a uma bizarra linguagem própria. No entanto, o caminho para o final feliz se depara com os velhos obstáculos: a inveja, os ciúmes e as dúvidas em relação aos sentimentos.
Afinal, o amor é algo que foi construído culturalmente e, por isso, deve seguir as regras sociais para perdurar ou é mesmo um sentimento livre que para perseverar necessita se libertar das amarras impostas tanto pelo coletivo como as individuais? Até que ponto vale se sacrificar por amor? Vale a pena viver numa mentira apenas para manter um relacionamento?
Eu particularmente adoro obras que me deixam cheias de perguntas, bagunçam minhas visões do mundo, demonstram outros pontos de vista. Agora, se a vibe é de ver uma história de amor fofa, que dê um calorzinho gostoso no coração, fuja para as montanhas! Os gregos não brincam em serviço!
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Críticas de filmes

Crítica: Aniquilação

Diretor de Ex Machina retorna com ficção científica ambiciosa cheia de conceitos físicos e biológicos

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Aniquilação, significado:
fís.quânt colisão entre uma partícula e sua antipartícula, cujo resultado é a conversão destas em radiação ou em outras partículas; aniquilamento, desmaterialização.

Depois de uma impressionante estreia na direção com Ex Machina, era natural que a expectativa em torno do segundo filme de Alex Garland fosse grande.

Baseado no primeiro livro da trilogia Comando Sul, Aniquilação conta a história de Lena (Natalie Portman), bióloga que se junta a um grupo de mulheres formado por uma psicóloga (Jennifer Jason Leigh), uma paramédica (Gina Rodriguez), uma física (Tessa Thompson) e uma antropóloga (Tuva Novotny), para a expedição na misteriosa e sigilosa Área X.

Quanto menos você souber desse filme melhor, um dos grandes baratos é justamente descobrir as coisas junto com os personagens, pelo menos foi isso o que aconteceu comigo, compartilhei o medo e o fascínio das descobertas do começo ao fim.

Assim como outros filmes de ficção cientifica, Aniquilação investe no mistério de diferentes formas de vida no universo, e é extremamente bem-sucedido por três razões: 1 – Tem atmosfera. 2 – Todas as questões abordadas são interessantes e existe uma filosofia profunda por trás delas (e para mim isso já seria suficiente). 3 – Tem uma conclusão satisfatória mesmo para aqueles que sentem falta de respostas ou finais com climax.

As questões físicas e biológicas abordadas são tão interessantes que preciso comentar sobre elas, e isso pode ser considerado um SPOILER.

Por mais absurdo que sejam os acontecimentos no filme, muito do conteúdo pode ser inspirado em transformações que já ocorrem no universo que conhecemos. Pense em um corpo humano por exemplo, depois de morto, caso esteja enterrado, aos poucos a pele se desintegrará e passará a fazer parte da terra, ou seja, parte da natureza.

E isso está totalmente ligado a filosofia metafórica do roteiro, em um diálogo que Lena tem com seu marido Kane (Oscar Isaac, cada vez melhor), ele diz que Deus não comete erros e isso é fundamental para ser um Deus por definição, mas ela considera que a morte seja uma falha genética, porém, se considerarmos que nosso corpo se tornará parte da natureza, isso seria um tipo de imortalidade, então seguindo este conceito, Deus não “errou”.

Mas então Aniquilação é um filme perfeito?

Não, tecnicamente ele não é impecável, e com isso não estou dizendo que esteticamente seja ruim, pelo contrário, apenas acho que os efeitos especiais e a fotografia poderiam ser melhores, acredito que um diretor como Denis Villeneuve (A Chegada e Blade Runner 2049) faria um trabalho mais sofisticado nesse sentido, mas não me entendam mal, eu adorei o filme, ele consegue ser cinema e fazer pensar ao mesmo tempo.

Agora que passou a temporada de premiações, acho que já temos o primeiro grande filme do ano.

 

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Aventura

Crítica: Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

Crítica completa de Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi. Rian Johnson comanda mais um belo exemplar da saga.

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star wars os últimos jedi

poster the last jediO CINEMA DE BUTECO ADVERTE: A crítica de Star Wars: Os Últimos Jedi possui spoilers e deverá ser apreciada com moderação.

É IRÔNICO QUE STAR WARS: EPISÓDIO VIII – OS ÚLTIMOS JEDI (Star Wars: Episode VIII – The Last Jedi, Rian Johnson, 2017) chegue aos cinemas do mundo na mesma semana em que a Disney confirma a compra de praticamente todo o conteúdo da Fox e transforma o executivo Rupert Murdoch em um dos maiores acionistas da empresa do Mickey Mouse. A saga sempre apresentou um viés político de ver os Rebeldes tentando vencer o Império, mas The Last Jedi dedica um espaço considerável para explicar que o sistema sempre vai favorecer o lado mais forte. Ou o lado de quem paga mais, como é o caso do verdadeiro império que a Disney tenta construir.

Ao contrário de todos os outros sete exemplares da saga, The Last Jedi não dá saltos temporais e começa exatamente de onde paramos em O Despertar da Força. Rey partiu em busca de Luke num planeta abandonado enquanto seus amigos são perseguidos brutalmente pelo misterioso Snoke numa imensa batalha espacial.

(Nota importante: não usarei o título original de forma esnobe de quem prefere ignorar os títulos traduzidos, mas porque “Os Últimos Jedi” é um grande problema que deixa claro que os responsáveis pelo serviço porco nunca viram nenhum filme da saga – algo que já suspeitava desde o lançamento do episódio VI com o 1º erro – “Retorno de Jedi”, bicho? É do fucking Jedi. Retorno DO Jedi)

Crítica: Star Wars Os Últimos Jedi

um novo star wars

Star Wars: The Last Jedi é um verdadeiro banquete para apaixonados pela saga e por histórias de aventura com boas doses de humor. Apreciei o trabalho, ainda que menos evidente, sonoro de John Williams; assim como a sensação de que temos um diretor talentoso contando uma nova história da saga mais importante do cinema. Tecnicamente, talvez não seja exagero afirmar que The Last Jedi se destaca com louvor, mas uma boa produção precisa ter um feeling apurado para a narrativa e envolver o público entregando o que é prometido. Entre erros e acertos, The Last Jedi se apresenta como uma produção acima da média da saga, mas abaixo dos grandes momentos vividos em O Império Contra-Ataca e The Return of the Jedi.

Johnson, cujo trabalho mais notório é Looper, aquele filme de viagem no tempo com o Bruce Willis e o Joseph Gordon-Levitt, mas que comandou episódios famosos em Breaking Bad (“The Fly” e o épico “Ozymandias” – aquele do deserto quando a casa de todo mundo caiu), assina também o roteiro de The Last Jedi. Com ousadia, ele tenta resolver algumas questões levantadas no longa-metragem anterior e apresenta caminhos corajosos no desenvolvimento da sua narrativa, sem deixar de prestar as devidas homenagens para a saga. Isso sem falar no romance inesperado entre Rey e Kylo, que já conseguiram superar a tensão sexual de Han e Leia na trilogia clássica – dispenso comparações de Ani e Padmé, ok? Mas existem algumas coisas que me incomodaram.

Problemas em Star Wars: Os Últimos Jedi

snoke os ultimos jedi

Por exemplo, o vilão Snoke (Andy Serkis) surgiu como uma grande ameaça e assumindo o “papel” de Palpatine da vez. Havia uma grande expectativa de como esse personagem seria trabalhado na nova trilogia, mas Johnson descarta o vilão com um descaso que beira a displicência e a falta de noção.

O que acontece em The Last Jedi é exatamente o que Darth Vader propôs para Luke Skywalker em The Return of the Jedi: juntos derrubaram Palpatine e criarem um novo Império. Pela 3ª vez na saga temos um protagonista tentando convencer o outro de que podem dominar o mundo. Esses ecos não incomodam, de forma alguma, mas Snoke se tornou no maior idiota das galáxias quando foi enganado pelo seu aprendiz temperamental e inexperiente. Será que existe uma mensagem por trás disso? Um mundo sob a perspectiva de um líder impulsivo e capaz de qualquer coisa para beneficiar seus interesses? Legal. Mas ainda assim, esperava mais de Snoke.

Também preciso reclamar das partes excessivamente bobas. Será que precisava mesmo incluir um sem número de momentos de humor bobo parecido com o que acontece nos filmes da Marvel? Existem várias piadas dignas de um besteirol completo e isso comprometeu muito o General Hux (Domhnall Gleeson), que se tornou um mequetrefe galáctico saco de pancadas. Fizeram um personagem muito interessante perder o respeito diante o público e talvez esse seja um dos pontos mais negativos de The Last Jedi. Nada contra o Chewie virando vegetariano por peso na consciência e tal, mas o roteiro desceu o nível muitas vezes…

Por último, para encerrar a fase “bate” e entrar na parte de “assopra” da crítica, outro ponto incômodo foi o enfraquecimento de Rey comparado com O Despertar da Força. A personagem evolui no seu treinamento com Luke, claro, mas a impressão que fica é que não existiu uma curva de crescimento elevada que a distanciasse da Rey do final do episódio anterior. Mais decepcionante ainda é a revelação sobre a sua família. Como é que você introduz a personagem com todas aquelas semelhanças com Anakin Skywalker e depois joga na nossa cara que foi apenas uma coincidência, Disney? Tá errado!!!!

Tensão sexual em Star Wars?

tensao sexual em star wars

No entanto, apreciei ver Rey se mostrando instável emocionalmente e mostrando suas inclinações para o Lado Negro, o que deixa Luke alarmado. É Star Wars mostrando que o mundo não é preto e nem branco, ele é cinza e todos estamos em constante mutação. Isso tudo fez parte do arco de desenvolvimento da personagem para criar um clima inesperado de tensão sexual na saga. Como todo relacionamento intenso que se preze, o romance começa com a negação e o ódio como elementos mais fortes. Aos poucos, tanto Rey quanto Kylo começam a ser devorados por uma atração mútua movida pela curiosidade em decifrar o que está acontecendo. Não é assim que acontece geralmente? O envolvimento entre os dois é natural, é sexy pra caralho, o clímax está naquela sequência de luta que começa em slow-motion após a morte de Snoke.

Li uma reportagem que aponta essa cena como o mais próximo que teremos de ver sexo em Star Wars. A sincronia dos movimentos corporais dos protagonistas, um autêntico balé da morte com instrumentos fálicos de luz, a fotografia vermelha para aumentar o clima de luxúria naquele confronto pela vida, tudo isso é realmente uma transa épica entre a versão de Romeu e Julieta de uma galáxia muito, muito distante. Existem outros pontos na produção que para uma mente criativa podem (ou não) representar conotações sexuais sutis (a Millennium Falcon escapando de uma fenda e deixando uma sujeira pra trás; Rey mergulhando num buraco escuro… enfim, tirem suas próprias conclusões…), mas a luta do casal é a única que está bem na cara do espectador.

Mas vamos falar das coisas boas de Star Wars: Os Últimos Jedi

Star Wars - Os Últimos Jedi Luke

A melhor coisa de The Last Jedi está no retorno de Luke Skywalker. Desde a primeira cena, quando ele arremessa seu antigo sabre de luz longe e deixa Rey incrédula, é impossível disfarçar o sorriso no nosso rosto por reencontrar um velho amigo.

Finalmente é revelado seu papel na transformação de Kylo Ren, e aqui temos uma demonstração prática dos truques que o Lado Negro para manipular e enganar com a intenção de criar mentiras para alimentar o medo e o ódio. Luke falhou como mestre e se afastou por toda a culpa que sentia pelas consequências dessa fraqueza. Por isso que ele resiste tanto quando Rey pede para ser treinada.

O medo de falhar mais uma vez reaparece quando ele empata a foda de Rey e Ren, e expulsa a garota. Mas graças à inesperada visita do espírito do Mestre Yoda (e essa foi a única vez que fiquei remotamente emocionado), Luke toma a sua decisão de entrar em combate para defender os Rebeldes da opressão da Primeira Ordem. Detalhe especial é que o Yoda surge dispensando o CGI e como uma das poucas homenagens diretas de The Last Jedi a O Império Contra-Ataca. Para os fanáticos por Star Wars, provavelmente, não existiu momento mais especial. Existiu?

Durante o ato final, Luke surge na base rebelde e tem um momento emocionante de reencontro com a irmã. Na sequência, ele parte sozinho para confrontar todo o exército liderado por Kylo Ren, que inicialmente é covarde ao ponto de ordenar seus “escravos” a concentrarem todos os esforços em derrubar Luke. Quando nota que Luke se incomodou apenas com a poeira, ele é obrigado a descer do seu salto para um confronto selvagem contra seu antigo mestre. A luta dos dois é selvagem no estilo do que foi ver Anakin e Obi-Wan duelando em A Vingança do Sith, mas possui semelhanças narrativas com o duelo que encerra Uma Nova Esperança. Luke se recusa a combater Ren com todo o seu vigor e aceita sacrificar a própria vida para dar tempo para os rebeldes fugirem.

Johnson pode não ter optado por repetir os feitos de J.J. Abrams (que fez um remake de Uma Nova Esperança em O Despertar da Força), mas não poupou esforços com homenagens maravilhosas. A morte de Luke, por exemplo, mostra os dois sóis de Tatooine; R2-D2 mostrando aquela famosa mensagem da Princesa Leia que deu origem a tudo lá em Uma Nova Esperança; o retorno do Mestre Yoda; mas a maior de todas as homenagens ficou dedicada para a nossa imortal Carrie Fisher.

Muita gente estranhou a parte em que a Princesa Leia sai voando no espaço e esquivando dos destroços de uma espaçonave. A minha interpretação foi que Johnson e os executivos da Disney decidiram mostrar que a princesa é realmente uma Jedi muito poderosa, mas que aquilo era também uma maneira de dizer para o público que a nossa Leia é eterna e sobreviverá em nossos corações para sempre.

Star Wars: Os Últimos Jedi é bom?

Star Wars Last Jedi Rey treinando

Para encerrar a nossa crítica sobre The Last Jedi com chave ouro, e para alegrar quem teve preguiça de ler o texto todo e perdeu a parte que falei Rian Johnson escreveu uma ópera espacial pornô, quero afirmar que gostei muito do que vi.

É um belo exemplar, provavelmente o melhor se tratando de direção, e que deixará fãs histéricos com todas as suas surpresas e sequências de ação. The Last Jedi eleva o nível para preparar o terreno para o encerramento da nova trilogia.

Que a Força esteja com você!

Trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi

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