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Yellow Brick Road


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A VERDADE É QUE OS MELHORES FILMES DE TERROR ATUAIS SÃO INDEPENDENTES. Claro que sempre existirá a possibilidade (e sempre acontece, na maioria das vezes) dos independentes serem a mistura de má qualidade técnica com uma ideia idiota, o que seria digno de esquecimento, mas não é o caso de Yellow Brick Road, produção norte-americana do diretor Jesse Holland, que também assina o roteiro. 

Filmes independentes geralmente não tem as limitações dos longas produzidos pelos grandes estúdios e como não existe a preocupação de agradar o sempre conservador público nos cinemas e arrecadar três vezes o orçamento completo, os roteiristas e diretores ficam livres para explorar a trama da melhor forma possível. Muitas vezes o investimento é curto e é preciso muita criatividade para superar a falta de recursos para investir em bons efeitos especiais e mesmo um elenco talentoso. 

Yellow Brick Road é ambicioso. O roteiro apresenta um grupo de amigos que investigam o desaparecimento de toda a população do condado de New Hampshire na Nova Inglaterra. Os 572 moradores do condado andaram juntos pela montanha e então seus corpos foram encontrados congelados, massacrados e perdidos. Apenas uma pessoa sobreviveu. Liderados por Teddy Barnes (Michael Laurino, sósia do Jon Bernthal, ator da série Walking Dead), o grupo acaba experimentando o caminho para uma jornada que mudará a vida de todos. 

Filmes de terror que se passam na floresta costumam ser chatos e fracos, além de repetirem sempre as mesmas fórmulas. O filme de Holland consegue introduzir novas ideias na paranoia que domina as pessoas depois de muito tempo perdidas numa floresta, ainda mais quando passam a serem aterrorizadas por uma misteriosa música e alucinações que tornam a convivência extremamente perigosa. 

Yellow Brick Road pode ter seus defeitos, mas certamente irá empolgar os fãs de terror e de boas histórias sobrenaturais, onde não existe a necessidade de se revelar o verdadeiro segredo por trás de todos os eventos mostrados. 

São duas caipirinhas. 

3 Comentários
  1. Lucas Paio Diz

    Como assim, 2T? Você elogia o filme e dá DUAS caipirinhas?

    1. Joubert Diz

      Ele é um crítico de cinema. mWUHAIHAUIAH

    2. Tullio Dias Diz

      Dar notas é sempre injusto. Elogiei, mas tem coisas que me incomodaram e que não valem mais que três caipirinhas, dei duas para evitar que alguém criasse muitas expectativas.

      Ou seja
      “não se basear nas caipirinhas”
      hahahaha

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