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Melhores sequências musicais de 2017

UMA DAS LISTAS MAIS DIVERTIDAS DO FINAL DO ANO É APRESENTAR AS NOSSAS CENAS FAVORITAS COM MÚSICAS. Sempre existem momentos inesquecíveis (ou que se tornam inesquecíveis) com a escolha de belas canções. Esse ano não foi diferente e você pode deixar seus comentários com suas cenas favoritas, combinado?

Conheça as melhores sequências musicais de 2017

“The Underdog” em Spiderman: De Volta Para Casa

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É até covardia um combo com uma música do Spoon falando muito sobre o jovem Peter Parker apenas em breves segundos na abertura do filme. Esse tipo de coisa conquista a gente sem dificuldades. É amor à primeira vista.

“Everybody Knows” em Liga da Justiça

Joss Whedon recebeu um monte de crítica e os fanáticos diziam que apenas a sequência inicial com “Everybody Knows” prestava no filme. Essas pessoas acreditavam que a música do Leonard Cohen havia sido um toque de Zack Snyder, mas o próprio Whedon disse no Twitter que foi ideia dele… Discussões a parte, essa canção cria uma atmosfera pesada e grandiosa.

“Take Me Home, Country Roads”, em Logan Lucky

Cenas com crianças cantando e dançando conquistam o meu coração. Steven Soderbergh sabia disso quando fez a filha do personagem de Channing Tatum decidir cantar esse clássico de John Denver como homenagem ao pai.

“Mighty River” em Mudbound

Mary J. Blige já tem meu voto para o Oscar de Melhor Canção Original no Oscar 2018, e minha torcida por uma indicação por sua atuação nesse drama da Netflix que fala sobre a Segunda Guerra Mundial, racismo, superação e sobre a vida. Fantástico.

Baby Groot em Guardiões da Galáxia Vol.2

Nada como abrir um filme com um personagem que é pura fofura como o Baby Groot, certo? E dançando “Mr.Blue Sky”, da banda Electric Light Orchestra. Cerca de dois minutos que te fazem rir, dançar e se divertir com a coreografia dele. E simpatia de sobra! (Dani Pacheco)

Epílogo de La La Land

A sequência final de La La Land faz com a gente duas coisas: nos emociona e parte o nosso coração. Mas a composição de Justin Hurwitz é tão linda que vemos as cenas uma, duas, três…até mil vezes. (Dani Pacheco)

Abertura de Em Ritmo de Fuga

A primeira cena de Em Ritmo de Fuga já nos mostra o que Edgar Wright nos prepara: um filme de ação eletrizante e com uma trilha sonora de tirar o fôlego. Ao som de “Bellbottoms”, do grupo The Jon Spencer Blues Explosion, acompanhamos Baby (Ansel Elgort) esperando os ladrões e escapando da polícia; uma carona e tanto! (Dani Pacheco)

Moonlight – Sob a Luz do Luar

Logo na introdução de Moonlight já ouvimos a poderosa “Every Nigger is a Star”, de Boris Gardiner, com uma letra que, assim como filme, é uma celebração ao negro. Em outro momento importante é tocada a versão maravilhosa de Caetano Veloso para Cucurrucucu Paloma. Mas o momento escolhido aqui como uma das melhores cenas musicais do ano, é Hello Stranger da cantora Barbara Lewis, que aparece no terceiro ato do filme, e marca o reencontro dos personagens Chiron (Trevante Rhodes) e Kevin (André Holland), a letra da música fala por eles, coisa linda de se ver: (Marcelo Palermo)

American Honey (ou Docinho da América, título do Netflix)

Música é parte da essência de American Honey, e não poderia deixar de ser, afinal é um filme que retrata a juventude, um olhar cru sob a jovem América. Selecionamos dois momentos musicais, o primeiro com We Found Love da Rihanna, cantora que de certa forma representa essa geração, numa música que diz muito sobre o filme (nós encontramos amor em um lugar sem esperança). (Marcelo Palermo)

O segundo momento é com a música God’s Whisper do rapper Raury, e é justamente a última cena do filme, então caso não tenha visto ainda, pule o vídeo abaixo e assista o mais rápido possível (está disponível no Netflix, de nada)

Mulheres do Século 20

O filme se passa nos anos 70, então é claro que tem muita música boa na trilha, mas nem sempre isso é sinônimo de credibilidade. Afinal, não basta jogar uma música boa na cena, ela tem que se encaixar com o momento, e esse é o caso dessa cena de Mulheres do Século 20, onde a mãe Dorothea (Annette Benning), tenta entender a mudança musical que está acontecendo, ela começa ouvindo a banda punk Black Flag e termina com The Big Country do Talking Heads. (Marcelo Palermo)

Toni Erdmann

Quem nunca se esforçou pra não falhar miseravelmente cantando Whitney Houston que atire a primeira pedra. Apenas não dá pra tentar sem emoção, com cara de paisagem.
Essa é a beleza da cena quando a super controlada e centrada Ines se permite a um momento de entrega cantando The Greatest Love of All. Uma pequena, mas significativa, vitória do plano do seu pai. Um pequeno momento de conexão entre dois estranhos que se amam. (Larissa Padron)

The Handmaids Tale – Heart of Glass

Once I had a love and it was a gas
Soon turned out had a heart of glass

As palavras da santa Blondie são significativas pra explicar o terceiro (e um dos melhores) episódios dessa série que é um grande evento cinematográfico do ano. O episódio mostra o prejuízo da falta de amor não apenas pelos horrores cometidos a Ofglen (que tipo de doente torturaria Rory Gilmore?), mas por esse final lindo e arrebatador, poderoso para nos explicar como o medo tomou conta de tudo. (Larissa Padron)

Atomic Blonde

O filme é ruim. A cena não foi planejada por um diretor que se importou em combinar qualquer significado da canção com o que estamos vendo na tela. Mas que foi legal ver a Charlize Theron kicking assess ao som de George Michael, foi. (Larissa Padron)

Ex-Girlfriend – Let’s Generalize About Men

A série musical Crazy Ex-Girlfriend tem no seu currículo várias músicas geniais de diferentes estilos e sobre diferentes temas, e Let’s Generalize About Men não é uma excessão.

Presente no primeiro episódio da 3a temporada, a música apresenta a protagonista Rebecca e suas amigas indignadas com os homens e expressando toda sua raiva e frustração fazendo generalizações sobre eles enquanto bebem taças e mais taças de vinho. Além de ser extremamente engraçada, a música aponta o já conhecido talento da co-criadora e protagonista da série Rachel Bloom em criar comédia através de críticas sociais pertinentes, como também é um ótimo início para essa que está sendo a melhor temporada da série. (Lucas Victor)

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