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Review: Prison Break s05e05 – Contingency

A morte é algo inevitável, então, sobreviver é um desafio diário. Porém, Prison Break nem sempre te dá muita certeza quanto a isso. Apertem os cintos e vamos à mais uma análise.

Contigência

Após o grupo liderado por Michael se esconder, os terroristas oferecem 10 milhões em recompensa pelos fugitivos. A morte se aproxima e o final da temporada também. Os irmãos discutem se é melhor sair do Iêmen de avião, de trem ou no carro da funerária com destino à sete palmos do chão. Sempre parece não haver escapatória. Tentaram os trilhos primeiro, mas não deu certo.

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São muitos soldados da ISIL em todos os lugares. No aeroporto, estação de trem, na rua, na chuva, na fazenda ou… ok, já chega. Isso é uma praga! Os terroristas, não o Kid Abelha, tá pessoal? Enfim, eles são a maioria e o Lincoln não dá mais conta de quebrar todo mundo na porrada.

Nós somos os campeões

“Eu paguei minhas dívidas, pouco a pouco, eu cumpri minha sentença, mas não cometi nenhum crime”. Mas foi andar com Michael Scofield e Lincoln Burrows, não é mesmo Ja? Quase se ferrou.

Aliás, que abstinência horrível essa que faz a pessoa beber álcool 95% e ouvir Freddie Mercury soltando a franga, né? Ao menos toda essa loucura e essa experiência altamente etílica serviram para por fogo nos terroristas que estavam na cola dos fugitivos. Na saída da clínica, Sid, filho do Sheik da Luz, foi atingido e morreu algemado ao caolho que queria o valor da recompensa para se vingar de todos que sempre o chamaram de ‘virjão’.

Luz no fim do túnel

Por falar em luz. No carro, Whip cobra satisfações de Michael. Como diria o palhaço tupiniquim: – Qual é? Qual foi? Por que que tu tá nessa? ”. Scofield não quis explicar, apenas lhe pediu confiança e disse que havia uma “luz no fim do túnel” para ele. Nisso, a luz apareceu. Mas era de outro veículo que bateu com tudo em cima deles.

No aeroporto, C-Note liga para Lincoln que o pede para esperar 20 minutos antes de decolar. O jihadista responde que nesse tempo os irmãos só chegariam para seu velório. O grupo correu, mas não deu tempo. O avião levantou voo. Sabem a tal luz? Apareceu de novo. Mas não era o fim do túnel. Eram os faróis dos carros perseguindo o clã de Michael ao término do episódio.

Por fim, eu nem vou comentar muito as desculpas de Jacob por ter mentido para Sara sobre ser o Poseidon. Deu para ver que nem ela que é trouxa caiu nessa. Ela o abraçou e fez uma cara de quem pensa “Tá bom, eu acredito que Pequi é gostoso”. Blergh! Não mesmo.

Volto na próxima semana com mais uma análise. Nisso vocês podem acreditar!

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