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Eu, Robô

Sempre que vejo uma ficção-científica me lembro de 1984. Desde que li o livro, praticamente tudo me lembra o Grande Irmão e seus esforços para controlar a população. De certa forma, as semelhanças existem durante o longa-metragem de Alex Proyas, e talvez até mesmo os fins da máquina possam ser considerados parecidos com o tratado científico de George Orwell, mas em Eu, Robô é a ação que chama a atenção. Além, claro da presença do sempre caristmático, Will Smith.

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O ator interpreta ele mesmo, ou seja, nada que você já não tenha visto antes. Os mesmos trejeitos engraçadinhos de seus personagens em Independence Day ou Bad Boys marcam presença e mostram que Johnny Depp não é o único (bom) ator que acaba ficando preso em suas próprias manias e personagens. Dessa vez ele vive um policial que vive em um futuro onde os humanos convivem pacificamente com robôs, criados para auxiliar e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas a situação se mostra um pouco menos alegre depois do suicídio do cientista que projetou as máquinas.

Em uma mistura de Exterminador do Futuro com Inteligência Artificial, o longa-metragem é indicado para todos os fãs de Will Smith ou de ficção-científica em geral. Mas caso você nunca tenha lido 1984, eu aconselharia a leitura do livro ao invés de qualquer filme do gênero…

São três caipirinhas no Buteco!

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