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Dylan Dog e as Criaturas da Noite


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DYLAN DOG E AS CRIATURAS DA NOITE SURPREENDENTEMENTE É BASEADO EM UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS. Enquanto perdia preciosas 2h da minha vida conferindo essa bomba cinematográfica de fazer inveja aos últimos filmes do Van Damme, foram poucos os momentos em que quase perdi para a disputa com o sono. Outros filmes muito melhores perderam, mas algo chamou minha atenção. Talvez essa doença que tenho em assistir filmes ruins. Vai saber.

Estrelado por Brandon Routh, a produção conta a (péssima) história de um detetive relutante em investigar um misterioso crime sobrenatural envolvendo lobisomens e vampiros. O velho clichê que todo mundo está acostumado a assistir em praticamente 11 de dez filmes atuais. 

Em determinado momento de Dylan Dog e as Criaturas da Noite surge um papo de pessoas viciadas em sangue de vampiro. Como não lembrar de True Blood? Ainda mais depois que resolvem enfiar lobisomens (com efeitos especiais que deixam Um Drink no Inferno parecendo filme do James Cameron) e até mesmo zumbis que CONVERSAM e se alimentam de lesmas. Uma produção nada original, que pode muito bem se encaixar na descrição da série da personagem Sookie Stackhouse (Anna Paquin) em uma mistura nada higiênica com Constantine

Dylan Dog e as Criaturas da Noite arrasta o ex-interprete do Superman para as profundezas do inferno hollywoodiano. O que não chega a ser uma completa tristeza, pois o ator só pode oferecer caras, bocas e músculos, em suas interpretações rasas e completamente frígidas. 

São duas caipirinhas sem açucar, com cachaça chora-rita misturada com gasolina e limão podre. 

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