Jogos Mortais VII – 3D

A violência gratuita está de volta e dessa vez, o lema de Jigsaw acaba rendendo um best-seller de uma de suas vítimas. Mas quem foi que disse que aqueles que sobrevivessem aos jogos poderiam lucrar em cima da experiência? Enquanto o autor do livro passa a se arrepender de suas escolhas, o ex-detetive Hoffman busca vingança contra a ex-esposa de Jigsaw. E essa é a sinopse de Jogos Mortais VII.

Dizem que o sétimo filme será o último de uma das franquias mais lucrativas do cinema de terror. Será difícil acreditar que a partir do ano que vem não teremos nenhuma continuação do legado de Jigsaw, ainda mais depois da bombástica revelação final. Produtores de filmes de terror NUNCA sabem quando parar e talvez seja tentador demais criar mais um Jogos Mortais. O diretor Kevin Greutert (que também ficou responsável pelo longa anterior) pelo menos conseguiu encerrar bem a saga, com um daqueles desfechos que todo mundo está cansado de saber e que mesmo assim, ainda surpreendem.

O diferencial de Jogos Mortais VII é o uso do efeito 3D. Infelizmente eu não vi essa versão, portanto fica impossível comentar se ficou legal ou não. Provavelmente para aproveitar um efeito 3D em um filme de terror, você precisa de estômago de ferro e uma boa dose de José Cuervo no coração. As armadilhas estão bem agressivas e violentas, apesar de não ter nada de novo. A única armadilha que chamou a atenção foi a que contou com a participação do cantor Chester Bennington do Linkin Park. O personagem ficou com a pele colada no banco de um carro sustentado por um macaco e tinha que se soltar e puxar uma alavanca para salvar a vida da namorada e de dois amigos. O problema é que ele tinha que fazer isso em menos de um minuto, pois se demorasse mais que isso, o carro iria descer do macaco, esmagar a namorada, arrancar os braços e cabeça de um amigo e atropelar o outro. Incrível, né? Claro que o resultado não poderia ser mais diferente do que assistimos na tela.

Jogos Mortais VII não é ruim, mas está anos luz da qualidade dos dois primeiros filmes. Tanto no roteiro quanto nos efeitos especiais. Não fosse pelo desfecho e pelo retorno de um personagem “clássico”, seria o pior filme da série. E por isso, só dou duas caipirinhas.

  • Wendel Wonka

    Eu tava achando o post mt convincente até vc falar q deava 2 caipirinhas! hahahahahha! Bom, vou ver pq já assisti 6, o q é +1? xD

  • 2T

    hahaha, droga.

    boa sorte.

  • Lucas Paio

    Nunca vi uma franquia tão prolífica em tão pouco tempo. 7 filmes em 5 anos! Nem a Xuxa consegue tanto. Mas devo dizer que tô atrasadaço. Vi o primeiro no cinema e curti bastante, principalmente a tensão e a claustrofobia da história principal, no banheiro. Vi o segundo em dvd e achei mediano, porque faltava justamente essa claustrofobia que tinha me agradado no primeiro. A partir daí resolvi evitar o restante. Hahaha… Mas ter o vocalista do Linkin Park como vítima parece interessante, pelo menos vinga o público por tanta música ruim.

  • 2T

    Olha… o legal de Jogos Mortais era a maneira como davam as viradas na história, deixando o espectador boquiaberto. Mas depois de seis filmes, isso cansou muito e usar a mesma fórmula no sete foi pedir demais.

    Crawling in my skiiiiiiiin

Tullio Dias

Dizem que sou legal, mas eles estão mentindo só para me agradar. Gosto de Molejo, acho Era Uma Vez no Oeste uma obra-prima, prefiro baixo de quatro cordas do que os de cinco, tenho um MBA de MKT Digital e um curso de Publicidade, não tenho filhos, não tenho um coração, mas me derreto por caipirinhas.