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Tróia


De Wolfgang Petersen, com Brad Pitt, Eric Bana, Orlando Bloom, Diane Kruger e Sean Ben, de 2004.

Antes de tudo, temos aqui um impasse histórico: terá a Guerra de Tróia acontecido? O filme, assim como os livros de história antiga, conhecem a guerra pelos relatos de Homero em Ilíada e Odisséia. Esses relatos homéricos, feitos em versos, são muito importantes para se entender a Grécia Antiga, que teve a guerra como fato presente em suas vidas (Atenas, em seu período clássico que durou 180 anos, guerreou em 120), e o mar como vista de onde quer que se olhasse. Nada se sabe da existência de Homero, mas especula-se sobre a veracidade dos fatos; o que interessa de Tróia, para nós, é a famosa guerra.

Aquiles (Brad Pitt) é um semi-Deus. Filho de uma deusa com um mortal, é o maior guerreiro de todos os tempos. Alguns consideram-no um imortal, mas um pequeno ponto fraco distancia-o da Acrópole. Páris (Orlando Bloom), em viagem diplomática à Esparta, se apaixona por Helena, a mulher mais bela do mundo, e a leva consigo para Tróia. O rei e esposo Menelau, enfurecido, manda 1000 embarcações sob o poder de Agamenon, e o precioso Aquiles, cujo destino era morrer jovem, porém sob grandes glórias.

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O filme é uma grande produção, adaptando a história de Homero com grande veracidade. Até a desconfiança de que Aquiles era homossexual (na época, considerado um fator de poder) e apaixonado por seu primo, Patroclo, interpretado por Garreth Hedlund, foi retratada, mesmo que só para os chatos detalhistas (como eu, por exemplo).

Por trás da didática da coisa, se passa uma bela história de honra e de amor, e que vale a pena ser vista! Recomendo!

Trailer:

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