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10 Filmes de Epidemia para Você Assistir

SE VOCÊ TEM PROBLEMAS COM DEPRESSÃO E ANSIEDADE, RECOMENDAMOS QUE NÃO LEIA ESTE POST. LEIA ESTE AQUI, QUE TEM UMA LISTA COM AS MELHORES COMÉDIAS DE 2019!

 

Não tem assunto mais em alta hoje do que o COVID-19, popularmente conhecido como coronavírus. Aqui mesmo no Cinema de Buteco já falamos sobre o impacto dele na indústria, nas bilheterias e até damos dicas de filmes para assistir durante a quarentena.

Agora, seremos mais específicos. Chegou a vez de falarmos sobre as melhores produções cinematográficas que abordam o tema epidemia. O que não falta são opções de qualidade!

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Agradecemos a todos os nossos colaboradores que enviaram suas dicas e parágrafos.

 

Epidemia (1995), de Wolfgang Petersen

Tudo começou com o macaquinho Marcel, aquele mesmo que o Ross tinha de estimação em Friends. Disponível na Netflix, Epidemia conta a história de um vírus que chega nos EUA e começa a causar um pandemônio.

O filme é divertido, sem compromisso com o apocalipse. A produção ainda traz críticas aos governantes e suas decisões baseadas em interesses. Mas a gente sabe que tudo vai dar certo. Dustin Hoffman, Kevin Spacey, Renê Russo e Morgan Freeman estão no elenco do filme.

(Tullio Dias)

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Contágio (2011), de Steven Soderbergh

Em 2011, Steven Soderbergh dirigiu Contágio, provavelmente o melhor e mais realista filme sobre epidemia. Se fosse lançado nos anos 90/00, teria sido um incrível sucesso de bilheteria e ganharia vários prêmios. No entanto, por algum motivo, passou batido nos anos 2010.

O suspense ganhou os holofotes recentemente devido ao coronavírus, mas é uma pena que as pessoas somente o conheçam por isso. Destaque para a fotografia, trilha sonora e edição. O elenco é formado por grandes atores, como Gwyneth Paltrow, Matt Damon, Marion Cotillard, Jude Law, Kate Winslet e Laurence Fishburne.

(Marcelo Palermo)

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Mortos que Matam (1964), de Ubaldo B. Ragona e Sidney Salkow

A primeira versão de Eu Sou a Lenda não é a mais conhecida. Diferente dele e de Omega Man, Mortos Que Matam é a adaptação mais fiel do livro de Richard Matteson. Apesar do protagonista, interpretado por Vincent Price, ter um nome diferente de sua contraparte no livro, pouco muda em relação ao material original.

Por ser um filme de baixo orçamento, a atuação se sobressai em todos os outros aspectos, o que dá a produção um ar de filme B. Ainda assim, é uma produção interessante para se ver ou rever, principalmente por falar tanto sobre solidão quanto de isolamento, diferente de seus companheiros cinematográficos mais famosos.

(Tiago Lira)

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12 Macacos (1995), de Terry Gilliam

Em Os 12 Macacos, Terry Gilliam dirige Brad Pitt naquela que, até hoje, é sua melhor atuação. A trama é baseada no curta “La Jetée” e chegou aos cinemas em 1995. Nela, um homem é mandado numa viagem no tempo para impedir que o mundo seja devastado por um vírus letal.

A pandemia não é tão trabalhada, deixando a viagem no tempo e a paranoia terem mais atenção. Mas ainda assim, é uma bela dica!

(Tullio Dias)

Maggie: A Transformação (2015), de Henry Hobson

Maggie foi anunciado como um filme de zumbi com Arnold Schwarzenegger. Para fãs do eterno Exterminador do Futuro e mortos-vivos, parecia algo imperdível.

O longa acabou recebendo uma recepção bastante morna e foi esquecido pelo público. E isso é uma pena, afinal, poucas vezes assistimos a um drama zumbi que mostra toda a transformação e as consequências na família.

Recomendo.

(Tullio Dias)

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Vírus (2009), de David e Àlex Pastor

Vírus é um longa norte-americano, dirigido pelos irmãos Alex e David Pastor, cujo nome original é “Carriers”. O filme é sobre um vírus mortal que se espalha pelo planeta e um grupo de jovens, comandados por Chris Pine, tenta fugir para um lugar seguro e longe de infectados.

Quando o carro deles quebra na estrada, começam os dilemas sobre abandonar os amigos, parentes e até crianças, ou correr o risco de contaminação. Tudo pela sobrevivência.

(Maristela Bretas)

Virus (2019), de Aashiq Abu

O mais novo “Vírus”, do ano passado, é uma produção indiana gravada no idioma Malaio, com legendas em inglês. Ele é baseado em fatos reais e aborda o surto do vírus Nipah, ocorrido numa vila local.

A produção tem muito a ver com a situação que estamos vivendo agora, especialmente na forma de contágio, na precariedade do atendimento médico, e da descrença de que se trata de algo mortal. O diretor, Aashiq Abu, soube captar muito bem o drama dos corredores dos hospitais cheios e o desespero no olhar das pessoas diante da possibilidade do contágio. Além do isolamento imposto pela doença, é claro.

(Maristela Bretas)

Guerra Mundial Z (2013), de Marc Forster

Guerra Mundial Z é provavelmente um dos sucessos mais improváveis do cinema. Sua pré-produção foi marcada por crises, trocas de diretores, roteiristas, e ninguém apostava que o filme pudesse surpreender nas bilheterias.

Bem, Brad Pitt mostrou exatamente o contrário e esse filme sobre uma contaminação que transforma as pessoas em zumbis insanos fez o maior sucesso. Tanto que, até hoje, aguardamos pela sua continuação. Acho que esse é o momento, né?

(Tullio Dias)

Madrugada dos Mortos (2004), de Zack Snyder

Zack Snyder filmou em 2003 um remake do clássico Despertar dos Mortos (1978). Assim como o filme antigo, repetiu o sucesso e entrou pra lista de um dos melhores filme de epidemia e zumbis já feitos. O roteiro não foca no vírus em si e suas origens, dando apenas uma noção dos pacientes que começaram tudo e os efeitos aterrorizantes em quem o pega.

Vale pra quem gosta de ação, de levar sustos e, especialmente, não tem medo de zumbis. Eu sei que eles não existem, mas os “monstros” de Snyder são apavorantes. Sério. E rápidos.

(Dani Pacheco)

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Sentidos do Amor (2011), de David McKenzie

Epidemias, muitas vezes, são tratadas de maneira bruta, e mostram a busca pela sobrevivência. Mas em Sentidos do Amor, de David Mackenzie, testemunhamos isso de maneira poética. O cineasta mostra um casal recém-formado, enfrentando uma epidemia que afeta os sentidos humanos: começa pelo olfato e atinge, também, as relações humanas.

É contraditório querer amar em um contexto que não permite um sentimento tão valorizado e necessário para cada um de nós. Ewan McGregor e Eva Green interpretam os protagonistas e verdadeiros heróis do drama, que revela uma realidade que parecia muito distante da nossa quando o filme foi lançado, em 2011. Hoje, encontramos semelhanças incômodas, as quais insistem em permanecer.

(Graciela Paciência)

BÔNUS

Zumbilândia (2009), de Ruben Fleisher

Zumbilândia combina ZUMBIS com PANDEMIA e APOCALIPSE. Você vai resistir? Com um senso de humor afiado, temos Jesse Eisenberg liderando um grupo de sobreviventes que precisam lidar com suas diferenças para conseguir encontrar um lugar seguro.

Ganhou uma continuação em 2019, dez anos após seu lançamento, e novamente conseguiu sucesso com uma narrativa muito divertida.

(Tullio Dias)

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