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30 filmes para assistir na Amazon Prime


O Homem que Copiava (2002)

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Lázaro Ramos é André, um jovem de 19 anos que se apaixona por sua vizinha, e começa a espioná-la e perseguí-la. Mas, para conseguir se aproximar, ele tem que conseguir dinheiro para comprar algo na loja em que ela trabalha. E ele é apenas o cara que cuida da fotocopiadora. Um pobre, que mora com a mãe, e acha que sua vizinha, Silvia (Leandra Leal), nunca irá querer nada com alguém como ele.

Sem spoilers, o filme é diferente de produções cansativas, sem conteúdo. O roteiro é original, a montagem é original, as falas são inteligentes e a história é envolvente. Assista! (Redação do Buteco)

 

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Drive (2011)

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A trama conta a história de um motorista (Ryan Gosling) que ganha a vida como dublê de filmes de ação e mecânico. De vez em quando, como motorista de fuga em assaltos. Ele acaba se envolvendo com sua vizinha (Carey Mulligan), que acaba de receber de volta o marido ex-presidiário (Oscar Isaac), que tem uma dívida para pagar com uns mafiosos do mal.

Um dos melhores filmes da década, Drive pode não ser fácil de digerir para quem tem estômago fraco, mas em sua trilha sonora e, principalmente fotografia, está uma produção obrigatória para qualquer cinéfilo que se preze e queira entender o mundo do cinema entre os anos 2011 e 2020. (Tullio Dias)

 

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Clube da luta (1999)

A história é a seguinte: uma pessoa (Edward Norton ), que em alguns lugares é intitulada “narrador”, é reprimida pela sua vida. Tem um emprego que paga bem, possui roupas caras… porém, tem insônia. Sua insônia acaba quando ele começa a frequentar grupos de ajuda (câncer de testículos, tuberculosos, pneumonia, etc.). Sua calmaria termina quando uma mulher, também impostora, passa a visitar os mesmos grupos. Marla Singer (Helena Bonham Carter) passa a perturbar a mente do protagonista. Neste meio tempo, o homem conhece o misterioso Tyler Durden (Brad Pitt) e, assim, tornam-se GRANDES amigos. E de tão amigos que se tornam, acabam criando um clube, o clube da luta, cheio de regras para serem seguidas.

O filme prossegue, sem furos no roteiro, com muita ação e com muita informação. Sim, em nenhum momento o longa fica frouxo, vazio e inútil. Cada frase e cada cena podem gerar grandes discussões. Um clássico dos anos 90, que dividiu águas e que criou teorias infinitas. (Bia)

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Cães de aluguel (1992)

Um autêntico filme de roubo (ou heist movie), como O Plano Perfeito, de Spike Lee, ou o recente Em Ritmo de Fuga, de Edgar Wright, a grande estreia de Quentin Tarantino possui um diferencial especial: é um filme de roubo em que não assistimos ao roubo em si, apenas temos acesso às consequências (sangrentas) do fato. Se foi ousadia ou inteligência (para contornar a falta de orçamento disponível) pouco importa.

A verdade é que Cães de Aluguel, logo nos minutos iniciais, já mostra para o público o cartão de visitas do cineasta com longos diálogos cheios de sarcasmo e piadas engraçadinhas com referências à cultura pop. É uma bela estreia, que conta com a maioria dos traços que fizeram Tarantino se tornar o que é hoje: o roteiro, a narrativa não linear, personagens complexos, trilha sonora inspirada, e, claro, muito sangue jorrando pela tela. Filmaço! (Tullio Dias)

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Corrente do mal (2014)

Dirigido por David Robert Mitchell, é um filme americano que nos apresenta a história de Jay, jovem que, após uma noite de curtição, contrai uma maldição mortal transmitida sexualmente. Atormentada por figuras invisíveis aos demais, que a perseguem o tempo todo com o intuito de exterminá-la, a protagonista se vê em um dilema: passar a maldição adiante, livrando-se de suas consequências, ou aceitar a maldição e acabar com sua proliferação de uma vez por todas.

Corrente do Mal é um filme de baixo orçamento, do tipo que prova que, muitas vezes, a criatividade e a inteligência podem superar o dinheiro e produzir obras interessantes e relevantes com um frescor raro e empolgante no campo do terror. Vale a pena conferir. (Lucas Siqueira)

 

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A Caça (2013)

Uma coprodução entre Dinamarca e Estados Unidos, o filme, do diretor Thomas Vinterberg, um dos ideólogos do movimento Dogma 95, mostra como um episódio pontual e carente de provas, pode se transformar em histeria coletiva. Lucas (Mads Mikkelsen) trabalha em uma creche, depois do fechamento de uma escola de ensino fundamental em uma pequena cidade nórdica. Depois de um casamento desfeito e uma brusca separação do filho, ele parece reencontrar a felicidade com uma nova namorada e a possibilidade de retorno do filho adolescente. Mas aí surge um empecilho: uma das crianças que ele cuida, Klara, confessa um episódio impróprio, depois do professor tê-la ignorado justamente por ter percebido algo de imaginativo na garota. A acusação faz logo que Lucas seja afastado do trabalho e passe a ser perseguido pela comunidade, mesmo sem provas do ato.

Filmado com uma crueza impressionante, Vinterberg nos questiona a cerca de alguns tabus sobre a ingenuidade dos atos das crianças, e nos lembra do quanto a histeria coletiva pode ser nociva, fazendo imprensa e cidadãos culparem pessoas sem terem um mínimo de prova para isso. (Guilherme de Paula)

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Um Estranho no Ninho (1976)

Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson) é um malandro que já foi preso umas quatro vezes e desta vez se fez de maluco e foi parar numa espécie de manicômio. Inconformado com a passividade dos loucos (?!), ele começa a tocar o zaralho, deixando puta da vida a enfermeira chefe Miltred Ratched (Louise Fletcher). Depois de alguns dias rindo à toa, Randle descobre que não sairá de lá de acordo com sua pena da cadeia, mas, sim, quando acharem que ele é normal. Daí em diante, o homem começa a bolar um modo de fugir junto com o Chefe Bromden (Will Sampson), um índio com uns dois metros de altura, que aparenta ser surdo-mudo.

Filme bem dramático e triste, mas que vale a pena assistir! (Wendel)

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As Vantagens de Ser Invisível (2012)

O drama conta a história de Charlie (Logan Lerman), um adolescente meio problemático que sofre com dramas pessoais desde a infância até a juventude recente. Mas as coisas melhoram quando ele redescobre a amizade. É aí que surgem Sam (Emma Watson) e Patrick (Ezra Miller), que abraçam o jovem e mostram a ele como a vida pode ser boa ao lado de bons amigos.

Apesar de se passar em um universo highschool norte-americano, o longa foge do esquema patinho feio, jogador de futebol e rainha do baile. É leve, divertido, mas ao mesmo tempo trata de temas densos. A trilha sonora é outro ponto chave. Pra quem é fã de uma boa musica, vai curtir e cantar junto ao som de The Smiths, New Order, Sonic Youth, e eu não poderia deixar de citar David Bowie, com a música mais marcante da produção. (Joubert Maia e Nathália Martins)

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Rush: No Limite da Emoção (2013)

Em Rush, de Ron Howard, assistimos a dois homens sucumbirem diante seus vícios em adrenalina e compulsões por vencer a morte cada vez que pilotam seus possantes veículos. A obra tenta reconstruir a rivalidade dos pilotos Nikki Lauda (Daniel Bruhl) e James Hunt (Chris Hemsworth) durante a temporada de 1976 da Fórmula 1.

De um lado, acompanhamos a dedicação e obsessão extrema de Lauda com os detalhes para ter o melhor carro e ser o melhor piloto. Do outro, temos o impulsivo e galante Hunt, um homem decidido a provar o seu valor e ser um campeão. A produção é uma das principais lançadas em 2013 e, independente do espectador gostar ou não de velocidade, é difícil se manter indiferente ao clima de rivalidade criado pelo cineasta e por toda a pressão que esses personagens enfrentam.

Mais do que uma obra sobre a disputa, é uma tentativa de explicar como a presença da morte torna o prazer de viver maior. Howard oferece um filme que emociona não por uma cena triste em especial, mas por todo o conjunto da obra. Rush praticamente te faz entrar nas pistas com os pilotos e isso é realmente especial. (Tullio Dias)

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O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001)

É interessante analisar como Amélie se tornou um fenômeno e um dos filmes mais cultuados do cinema moderno, uma vez que não é
americano, não tem atores famosos mundialmente, não é uma
refilmagem e não possui violência nem nada do tipo. Talvez, tudo isso seja exatamente a resposta. Amélie é um longa simples sobre as
coisas simples da vida.

Mas o simples não é fácil; a produção não é óbvia, pelo contrário: sua narrativa é diferente, sua fotografia é ofuscante, sua edição é frenética. Uma fábula moderna, com uma heroína romântica e demasiada humana. De certa forma, ela representa os lemas franceses: liberdade, igualdade e fraternidade. (Marcelo Palermo)

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