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30 filmes para assistir na Amazon Prime

Cidade de Deus (2002)

Inspirado no livro de Paulo Lins e dirigido por Fernando Meirelles e Katia Lund, o filme conta a história do surgimento do bairro Cidade de Deus
e a ascensão do tráfico de drogas. Tudo isso por meio do jovem fotógrafo jornalístico Buscapé. Trata-se de um épico sobre a construção das favelas no Brasil, sobre o início do tráfico, que ajuda a entender a sociedade que vivemos hoje.

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O filme revelou grandes talentos, como Seu Jorge, Alice
Braga, Jonathan Haagensen e Roberta Rodrigues. Um dos maiores erros do Oscar foi ignorá-lo na categoria melhor filme internacional em 2003, para
então, no ano seguinte indicá-lo nas categorias direção, roteiro adaptado, edição e fotografia. (Marcelo Palermo)

 

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Trainspotting (1996)

O filme se passa na Inglaterra e conta a história de 5 amigos: Mark Renton (Ewan McGregor), Daniel “Spud” Murphy (Ewen Bremmer), Simon “Sick Boy” Williamson (Jonny Lee Miller) , Francis Begbie (Robert Carlyle) e Tommy MacKenzie (Kevin McKidd). Basicamente, o longa fala sobre sexo, drogas e essas coisas da vida! Não necessariamente nessa ordem! A história é toda narrada por Mark, contando sua trajetória de drogado, tentando largar o vício, voltando pras drogas, largando o vício de novo…

Vale a pena assistir. E muito mais ler o livro no qual é baseado! A escolha é sua. (Wendel)

 

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O Passado (2012)

Ahmad (Ali Mosaffa) é um iraniano que retorna à França para oficializar o divórcio com Marie (Bérénice Bejo), que está em uma nova relação
com Samir (Tahar Rahim). O diretor iraniano Asghar Farhadi (A Separação)
é um exímio contador de histórias. Quando achamos que estamos indo para um lado, ele nos joga diretamente na direção oposta. Ele também
faz com que o espectador enxergue todos os pontos de vista.

Prêmio de melhor atriz para Bérénice Bejo no
Festival de Cannes de 2013. Merecidíssimo! (Marcelo Palermo)

 

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Looper (2012)

Em um futuro não muito distante, em que algumas pessoas tem poderes mutantes (a telecinese se tornou comum), as instituições criminosas descobriram uma maneira eficiente de lidar com seus problemas e se livrar de indivíduos inconvenientes. O lance deles é mandar o sujeito 30 anos no passado para ser assassinado por um assassino profissional, os Loopers. Chega um dia em que o Looper recebe a missão de matar a si mesmo. Então, passa a viver a sua vida tranquilamente, até chegar o momento em que irá morrer. O problema é que uma dessas vítimas escapa e deixa Joe (Joseph-Gordon Levitt), o personagem principal, em sérios apuros, especialmente porque se trata de sua própria versão no futuro.

Trata-se de uma produção ambiciosa e que cumpre bem o seu papel. O tema da viagem no tempo não é o mote principal, sendo apenas um mero detalhe do roteiro, que privilegia mesmo a luta de dois homens (no caso, dois atores interpretando o mesmo personagem), em busca de cumprir seus objetivos e conseguirem paz em um mundo dominado pelo que há de pior. O Joe velho faz o que precisa para conseguir manter viva a esperança de que a sua realidade continue possível, enquanto o Joe atual quer apenas dar um jeito de impedir que coisas ruins aconteçam em um loop infinito.

É uma bela história e uma excelente forma de apresentar de vez o talento do cineasta Rian Johnson. (Tullio Dias)

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Matador de aluguel (2011)

Chris (Emile Hirsh) é um canalha! Ou melhor, ele é um f*ckin’ bastard! Melhor ainda, ele é um f*ckin’ bastard endividado! O desespero é tanto que, para sanar as suas pendências com alguns criminosos super gente boa, o rapaz pretende utilizar o dinheiro do seguro de vida de sua querida mamãe. Aparentemente, o único empecilho para tão formidável plano é a velha que ainda respira. Porém, com a ajuda de seu papai Ansel (Thomas Haden Church), sua madrasta Sharla (Gina Gershon) e sua irmã e beneficiária do seguro Dottie (Juno Templo), tudo e todos podem ser driblados. Precisamente nesse ponto, o policial de índole super questionável Joe Cooper (Matthew MacConaughey) se envolve nesse plano, digamos, perverso.

Representante de um gênero merecidamente chamado de southern gothic dark comedy**, Killer Joe é daqueles filmes que já nasceu tenso. Sinteticamente, é a busca por um ménage freak (que significa relação em francês, a título de esclarecimento para os que pensaram besteira). Traduzindo nos termos do meu gosto cinematográfico: lindo! (Convidado)

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Amantes Eternos (2014)

Tom Hiddleston é Adam, um músico talentoso que despreza a modernidade e preserva sua obra. Sua companheira, Eve (Tilda Swinton), é seu ponto de equilíbrio, quem o mantém ativo e faz com que a sua esperança em manter-se vivo na atual sociedade continue firme.

O tom sombrio e melancólico do filme pode atrair até mesmo os fãs de títulos mais tradicionais, como Fome de Viver (1983), e o improvável casal do filme (quem teria imaginado Swinton e Hiddleston juntos?) é o maior presente que jamais poderíamos imaginar. Os 123 minutos de Amantes Eternos poderiam ser 90, mas depois que acontece a “virada” na história, podemos perceber que o casal de vampiros é capaz de despertar em nós uma série de emoções. É do tipo que muitos poderiam querer como amigos: são pessoas que apreciam as artes, inteligentes, e leais (na medida do possível). Entretanto, a busca pela sobrevivência pode exigir muito. (Graciela Paciência)

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Era uma vez em Nova York (2013)

Em 1921, duas imigrantes polonesas chegam à Nova York em busca de uma vida melhor. Porém, logo na chegada, elas são separadas. É aí que Ewa (Marion Cotillard) conhece o cafetão Bruno (Joaquin Phoenix). Um épico que, infelizmente, não é tão valorizado, com uma fotografia maravilhosa que remete aos filmes O Poderoso Chefão I e II, e atuações
poderosas de dois dos grandes atores do cinema atual: Marion Cotillard e Joaquin Phoenix. (Marcelo Palermo)

 

 

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Amor e Outras Drogas (2010)

O filme tem Maggie (Anne Hathaway), uma mulher que valoriza sua liberdade e acredita que nada e ninguém será capaz de segurá-la. Ela sofre de Parkinson e, mesmo acreditando no amor, prefere não ter um relacionamento duradouro. Isto até o dia em que conhece Jamie (Jake Gyllenhaal), cujo jeitão sedutor costuma ser infalível com as mulheres, que caem nas garras do experiente executivo de vendas da área farmacêutica.

Enfim, o longa é definido como uma comédia romântica, pura e simples, com trilha básica, algumas cenas de sexo e pouca diversão. Porém, Amor e outras Drogas nos faz pensar de que forma vivemos e a base de que consolidamos nossos relacionamentos. Interesse? O que é mais importante: a busca infinita pelo sucesso ou o Amor verdadeiro? Até que ponto é valido seu orgulho? Pense nisso. (Tainã)

 

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Valente (2015)

Valente é o primeiro filme produzido pela Pixar que tem como protagonista uma personagem feminina – e princesa –, aproximando-se mais das obras da Disney. No entanto, o pano de fundo se mostra bastante diferente, a começar pela família da protagonista, Merida. Ela vive em um lar bem estruturado e matriarcal – ainda que se passe na época medieval.

Também são feitas críticas explícitas aos estereótipos de princesa, recusado pela jovem. Tudo isso em uma animação de alta qualidade técnica, retratando paisagens, histórias e costumes escoceses com bastante fidelidade.  A trilha sonora é produzida por Patrick Doyle, mesmo compositor de Assassinato no Expresso Oriente (2017), Harry Potter e o Cálice de Fogo (2015) e Thor (2011). (Maria Pinel)

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Loucamente apaixonados (2011)

O que esse filme tem de simples, ele tem de cativante. Dirigida por Drake Doremus, a produção independente nada mais é do que uma história de amor entre dois jovens, no caso, Anna (Felicity Jones) e Jacob (Anton Yelchin). Por mais que o amor seja tema central de inúmeros filmes, este pequeno longa, que custou apenas $ 250 mil, conquista a gente facilmente. Conquista com sua delicadeza, sutilidade e elenco. Aliás, o carisma e a química entre Jones e Yelchin são os principais pilares dessa história.

Outro motivo para assistir a Loucamente Apaixonados é relembrar do ator – morto em 2016 -, que tinha uma personalidade extremamente autêntica e doce, que ele conseguia transmitir em todos os seus papéis. (Dani Pacheco)

 

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