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Juliana Vannucchi e os filmes assistidos em abril:

O Milagre de Anne Sullivan

O Milagre de Anne Sullivan: Fui procurar o filme por ser estudante de Filosofia. A história, em si, já me fascina muito e eu estava curiosa quanto à adaptação cinematográfica. Primeiro assisti a versão da Disney e achei maravilhosa! O longa-metragem conseguiu captar e demonstrar todo o brilho dos fatos reais que o inspiraram. Emocionante!

O Milagre de Anne Sullivan: Eu havia decido assistir as duas versões produzidas. Comecei pela mais atual, feita pela Disney, porém, já supondo que a antiga seria mais agradável. Dito e feito! Embora a versão recente seja muito boa, a antiga, definitivamente é superior em todos os aspectos possíveis (trilha sonora, roteiro, atuações, etc). O filme é simplesmente impressionante e ilustra de maneira emocionante uma história instigante e motivadora.

Abismo de um Sonho: Uma saborosa comédia de Fellini, ambientada nas belezas de Roma. Um filme divertido e encantador, com a cara de seu mestre, que nunca nos decepciona!

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No Olho do Tornado:  Tem algumas seqüências de aventura bem interessantes, mas peca no roteiro pois a estreitura fílmica é muito convencional. Nada de extraordinário, mas é um bom passatempo. Ou seja, é somente razoável.

Meteoro: o futuro está em jogo: Não é o meu tipo de filme, mas assim como o de cima, quebra um galho. Se você gosta de filmes de desastres naturais, desses sobre o fim do mundo, fica como dica. Pra mim, não há nenhum destaque especial ou cena tão marcante que o torne inesquecível.

Noites de Cabíria: Fellini, não à toa, é um dos maiores (ou maior) diretores que o cinema já conheceu. Somente esta obra prima já  vale toda sua filmografia. Além de ter uma história divertidíssima com excelentes atuações e diálogos cômicos, possui como pano de fundo um drama existencialista intenso, e capaz de reter o espectador ligado a todo minuto. As cenas finais são certamente uma das mais marcantes da história! Um filme magnífico!

Tudo Vai Ficar Bem: Wenders mais uma vez produziu um excelente filme. A história articula-se e desenvolve-se entre dramas e angústias humanistas. A produção é desapegada do cinema comercial e carrega traços clássicos do diretor, como uma excelente fotografia e uma poética trilha sonora.

Descartes: Eu decidi assistir novamente este filme porque estava relendo Meditações Metafísicas, um clássico da Epistemologia. Nossa!! E que presente fantástico Rossellini deu aos admiradores, estudantes, amantes e professores de Filosofia!! É uma verdadeira viagem no tempo que acompanha a trajetória e os insights que inspiraram Descartes para produzir suas principais obras.

Twin Peaks:Neste mês assisti  três episódios da série. Estou revendo o seriado inteiro pela quinta vez & pretendo assistir várias outras vezes, pois acredito que seja o auge do cinema. Não vejo como pode-se superar essa série em termos de originalidade. Não há roteiro que se compare (embora haja roteiros e séries positivamente qualificadas) ao de Twin Peaks. A falta de desapego aos esteriótipos é única. Porém, esses episódios que eu assisti são pertencentes a segunda temporada de Twin Peaks, que é uma lástima. Infelizmente, apesar de serem bons, são frustrantes em relação aos primeiros.

David Bowie Twin Peaks

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