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Marvel ou DC: Os 5 melhores filmes de heróis de 2017

Descubra quais foram os melhores filmes de heróis de 2017: Será que deu Marvel ou DC nessa eterna discussão?

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5 melhores filmes de heróis de 2017

A ETERNA RIVALIDADE DOS QUADRINHOS ESTÁ MAIS VIVA DO QUE NUNCA NOS CINEMAS: Entre Marvel ou DC, quem é que fez os melhores filmes de heróis de 2017?

Tivemos seis grandes lançamentos e a previsão é que o número aumente a cada novo ano. Vocês leram sobre cada um dos filmes aqui no Cinema de Buteco ou em nossas listas de lançamentos ou de melhores do mês. Mas será que concordam com o ranking que separei para falar do melhor para o pior filme de herói do ano?

LEIA TAMBÉM: Filmes de heróis que estreiam em 2018

Quero ver o comentário de cada um, seja fã da Marvel ou da DC, logo abaixo com o ranking de preferências pessoais de vocês, combinado? E espero que não mandem arrancar a minha cabeça pelo meu resultado.

Quais foram os 5 melhores filmes de heróis de 2017

#5- Liga da Justiça

Cercado por uma grande dose de expectativa e críticas negativas, causadas pela má vontade de parte do público, a grande reunião de heróis da DC entregou o que se comprometeu. Ainda que tenha pecado com seu roteiro excessivamente direcionado para um público mais jovem, Liga da Justiça é uma grande diversão mostrando a força coletiva de personagens tão distintos.

O tom criado em Homem de Aço parece ter dado lugar para o otimismo e esperança de Mulher-Maravilha, o que pode significar rumos mais leves para o universo cinematográfico da DC. Se isso será bom ou ruim, não faz a menor diferença. Estarei lá na estreia para ver Aquaman no ano que vem.

melhores filmes de heróis de 2017 liga da justiça

#4- Thor: Ragnarok

Quando vou ver um filme de herói, seja no cinema ou em casa, minha única preocupação é que aquilo seja divertido. É por essa razão que quando surge um Cavaleiro das Trevas, Deadpool ou Logan da vida, todo mundo fica louco. São produções que fogem completamente do que se espera e entregam além. Esse é o caso de Thor: Ragnarok.

Talvez seja a produção de herói melhor dirigida da temporada, e provavelmente será sempre lembrado como o verdadeiro filme de comédia da Marvel e que mostrou que até um carinha chato como o Thor pode ter seu momento de sucesso.

Méritos exclusivos para Taika Waititi pela disposição, criatividade e bom-humor ao fazer um dos grandes exemplares de cinema da Marvel.

Crítica: Thor: Ragnarok

#3- Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Sou suspeito para falar de qualquer coisa envolvendo o Homem-Aranha, pois deixo meu lado fã falar mais alto e nada mais importa. Recentemente vi os filmes dirigidos por Sam Raimi e senti que eles não envelheceram bem. Por mais que goste de Homem-Aranha 2, não desenvolvi laços emocionais que me impedissem de querer uma releitura.

O Peter Parker de Tom Holland foi introduzido em Guerra Civil e imediatamente me convenceu que Tobey Maguire e Andrew Garfield estavam completamente esquecidos. Holland é a representação perfeita do personagem e seu 1ª filme solo prova isso.

Temos humor, as dúvidas de um jovem adolescente inseguro sobre seus interesses românticos e sua vida de herói, e um vilão sensacional vivido por Michael Keaton. Essa combinação de ingredientes cria uma experiência deliciosa para os fãs do amigo da vizinhança e o melhor filme do Homem-Aranha de todos os tempos.

melhores filmes de herois de 2017

#2- Mulher-Maravilha

O histórico de produções com heroínas com aventuras solo nos cinemas era negativo. A gente ainda tem pesadelos com Mulher-Gato ou Elektra. A história começou a mudar quando Scarlett Johansson virou a Viúva Negra nas produções da Marvel, mas isso nunca foi o suficiente.

Após fazer a sua estreia em Batman vs Superman, e passar no teste, Diana Prince recebeu um filme solo em 2017: o 1º exclusivo de uma personagem feminina desde que a Marvel iniciou seu projeto e nunca dedicou atenção para uma única heroína.

Isso acontece exatamente num momento em que se luta bastante por representatividade e Mulher-Maravilha é a personagem ideal para ser o símbolo dessa luta. Com direção da brilhante Patty Jenkins, Mulher-Maravilha se tornou também a esperança do universo cinematográfico da DC para o futuro.

E se a gente for considerar o carisma da atriz Gal Gadot e o fato dela ter chamado a responsabilidade para si, esse futuro está garantido.

mulher maravilha 2

#1- Logan

Não tem discussão nenhuma ou dúvida na hora de selecionar aquele que não apenas foi o melhor filme de herói de 2017, como também um dos principais exemplares do gênero ação, e ficará marcado para sempre como uma das produções mais ousadas nesse ramo de adaptações de quadrinhos.

Logan é visceral em sua violência gráfica e nos aterroriza ao mostrar que a velhice atinge (e debilita) mesmo o mutante mais poderoso da história. Ao estabelecer uma bela relação paternal entre o mutante enfezado e o professor X, James Mangold coloca o seu nome no mesmo grupo de cineastas responsáveis por revolucionar a forma de adaptar HQ para o cinema.

Que filmão da porra!

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4 Comments

4 Comments

  1. Pedro

    9 de dezembro de 2017 at 22:22

    Eu Desacreditei quando vi Wonderwoman na lista.

    • Heitor Cavalcante

      10 de dezembro de 2017 at 4:41

      Mereceu mais que liga da justiça, que devia ser sexto, se a lista fosse justa e incluísse o guardiões vol.2

  2. Ronie Maia

    10 de dezembro de 2017 at 11:16

    Não sei por que tantas criticas ao liga da justiça. Foi um dos melhores filmes de herois que vi nos ultimos tempos. Daria Mulher maravilha o primeiro lugar e liga da justiça o segundo. Seguidos de Homem Aranha, Logan, e quem sabe Thor, que era mais um filme comedia mesmo. Mas com um roteiro muito fraco.

  3. Lívia De Souza Pádua

    10 de dezembro de 2017 at 13:40

    Eu desceria o Thor para o segundo lugar, colocando Mulher Maravilha em terceiro. Depois em quarto, adicionaria Guardiões da Galáxia Vol. 2 é em quinto Liga da Justiça. Homem Aranha ficaria em sexto.

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Críticas de filmes

O Peso do Talento

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Nicolas Cage já interpretou um caçador profissional de trufas em Pig (2021); um terrorista em A Outra Face (1997); um agente do FBI em A Rocha (1996); o Charlie Kaufman em Adaptação (2002); um motociclista acrobata em Motoqueiro Fantasma (2007). Diante de um currículo tão diverso, é até difícil pensar em um personagem que ele não possa viver, porém, em O Peso do Talento (2022), Nicolas Cage encara, de acordo com o próprio ator, um dos personagens mais desafiadores de sua carreira: o Nick Cage.

Em O Peso do Talento que estreia no cinemas brasileiro dia 12 de maio, Cage vive Nick Cage, um ator veterano que enfrenta dificuldades para conseguir bons papéis em Hollywood além de conflitos familiares e problemas financeiros. É bem óbvio que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência, uma vez que o filme e o personagem são inspirados nos 41 anos de carreira do astro.

Na história Nick Cage recebe uma proposta de 1 milhão de dólares do milionário Javi Gutierrez, vivido por Pedro Pascal, para comparecer a sua festa de aniversário na Espanha. Javi é um super fã do ator, tendo assistido todos seus filmes e sonha em ter Nick estrelando o roteiro que ele escreveu. Entretanto, quando Nick chega ao país, é recrutado por agentes da CIA para espionar Javi, que é suspeito de sequestrar a filha do presidente. 

É interessante notar que o longa não se escora apenas em referências aos filmes estrelados por Nicolas Cage, ao contrário ele as usa para navegar em seu próprio desenvolvimento. Dessa forma, a direção de Tom Gormican, de Namoro ou Liberdade (2014), escolhe a metalinguagem e explora uma variedade de gêneros e elementos cinematográficos que vão de comédia, ação, romance, terror e suspense sem perder o ritmo. 

Além disso, a química entre Nicolas Cage e Pedro Pascal elevam o filme. As interações de seus personagens são a alma e coração do roteiro, e queremos passar mais tempo com os atores. É indiscutível que Cage sempre se dedica aos seus personagens, embora nem todas suas performances sejam elogiadas, algumas são duramente criticadas e acabam virando memes, o ator só chegou ao patamar que está hoje graças ao seu empenho. 

De forma semelhante, Pedro Pascal não se intimida ao contracenar com Nicolas e faz um personagem tão simpático e genuinamente apaixonado pela carreira de seu ídolo. Para aqueles familiarizados com o termo “fan boy”, Javi é a definição exata de um. Assim, a amizade entre os dois rende os melhores momentos do filme nos divertindo com suas interações malucas. 

Outra proposta interessante que o filme traz em sua metalinguagem é falar de Hollywood sob a perspectiva de um ator que conhece cada detlahe deste mundo. Em algumas passagens critica o tratamento do público em relação aos artistas e à indústria como um todo. Em outras, nos mostra os filmes que Nicolas Cage ama e como é difícil escolher um filme favorito com tantas opções criativas e emocionantes. 

De maneira geral, O Peso do Talento não se restringe apenas aos fãs do ator, mas é uma opção para os fãs de cinema em geral. Além de ser uma homenagem leve e descompromissada à obra de Nicolas Cage, em minha experiência pessoal, ao terminar a sessão fiquei com vontade de maratonar vários filmes dele. Afinal, é muito bom ter Nicolas Cage de volta, não que ele tenha sumido. 

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Ação

O Homem Do Norte: brutal, mitológico e emocionante épico de Robert Eggers

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O Homem do Norte estreia dia 12 de maio nos cinemas brasileiros e é o terceiro filme dirigido por Robert Eggers. O cineasta é responsável pelos filmes de terror independentes A Bruxa (2015) e O Farol (2019), e, para este projeto contou com uma produção de um grande estúdio (Focus Features) e com um orçamento de 90 milhões de dólares. Estão no elenco: Alexander Skarsgård, Nicole Kidman, Claes Bang, Anya Taylor-Joy, Ethan Hawke, Björk, e Willem Dafoe.

Dessa maneira conseguimos perceber que O Homem do Norte é um filme ambicioso tanto pelos talentos envolvidos no longa, quanto pela história escolhida por Eggers, um épico baseado na mitologia nórdica. Na trama seguimos o jovem viking Amleth, interpretado por Alexander Skarsgard que após ver seu pai, o rei Aurvandill, vivido por Ethan Hawke, ser traído e morto pelo irmão, foge de sua vila e prometendo voltar para se vingar. Alguns anos depois, Amleth, agora adulto, inicia o planejamento de sua vingança.

É interessante ressaltar que o longa tem uma montagem em capítulos, tornando assim a experiência muito próxima a da literatura. O roteiro navega pelos passos do protagonista como quem nos conta uma história em partes, conseguindo capturar a essência da cultura e transferi-la para a tela de forma acessível. Veja bem, não é necessário ser um estudioso da cultura viking para acompanhar o filme. Embora ele tenha simbolismos que podem parecer confusos e específicos, como a religião e os esportes praticados por eles, a trama principal traz elementos conhecidos e simples: destino e escolhas, intriga familiar, amor, ódio e traição.

O Homem do Norte utiliza de uma fotografia atmosférica que é fria e cinzenta em certos momentos mas também quente e escarlate em outros. Ela amplia alguns cenários em detrimento dos seus personagens, mas quando faz uso de close-ups nos coloca ao encontro das emoções brutais que eles sentem e externalizam. Tudo isso, aliado a uma trilha sonora bem executada e inovadora. Alguns sons são tão diferentes que parecem nos transportar para dentro do filme de forma tão imersiva. Também parabenizo a equipe de Design de Produção, a riqueza de detalhes aqui impressiona.

Outro destaque de O Homem do Norte está, sem surpresa, em seu elenco. Elogiar as performances aqui é até redundante, pois é impossível assistir o filme sem ser impactado por elas. Começando por Alexander Skarsgard (de A Lenda de Tarzan), se você é um grande fã do ator, precisa conferir toda a potência, força e intensidade que ele apresenta aqui. Nicole Kidman (Apresentando os Ricardos) faz a mãe do protagonista, a rainha Gudrún, sua personagem discorre um monólogo que é de arrepiar.

Além disso, a excepcional atriz Anya Taylor-Joy (de A Noite Passada em Soho) repete sua parceria com o diretor e dá vida para Olga da Floresta de Bétulas, outra figura indispensável para o andamento da narrativa, que ajuda Amleth em sua missão,juntos eles são destemidos e inteligentes. Ademais, os atores coadjuvantes ou com menos tempo de tela, não passam despercebidos. Isto é, nota-se a qualidade da produção, quando todos seus personagens conseguem brilhar de alguma forma e nenhum deles é desperdiçado.

 

 Por outro lado, é relevante dizer que sim, o filme é brutal, em razão do universo inserido. Os vikings retratos aqui são guerreiros violentos que executam matanças e escravizam seus inimigos. Para aqueles que assim como eu, são um pouco sensíveis a imagens mais gráficas vale o aviso de que algumas cenas podem ser desconfortáveis para você.

De todo modo, essa odisseia é maravilhosa de acompanhar, é impressionante como um diretor com visão pode fazer seja com pouco ou muito dinheiro. O Homem do Norte irá enfrentar mais uma batalha nos cinemas do Brasil: a disputa por salas com Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. Por entender que guiar o público a experiências distintas e marcantes pode ser  um dos objetivos de uma crítica, indico fortemente que caso você tenha que escolher entre um dos dois filmes, que seja assistir O Homem do Norte.

Veja bem, esta dica não tem a intenção de diminuir um filme em relação ao outro, e, entende que as duas obras devem ser respeitas. Todavia, é importante incentivar as pessoas a assistirem projetos como este, pois tem sido raros de serem encontrados nas telonas. Um épico histórico, sangrento, arrebatador, visceral, repleto de suspense e reviravoltas, pensado minimamente para que sua ida ao cinema seja recompensadora e singular, assim é O Homem do Norte. Não perca!

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Críticas de filmes

Crítica: Como Matar a Besta (2021)

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Primeiro longa-metragem da diretora argentina Agustina San Martín, Como Matar a Besta é uma coprodução brasileira com Argentina e Chile e traz uma carga sombria e melancólica em ritmo lento à jornada da protagonista. A jovem Emilia (Tamara Rocca) está em busca do irmão, chega a uma cidade afastada e influenciada pela religião e se hospeda na casa de uma tia que não é o que podemos chamar de pessoa receptiva. A comunicação é muito difícil e, como se não bastasse, a população da região relata aparições de uma assombração que consegue passar por diversas formas de animais.

O clima de desconfiança se instala no vilarejo e o que já não parecia muito convidativo, no primeiro momento, pode se tornar pior. A hostilidade, presente desde o começo, vai além.

Nas mãos de um cineasta megalomaníaco, a história poderia receber uma alta de jumpscare e se tornar algo genérico, mas a direção de San Martín é marcante e tem o seu próprio tempo, trazendo cada elemento da narrativa no momento mais oportuno. A curiosidade e a tensão são semeados cena após cena e as sensações ao longo do filme se misturam.

A jornada de Emilia em busca do irmão é marcada por situações que a protagonista não havia previsto e, em diversos momentos, o espectador pode se perguntar como ela foi parar em algumas posições. Não se trata apenas da busca pelo irmão  que não entra em contato há tempos, é também uma jornada de autodescoberta.

O ritmo arrastado do filme, apesar de ser um fator apreciado por parte do público, pode se tornar uma armadilha e deixar a narrativa um pouco cansativa. Como Matar a Besta tem apenas 79 minutos que parecem 3 horas, tornando a experiência do filme branda. O terror, construído pouco a pouco, vem muito da incerteza do que deve ser temido e é por isso que se torna, de fato, assustador. O desconhecido sempre foi capaz de assustar até mesmo os mais valentes.

O maior desafio do filme, talvez seja, não permitir que o espectador disperse ao longo de sua breve, porém exaustiva, duração.

Em entrevista ao site The Talks, a diretora Agustina San Martín disse Sempre tive sonhos memoráveis dos quais me lembro perfeitamente. E sempre deixo a porta aberta para eles, pois me mostram as coisas”, e isso faz ainda mais sentido quando prestamos atenção à atmosfera do filme. Em muitos momentos, parece um sonho, daqueles que nos perturbam por queremos dar sentido a eles ou, ao menos, deixar a sua cronologia mais compreensível.

Filmado parcialmente na Região das Missões, no sul do Brasil, e norte da Argentina, e com uma breve e potente participação de João Miguel (Estômago)Como Matar a Besta estreia nos cinemas nesta quinta-feira, dia 28 de abril, nas cidades de Aracaju, Balneário Camboriú, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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Bombando!