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Os 15 Melhores Filmes de Vampiros

Confira a lista especial que a equipe do CdB preparou pra você!

A Hora do Espanto (1985)

A trama narra a história de Charley Brewster (William Ragsdale), um adolescente que começa a desconfiar que seu vizinho é um perigoso vampiro. Sem poder contar com a ajuda da namorada e do melhor amigo, ele precisa descobrir uma forma de escapar com vida e acabar com essa ameaça.

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É difícil acreditar que, mesmo com performances medíocres, o filme de Tom Holland tenha se transformado em cult. Talvez a ingenuidade dos personagens, Charlie principalmente, e a mistura de terror com comédia expliquem tal status. De qualquer forma, A Hora do Espanto não é uma produção para ser levada à sério. O importante é assistir com a intenção de se divertir com uma história divertida e que consegue aliar o terror com a comédia (Tullio Dias).

 

Garotos Perdidos (1987)

garotos perdidos posterTemos aqui um cult da década de 80 e prato cheio para amantes de filmes sobre vampiros. Lançado em 1987, o longa-metragem conta com uma direção inspirada de Joel Schumacher e coloca Jason Patric e Kiefer Sutherland como protagonistas dessa descontraída história de terror adolescente.

É uma produção indispensável para quem é apaixonado por produções sobre vampiros. Schumacher consegue fazer um trabalho consistente que funciona bem até hoje, muito embora uma releitura não seja má ideia, afinal, é uma história clássica sobre adolescentes tentando fazer a coisa certa e combatendo o mal. Em tempos do sucesso de It – A Coisa (2017), é de se surpreender que um remake ainda não tenha acontecido para apresentar Garotos Perdidos a uma nova geração (Tullio Dias).

 

Entrevista com o Vampiro (1994)

poster entrevista com o vampiroVocê sofre com Louis (Brad Pitt) cada momento triste e comemora cada vitória. Você fica puto com as atitudes infantis de Claudia (Kirsten Dunst) e se revolta com Armand (Antonio Banderas) dizendo ser impotente contra todo o teatro. Mas nada se compara ao amor e ódio que você sente pelo Lestat (Tom Cruise)! É raro ver quatro atores atuando tão bem e passando de verdade os sentimentos dos personagens. Neste caso, personagens sensacionais da obra de Anne Rice. Não preciso citar que, mesmo em 1994, conseguiram usar efeitos especiais muito simples, mas que fizeram os espectadores se emocionarem e ficarem ansiosos ao ver o ato de transformação dos vampiros e as cenas de incêndio (principalmente no teatro). Além, é claro, da maquiagem e do figurino, que estão divinamente fodas. Destaque também para a trilha sonora do Elliot Goldenthal, que dispensa comentários (Wendel).

 

Nosferatu (1979)

O filme de Werner Herzog consegue criar, com êxito, um cenário assustador e de suspense, que ajuda a envolver a audiência. Temos uma trilha sonora macabra, produzida por Popol Vuh; o suspense muito bem inserido na narrativa, guardando o melhor para o final; e o cenário, composto por uma caverna repleta de ossos, uma cidadezinha aconchegante, um castelo e, então, a destruição total. Todas essas características, aliadas às atuações de Bruno Ganz, Klaus Kinski e Isabelle Adjani, fazem de Nosferatu um clássico do cinema (Dani Pacheco).

 

 

 

 

Amantes Eternos (2013)

Tom Hiddleston é Adam, um músico talentoso que despreza a modernidade e preserva sua obra. Sua companheira, Eve (Tilda Swinton) é seu ponto de equilíbrio, que o mantém ativo e faz com que a sua esperança em manter-se vivo na atual sociedade continue firme. Diante de tudo isso, esqueça os vampiros sedentos por sangue, que saem para caçar humanos e se sentem orgulhosos disso. Eve e Adam fazem parte de um quadro vulnerável às doenças que os humanos podem carregar e transmitir através do sangue. Para não chamar a atenção e ter acesso a sangue “bom”, eles contam com sua discrição e com os (poucos) bons amigos.

Os 123 minutos de Amantes Eternos poderiam ser 90, mas depois que acontece a “virada” na história, podemos perceber que o casal de vampiros é capaz de despertar em nós uma série de emoções. O casal retratado é do tipo que muitos poderiam querer como amigos, são pessoas que apreciam as artes, inteligentes, e leais (na medida do possível). Entretanto, a busca pela sobrevivência pode exigir muito (Graciela Paciência).

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