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Os 15 Melhores Filmes de Vampiros

Confira a lista especial que a equipe do CdB preparou pra você!

Drácula (1931)

O cinema estava aprendendo a falar ainda e Tod Browning fez um dos melhores filmes de vampiros da história. O conde Drácula é interpretado por ninguém menos que Béla Lugosi, em uma das mais icônicas atuações da sétima arte. Reza a lenda que o ator não sabia falar inglês direito e que isso explicaria o excêntrico sotaque do personagem. Hoje, a produção pode não ser muito assustadora como era na época, mas continua sendo uma grande obra (João Golin).

 

 

 

 

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Fome de Viver (1983)

Dirigido por Tony Scott, trata-se de um surpreendente filme de vampiros, com toque quase kitsch (característico dos anos 80), repleto de estilo e originalidade. Com um trio de protagonistas formado por David Bowie, Susan Sarandon e Catherine Deneuve – trajando devidamente seus Yves Sant-Laurent -, o longa traz a discussão da imortalidade para um contexto contemporâneo, onde a eternidade, de certa forma, também pode ser acessível aos mortais. Conhecido pela cena de sexo entre Deneuve e Sarandon, Fome de Viver tem méritos por dar uma roupagem moderna ao tema, e por ousar nas discussões sobre amor e imortalidade (João Andrade).

 

A Sombra do Vampiro (2000)

Em seu lançamento, Nosferatu (1922) causou espanto e polêmica devido à figura monstruosa do Conde Orlok (Max Schreck). Muitos acreditaram que aquele enorme e bizarro ser não poderia ser um ator fazendo um trabalho brilhante. Criou-se, assim, o boato de que o diretor F. W. Murnau havia contratado um vampiro de verdade para protagonizar o filme.

A Sombra do Vampiro dá asas ao boato e leva-nos a 1921, para a locação de Nosferatu, onde um excêntrico Murnau (John Malkovich) contrata um vampiro real com o intuito de dar mais realismo à obra. O diretor convence a equipe de que o desconhecido Schreck (Willem Dafoe) é um ator que estudou com Stanislavsky, que se entregava de corpo e alma ao personagem, mesmo fora das câmeras. Durante as gravações, Murnau e Schreck fazem um acordo: se o vampiro se controlar no set, ele receberá um prêmio muito especial. Obviamente, as coisas não saem conforme o combinado e, assim, está armado o palco para um suspense bizarro, de tom sombrio.

A Sombra do Vampiro é um filme diferente, com um ritmo pouco habitual, mas é uma obra divertidíssima, que confere ainda mais a aura de cult a Nosferatu (1922). Apreciadores do cinema antigo e de filmes de vampiros vão se deleitar com o longa, que é basicamente um fan service refinado (Lucas Siqueira).

 

Drácula de Bram Stoker (1992)

O que Francis Ford Coppola pretende é criar um clima fantasioso e, ao mesmo tempo, assustador. A bela caracterização de Gary Oldman, que se traveste de humano, ao mesmo tempo em que mostra sua verdadeira face (o filme ganhou o Oscar de Maquiagem), e a ambientação do castelo onde Drácula recebe o noivo de Mina, Jonathan Harker (Keanu Reeves), remetem a um pesadelo, de onde dificilmente se sairá com vida.

Com um belo final e alguns bons sustos, Drácula de Bram Stoker figura, ao lado de O Poderoso Chefão e Apocalispe Now, como um dos melhores filmes de Coppola. Merece ser visto, sobretudo para se conhecer esta outra faceta com a qual ele trabalhou tão bem: o terror (João).

 

 

A Dança dos Vampiros (1967)

Em 1968, Roman Polanski provou ao mundo a sua genialidade para o terror com O Bebê de Rosemary. No entanto, poucos lembram que, no ano anterior, seu talento já havia sido demonstrado, mas com um divertido toque de humor. Em A Dança dos Vampiros, o cineasta interpreta Alfred, que viaja com o professor Abronsius para caçar vampiros em um castelo na Transilvânia. Lá ele se apaixona pela filha dos proprietários, interpretada pela linda Sharon Tate (que depois se casou com Polanski e todos sabem o fim trágico dessa história). O título do filme, em português, remete à famosa e divertida cena do baile, na qual apenas três pessoas, em todo o salão, são refletidas em um espelho (Larissa Padron).

 

 

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