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Top 5 – Melhores lançamentos de outubro

TODO MÊS REUNIMOS UM RANKING COM OS MELHORES LANÇAMENTOS. Surge a pauta no nosso grupo no Facebook e discutimos até fechar uma lista com os principais. Desta vez tive a ajuda da Graciela Paciência, Natalia Ranhel e, principalmente, o crítico Marcelo Seabra, do blog O Pipoqueiro. Confira como ficou:

5- Nosso Fiel Traidor

Ewan McGregor está sensacional na encarnação do seu personagem com olhares profundos que conseguem captar toda a essência misteriosa presente nessa adaptação da obra de John Le Carré. Recomendado para fãs de mistérios e suspense.

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4- A Garota no Trem

Desde o lançamento, o livro de Paula Hawkins está sendo considerado “o novo Garota Exemplar”. Vamos esclarecer, não é. Mas isso não significa que o suspense não seja bom, muito pelo contrário, traz personagens curiosos e bem construídos. Além disso, a adaptação dirigida por Tate Taylor (Histórias Cruzadas) foi trabalhada de modo que merece reconhecimento. (Graciela Paciência)

3- A Festa da Salsicha

Animações politicamente incorretas conquistam o meu coração. Com uma pegada adulta e cheia de conotações sexuais “implícitas”, A Festa da Salsicha é uma comédia hilária que fala sobre o que acontece com os alimentos depois que eles deixam os super-mercados.

2- O Contador

O Contador diverte com seu humor bem colocado (as piadas são em cima da reação das pessoas com o absurdo de ver um contador se revelando um grande assassino) e um ritmo regular comandado pelo sempre eficiente Gavin O’Connor, mas peca ao dar absolutamente todas as respostas escancaradas para o seu público. Toda essa aparente insegurança em se permitir ser mais ambicioso custa caro e ofusca todo o potencial da obra.

1- 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição

Escritas e dirigidas por James DeMonaco, as três partes de The Purge conseguem ter unidade e lógica. O conceito é interessante: uma noite por ano, num futuro não muito distante, todo tipo de crime é liberado e os serviços de atendimento são suspensos. Nessas ocasiões, teoricamente, os cidadãos devem ir às ruas extravasar, colocando para fora toda a violência que guardam. Primeiro (2013), acompanhamos o drama de uma família atacada dentro de casa. Depois (2014), partimos para a loucura das ruas, onde todos estão armados e preparados para matar ou morrer. A cada minuto, temos uma noção melhor do evento e de tudo o que acontece durante.

Nessa terceira parte, a ação toma outra dimensão e invade o mundo da política. Imagine que loucura seria não precisar reunir vários caciques de partidos ameaçados, comprar a mídia e bolar um golpe de estado para tirar alguém do caminho. (Marcelo Seabra, do blog O Pipoqueiro)

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