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Séries e TV

American Horror Story: Hotel s05e09 “She Wants Revenge”

Review: “She Wants Revenge” é um episódio voltado para as manipulações de Elizabeth e o seu grande “poder” de sedução.

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American Horror Story s05e09

“She Wants Revenge” é um episódio voltado para as manipulações de Elizabeth e o seu grande “poder” de sedução. James, Donovan, Will e Valentino estão presos ao desejo pela Condessa, mas ao que parece, somente um homem é digno de seu verdadeiro amor. Donovan, de todos os homens, é o mais vulnerável ao jogo controlador. Quando sua companhia não era mais viável, Elizabeth o expulsou do Cortez, resultando em uma revolta e então juntamente com Iris e Ramona, planejavam matá-la. Mas os planos não terminaram muito bem.

Donovan se mostrou um verdadeiro traidor. Movido pelo amor, o vampiro impulsivo atraiu Ramona para uma armadilha e justificou que os inimigos da Condessa também eram seus inimigos (não tinha uma desculpa menos infantil?). Ele sabe que pode estar sendo usado (mais uma vez), mas o sentimento e claro, a atração carnal, falou mais alto. Tivemos uma cena bem “quente” de Don e Elizabeth, e o que mais me intriga é não mostrar os seios de Gaga. Desde o início dessa temporada venho observando o uso do tapa-sexo e esse excessivo “pudor” me criou uma indignação. Provavelmente existe algum contrato com a atriz, mas uma série que mexe tanto com nossa sensualidade, ter esse “detalhe” barrado, causa um pouco de estranhamento.

No nono episódio tivemos a retomada de alguns assuntos, como as crianças transformadas na escola e o reaparecimento de Valentino e Natacha. Se a Condessa ama alguém, este é Valentino. Ela demonstrou que esse amor é verdadeiro e com a grande fortuna de novo-ex-falecido marido Will Drake (Cheyenne Jackson), o hotel poderá ser uma fortaleza para o casal, mas para Elizabeth, Natacha parece ser um problema (cenas dos próximos capítulos).

Gosto de tentar absorver todo conteúdo (mesmo que indireto) que um episódio pode passar. “She Wants Revenge” teve a retomada do ambiente sensual, misterioso e manipulador, mas também me chamou a atenção quando se tratou da promoção da pornografia. Iris (Kathy Bates) citou brevemente o uso dessa prática e disse “Pornografia machuca as pessoas. Machuca as meninas que pensam que precisam transar desse jeito. Machucam os meninos que acham que as meninas querem transar assim.”. A realidade do machismo na indústria pornográfica e o conteúdo voltado somente para o grupo masculino, está longe de ser mudada, mas ter esse tema citado no seriado (mesmo que breve) me deixou feliz. Mas isso é conversa para uma outra postagem, quem sabe.

É interessante a transição de um assunto para o outro e o foco de cada episódio, onde os assuntos estão interligados mas diretamente não se misturam. Antes, tivemos o Assassino dos Dez Mandamentos e hoje a retomada da história da Condessa e seus amores (ou seriam fantoches?).

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Destaques

Gil do Vigor é o último ídolo da nação

Como no futebol, sua jornada no BBB é daquelas que não vemos mais acontecer. Mas o público não soube reconhecer e Gil do Vigor foi eliminado.

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Andrés Nicolás D’Alessandro, para aqueles que não estão familiarizados com o futebol, é um jogador argentino que por mais de 10 anos defendeu o Sport Club Internacional, de Porto Alegre. Dale, como foi apelidado pela torcida, se tornou um ídolo do clube pelo qual disputou mais de 500 partidas, ganhou títulos e respeito dentro e fora de campo. O argentino se notabilizou por “dar o sangue” pela camisa: aguerrido, ele peitou adversários e árbitros, provocou torcidas rivais, suou, correu e lutou durante os 90 minutos de cada jogo disputado, mesmo aos 39 anos. Mas só isso não tornaria D’Alessandro idolatrado. Ele só se tornou digno desse título porque, além disso, é um craque, e sempre mostrou a habilidade de quem conhece muito bem a bola e o gramado por onde ela rola. O futebol, porém, não é justo. Em 2020, sua história no Internacional terminou, deixando milhares de torcedores órfãos.

LEIA TAMBÉM: BIG BROTHER BRASIL – O ENTRETENIMENTO DE UMA GERAÇÃO

Só a despedida do ídolo de um time causa a mesma comoção que a eliminação de um grande competidor do Big Brother Brasil: nós sabemos que ele continua vivo e poderemos vê-lo em um outro lugar, mas nunca mais onde ele se acostumou a desfilar seu talento diante dos nossos olhos admirados. Na noite de ontem, todos os brasileiros de bem entenderam a torcida do Internacional. Com 50,87% dos votos, Gil do Vigor foi eliminado do BBB 21.

A jornada do herói

Tal qual D’Alessandro, Gilberto deu o sangue durante sua participação. Comprou brigas, se emocionou, beijou, suou, voltou de paredões, perdeu peso, venceu provas do líder, provocou, errou, contou votos, emparedou ex-aliados e nunca subiu no muro. O economista também foi brilhante no objetivo do reality. Entregou entretenimento de alta qualidade. Facilitou o trabalho de edição ao preencher programas que, não fossem por ele, seriam monótonos. Movimentou jogos da discórdia e madrugadas pós-eliminação – os momentos favoritos do público. Vencedor da décima edição do BBB, Marcelo Dourado ressalta que o participante “mudou muito fisicamente, se transformou e viveu intensamente, usando o jogo para validar sua existência.” Se a 21ª temporada tem números tão positivos de audiência, ele tem mérito, como os craques em equipes campeãs. O público deveria tratá-lo como tal.

A injustiça

Há quem diga que o futebol de hoje tem poucos ídolos e, por isso, está decadente de talento e paixão. É fato que os jogadores ficam menos tempo nos clubes e estão interessados apenas nas cifras milionárias por trás da camisa que vestem, como produtos publicitários. Caso dos finalistas Camilla De Lucas, Fiuk e Juliette.

A primeira, que travou disputa acirrada contra Gil no último páreo, poucas vezes se posicionou no jogo e optou pela aborrecida estratégia de não se comprometer para evitar o paredão. Não entretém e chega à final porque a maior torcida a considerou uma adversária mais fácil de ser batida. O filho de Fábio Júnior, por sua vez, chegou à casa treinado para reproduzir o discurso da militância virtual que vota maciçamente nos paredões. Não se entrega e até levou uma bronca do apresentador Tiago Leifert por não se posicionar. Seu grande momento no programa foi ser chamado de “cuzão” por Arthur. Por fim, Juliette sempre agiu de maneira coreografada com suas redes sociais. Comandadas por gente ligada a campanhas políticas sujas, elas operaram ostensivamente contra torcidas adversárias para manter a participante na disputa. Ela certamente virará um “case” de sucesso para agências de marketing digital interessadas nos números, mas jamais sentirá o gosto da idolatria real, aquela que Gilberto Nogueira e Andrés D’Alessandro conhecem. Enquanto não houver limitação do número de votos por pessoa (como apontado pelo colunista Mauricio Stycer), os ídolos não serão justiçados e o Big Brother ficará ainda mais injusto do que o futebol.

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Colunas

Não existe “cultura do cancelamento”

Entenda aqui como não cair mais nesse papo furado.

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CULTURA DO CANCELAMENTO: você já leu ou ouviu esse termo muitas vezes antes, mas o Big Brother Brasil 21 colocou ele na sala de casa. Aparentemente, é um grave problema da nossa época. Na segunda-feira, 1º de Fevereiro, a produção do reality show absorveu o assunto e fez um jogo da discórdia em que os participantes tinham de acusar, entre seus adversários, “canceladores” e “cancelados”. O apresentador Tiago Leifert (autodenominado “cancelado”) explicou: o primeiro acredita estar sempre certo e ser capaz de ensinar aos outros o que pode ou não ser feito. Leifert esqueceu de avisar que essa pessoa normalmente está na outra posição. E que essa cultura, de fato, não existe.

OUÇA O PAPO DE BUTECO #83: DEVEMOS CANCELAR JK ROWLING?

O BBB, vale lembrar, não tem qualquer compromisso de construir discussões complexas – ainda que o faça: é um programa de entretenimento. No entanto, ele levanta assuntos, mobiliza as redes sociais e pauta as outras mídias. Não à toa, a imprensa passou a falar diariamente do “cancelamento” desde o fim de Janeiro. No dia 12 de Fevereiro, por exemplo, o jornal O Globo publicou uma coluna de Pedro Doria intitulada “A febre”, a respeito do assunto. O colunista acusa as redes sociais de fomentar um cenário de intolerância e critica que não seja permitida a argumentação ao acusado. O autor está longe da originalidade e é só mais um a fazer coro à posição fixa dos grandes veículos. Não é difícil entender o porquê: vez ou outra, profissionais da mídia são, eles, os “cancelados”.

Cancelados?

Em 2017, o jornalista William Waack, então âncora do Jornal da Globo, proferiu uma fala racista, chamando um ocorrido perto do estúdio de “coisa de preto”. Repudiado na internet, foi demitido da emissora fluminense. Em novembro do ano passado, o comentarista Rodrigo Constantino tornou pública, no seu canal de Youtube, sua posição de relativização e apologia do estupro. Constrangido nas redes sociais, acabou demitido da rádio Jovem Pan, da TV Record e do jornal Correio do Povo. Dois casos clássicos de “cancelamento”. Hoje, Waack apresenta um jornal no horário nobre da CNN Brasil, enquanto Constantino retornou à Jovem Pan e assinou contratos com a RedeTV! e o Diário de S. Paulo.

A atração da TV Globo também oferece exemplos. No BBB 20, o youtuber Pyong Lee foi acusado de assediar duas colegas de confinamento (Marcela e Flayslane), enquanto sua esposa o esperava do lado de fora com seu filho recém-nascido. Nas redes, a movimentação contra as atitudes de Lee o tirou do jogo. Desde então, seu número de seguidores no Instagram praticamente quadruplicou e não lhe faltou espaço em entrevistas, programas e outros eventos que impulsionaram sua trajetória. Na edição atual, a cantora Karol Conká, eliminada ontem com 99,17% de rejeição, foi mais uma “vítima” da audiência. A razão foram as ofensas e humilhações que ela promoveu dentro da casa mais vigiada do Brasil. Surgiram, então, discussões a respeito de exageros na reação dos detratores. É difícil imaginar, porém, que o destino de Conká seja diferente dos de Lee, Waack ou Constantino. A artista colherá os lucros de sua participação no reality sem maiores constrangimentos. Estrutura, orientação e assessoria não lhe faltarão para isso.

LEIA TAMBÉM: Big Brother Brasil – O entretenimento de uma geração

Na acusação da “cultura do cancelamento”, é comum ainda que se aponte a impossibilidade do acusado se arrepender, redimir ou argumentar. Nos quatro casos citados, as figuras tiveram múltiplas chances de admitir seus erros (Conká, se quiser, ainda terá), mas sempre preferiram acusar o mensageiro: alegam que houve exagero, foram mal interpretadas e até usam embriaguez como justificativa para seus equívocos. Não raro, culpam essa tal cultura. Na revista piauí de Setembro de 2020, Miguel Lago escreveu que “Por ironia, os influencers, justo eles, são os primeiros a reclamar de serem “cancelados”, pois perdem patrocínios, renda, popularidade. Beneficiaram-se da nova relação entre a celebridade e seus fãs, mas reclamam que, agora, a massa que cria a estrela também tem o poder de enfraquecê-la.”

Pode cancelar?

No seu ensaio, “Derrubem as estátuas”, Lago arremata com uma frase do rapper Emicida: “A pessoa não está sendo cancelada, ela está sendo exposta e responsabilizada pela forma irresponsável como compartilhou um pensamento.” O debate sobre as razões é justo, mas também o é que sejam expostos, responsabilizados, repudiados e criticados participantes do Big Brother Brasil, apresentadores(as), jornalistas, influenciadores(as) digitais e afins por seus posicionamentos públicos, porque todos são figuras públicas. Também é lícito que, se for o caso, percam espaço, contratos ou até o status de reconhecimento que alcançaram. Porque o público lhes proporcionou isso e só a ele cabe o julgamento. Esse é o jogo.

 

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Big Brother Brasil: o entretenimento de uma geração

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bbb 2020

HÁ ALGUMAS SEMANAS, ao publicar no Cinema de Buteco sobre Soltos em Floripa, apontei a facilidade de se produzir entretenimento atrativo no formato de um reality show: “É naturalmente interessante aos olhos humanos observar seus pares convivendo sob o mesmo teto e sendo filmados”. Concordo com as palavras por mim redigidas na ocasião (raridade), mas acrescento: os programas do tipo feitos hoje vão além desta eficiência. Eles captam com precisão aquilo que entretém as gerações mais jovens, como nenhum outro segmento do audiovisual foi capaz, até agora, de fazer.

Os nativos digitais

A produção audiovisual enfrenta dificuldades para atrair o público jovem. Mais especificamente, os nativos digitais (quem já foi criado no território da internet). Embora os serviços de streaming e as produções da Marvel pareçam surfar na onda dessa população, as coisas não são bem assim. Um estudo realizado pela Microsoft Canadá mostrou que, em 2013, o período de concentração humana atingiu oito segundos. Não por acaso, um story no Instagram tem até dez segundos, um tuíte não ultrapassa 280 caracteres e, no YouTube, a aposta é em vídeos curtos. 

Todos esses produtos atendem à demanda da audiência. Além disso, as notificações constantes e os feeds infinitamente atualizados dão a sensação de que sempre há coisas novas acontecendo. Nessa disputa, a internet dá um banho. Como atrair as pessoas para uma história que precisa de horas para ser contada? Que tem início, meio e fim roteirizados, sem mudanças no percurso? Qual filme ou série irá afastá-las por “tanto tempo” de seus celulares?

A resposta, provavelmente, será “nenhum” – ou algo perto disso. Do ponto de vista do alcance, hoje parece fazer mais sentido contar histórias que possam ser seguidas durante o uso dos smartphones do que o contrário. O consumidor é multitela. Em pesquisa encomendada pela Google, apontou-se que 68% dos brasileiros assistem à televisão e usam o celular ao mesmo tempo. Para que não se tornem uma mera imagem de fundo, portanto, outros produtos precisam capturar e engajar o olhar do público.

Audiência multitela

As incursões da ficção, nesse sentido, ainda não encontraram um caminho. Sete anos atrás, a série Hannibal estreava pelo canal a cabo AXN. Na época, a emissora divulgou enfaticamente sua “segunda tela”, um aplicativo com conteúdos exclusivos para os telespectadores. “Ao mesmo tempo em que um capítulo da série estiver do ar, será possível ver bastidores daquela cena, acessar informações sobre a trama e os personagens, bem como obter a biografia dos atores que fazem parte do projeto. O app funcionará em sincronia com cada episódio da série e permite, também, o acesso aos perfis no Facebook e Twitter”, explicou, na época, o Meio&Mensagem. Apesar dos recursos diferenciais, a produção norte-americana não obteve grande êxito e durou três temporadas. 

Mais tarde, em 2018, a Netflix investiu na interatividade com Bandersnatch, filme derivado da série Black Mirror. Nele, o espectador decide os rumos da trama no seu controle remoto. No processo, contudo, a qualidade do roteiro foi esquecida – independentemente das escolhas do assinante, o resultado decepcionará. Ou seja, nenhuma das tentativas criou o hábito de acessar as duas telas em parceria. A impressão é a de que a audiência quer consumir coisas diferentes, simultaneamente, em cada uma delas. Se um único produto entrega isso, terá seduzido um público tão desejado.

bbb 2020 hadson machismo

O BBB entrega

A vigésima temporada do Big Brother Brasil é um sucesso. As mais de 175 milhões de menções no Twitter até o dia 1º de Abril, um paredão recordista de votos e os bons índices de audiência na TV Globo – e no seu canal por assinatura, o Multishow – falam por si. Porém, não bastariam para justificar a afirmação (provavelmente exagerada) que dá título a esse texto. As estratégias da produção são mais completas e, sem poder afirmar isso com certeza, dão a impressão de que por trás delas há um grande conhecimento dos comportamentos e tendências atuais.

Tal qual faz, na política, o bolsonarismo, o BBB mantém seus espectadores (no exemplo, os militantes) engajados no programa o tempo todo. Lá, como cá, por meio da internet. Os brasileiros desbloqueiam seus celulares, em média, 78 vezes por dia, segundo a pesquisa Global Mobile Consumer Survey. Se competir com essa tela é inviável, o ideal é estar nela na maior parte desses acessos. Para isso, oferece estímulo permanente. São jogos da discórdia, provas que potencializam conflitos, viradas inesperadas nas regras e tensões recorrentes. Todas essas coisas incitam a audiência a consumir e repercutir as narrativas do jogo sem piscar nas redes sociais – muito além do período exibido na televisão. 

Para estar nelas, o programa reproduz sua própria lógica. Estudiosos do assunto, incluindo psicólogos do Grupo de Dependência Tecnológica da Universidade de São Paulo (USP), comparam as redes sociais às máquinas caça-níqueis, onde cada jogada oferece uma suposta recompensa – o que mantém os jogadores ali. Nas redes, cada conteúdo novo recompensa o clique na notificação ou a rolagem do feed. No reality, as conversas, brigas e as variadas cenas exibidas no pay-per-view são publicadas, viralizam e rapidamente pautam as discussões do Twitter, engajando milhões de usuários no debate. Para não perder nada, é preciso estar nele.

Pertencimento

Mais conectada à internet do que nunca, essa fatia da sociedade é também (e consequentemente) mais solitária. O mesmo BBB que estimula a participação digital também fomenta a criação de grupos. Estar na torcida de um participante ou mesmo tomar um lado em algum conflito da casa – nesta edição, o episódio do “teste de fidelidade” e as acusações de machismo de alguns participantes foram exemplos claros disso – significa, no ambiente virtual, se unir às pessoas que concordam com você. Essa sensação de pertencimento, para parte do público, só é proporcionada pelos espaços virtuais. Numa entrevista concedida ao programa “Todo Seu”, no ano de 2016, o jornalista Maurício Stycer, referência absoluta na cobertura da televisão, afirmou que “o Twitter, de alguma maneira, substitui a sala [de TV]”. Acompanhar o programa participando de suas discussões o torna muito mais atrativo.

O mesmo Stycer escreveu, numa coluna publicada no jornal Folha de S. Paulo em fevereiro, que “não basta que existam conflitos; eles precisam provocar engajamento”. A mesma faixa etária que procura estímulos, ocupa as mídias móveis e se sente solitária é, ao mesmo tempo, a que mais busca fincar suas ideias e afirmar suas convicções. Espaços que antes abrigavam esse anseio (grupos políticos) deram lugar à internet. Com isso, as redes sociais se tornaram uma arena de militância constante. Uma atração que reúne pessoas de grupos sociais, criações, ideologias, profissões, origens, gêneros e outras características distintas carrega um potencial absurdo de despertar controvérsias e pautar essas arenas. A vigésima e atual temporada é uma prova explícita disso.

Do meme à questão social, tudo clama por ser visto e falado imediatamente. E, no BBB, consegue. Todos os caminhos levam ao mesmo lugar. Aos outros produtos do entretenimento, cabe encontrar, cada um à sua forma, essa rota.

 

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