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Game of Thrones

Review: Game of Thrones s06e07 – “The Broken Man”

Tullio Dias preparou o review de Game of Thrones s06e07 – “The Broken Man”. Confira agora tudo que aconteceu no episódio:

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Game of Thrones não cansa de deixar os seus fãs sorrindo de orelha a orelha nesta sexta temporada. Parece até que os produtores decidiram compensar o ritmo lento do ano anterior para injetar doses pesadas de emoções e adrenalina nas TVs dos telespectadores.

Em “The Broken Man”, sétimo episódio, os produtores continuaram no clima de preparação que tomou conta do capítulo na semana passada, mas adicionaram surpresas, revelações e um inesperado retorno que parece levantar uma teoria discutida em um dos hanGOTS, nosso programa semanal no YouTube. A Path Torres comentou sobre a possibilidade do Cão ser o escolhido do Alto Pardal para participar do julgamento por combate de Cersei. Ou seja, ele lutaria contra o próprio irmão.

A aparição do Cão queimado mais feio de Westeros foi uma surpresa enorme. Primeiro porque tudo aconteceu como uma introdução, antes mesmo da abertura de Game of Thrones. Segundo porque  nós todos estamos fazendo aposta para descobrir quando Gendry irá parar de remar e reaparecer na série… De qualquer maneira, o título do episódio é uma referência direta a ele e por conta dessa “importância”, parece possível considerar a chance desse confronto realmente acontecer.

Falando na abertura, repararam que ela foi bem diferente essa semana? Além da arte com os mapas apresentar animações inéditas, ainda tivemos uma ligeira modificação no tema musical. Qual o motivo disso, afinal? Como disse a minha amiga Luiza Tomanigni, até mesmo a fotografia sempre escura recebeu um brilho especial. Será que o Cão terá um papel maior nessa guerra que está por vir?

A união de Sir Davos à causa de Jon Snow e Sansa Stark apresentou bons frutos. Os dois jovens são inexperientes demais para conseguirem comover outros para a sua luta, ao contrário de Davos. O discurso dele para conseguir a ajuda da pequena casa Mormont (e seus 62 homens) é um dos detalhes políticos que diferenciam Game of Thrones de outras séries. Não existe outra obra que misture lobos, gigantes, feiticeiros, guerreiros, dragões, zumbis e política. E nudez, claro. Importante.

Jaiminho recebeu a sua missão de ajudar na recuperação de Correrio. Que incrível a sequência em que o Regicida confronta o lendário Peixe Negro. São dois homens fortes e importantes, mas que estão dispostos a tudo para cumprir as suas ordens e/ou convicções. A experiência de Jaime em combate não será o suficiente para vencer a estratégia de quem conhece bem o seu ambiente de combate e está disposto a lutar por até dois anos antes de morrer de fome. Teremos episódios épicos nas próximas semanas…

Por último, que alívio ter a confirmação que pau que nasce torto nunca se endireita: Margeary não sofreu nenhuma lavagem cerebral e está fingindo para conseguir a confiança do Pardal. Por mais que eu não goste da Cersei, estou torcendo pelo momento em que ela mandará o zumbi enorme dela exterminar com o velhote. Quero sangue. Como não faltou na tentativa de assassinato da pequena Arya. Curioso o paralelo de ver o Cão voltando tão bem e a jovem Stark morrendo de tanto sangrar pelos cantos da cidade…

Muito reconfortante aguardar a semana inteira com tanta expectativa pelo próximo episódio e saber que a série consegue superar as nossas previsões mais otimistas. Entramos agora na reta final com apenas mais três episódios antes do fim do sexto ano. Não sei vocês, mas eu estou gostando pra caralho.

Assista ao hanGOT #7 com Tullio Dias e Path Torres discutindo o episódio “The Broken Man”:

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Game of Thrones

Review: Game of Thrones s01e10 – “Fire and Blood”

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review game of thrones s01e10

Em 19 de junho de 2011 era exibido na HBO Game of Thrones s01e10 – “Fire and Blood”, o último episódio da incrível temporada de estreia da adaptação da obra de George Martin. A qualidade era inquestionável e bastaram nove episódios para conquistar uma verdadeira legião de fãs, e eu era um desses.

Mesmo sem ter a menor ideia do quanto a série se tornaria popular, já estava claro que GoT conquistaria um espaço na história da televisão. Era incomum ver algo tão grandioso, com tantos cuidados técnicos na TV. Game of Thrones era a autêntica representação do cinema em casa. A HBO não poupou esforços para provar que televisão não era mais um entretenimento bobo e descartável diante a magnitude cinematográfica. Game of Thrones mudou para sempre a história e nós somos privilegiados por acompanhar isso desde o começo.

A notícia da morte de Nedd chega para todos os reinos. Em Winterfell, após Bram e Rickon dividirem o mesmo sonho premonitório, o Meistre revela a triste perda; Jon Snow mais uma vez tenta deixar a Muralha e é impedido pelos seus amigos; e Robb é proclamado o Rei do Norte pelos seus soldados, num posicionamento de que eles iriam cuidar das suas próprias terras sem depender de mais ninguém.

Para evitar que Arya seja assassinada, um dos últimos aliados de Nedd corta o cabelo da pequena e a obriga a usar o nome de Arry durante a longa viagem até a Muralha, onde ela encontraria seu irmão Jon Snow e poderia ir para o Norte em segurança.

Em mais um diálogo épico, Varys e Mindinho duelam verbalmente sobre o reino e seu respeito mútuo um pelo outro. Já falei isso em outras ocasiões, mas de fato são dois dos personagens mais complexos de toda a história da série.

Cumprindo o combinado, no episódio passado descobrimos que Khaleesi pagou um preço alto por tentar intervir nas agressões que as escravas sofriam nas mãos dos Dohtraki. Além da morte de Khal Drogo e de uma tentativa desesperada de apelar para a magia negra para evitar a morte do amado, a loira descobre que perdeu o próprio bebê. Aparentemente, ele nasceu já morto e com uma aparência monstruosa.

Tomada pelo ódio, e consciente de quem ela realmente é, Khaleesi ordena que amarrem a bruxa feia numa fogueira junto dos seus três ovos de dragões e do corpo de Khal Drogo. Contrariando Sir Jorah Mormont, a própria Targaryen entra na fogueira. O telespectador se arrepia pensando num possível suicídio, mas logo fica claro que podemos esperar bem mais de Khaleesi, especialmente depois que o fogo cessa e ela está nua cercada por três pequenos dragões.

Dragões, bicho.

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Game of Thrones

Review: Game of Thrones: s01e09 – “Baelor”

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review game of thrones s01e09

Game of Thrones s01e09, “Baelor”, é até hoje um dos episódios mais chocantes de toda a história da série. É aquele que você ficou de queixo caído pela primeira vez se perguntando se aquilo realmente aconteceu. “Bicho, eles mataram o protagonista?

Com uma das melhores cenas de morte em Game of Thrones de todos os tempos, “Baelor” eleva a tensão no público e na proximidade de um confronto imenso entre todos os sete reinos. As emoções estão na flor da pele.

Antes de ser preso, Nedd descobriu que Robert não teve nenhum filho com Cersei. Joffrey, Myrcella e Tommem seriam bastardos da rainha com seu irmão. Com essa informação e tomado pela sua ética (vamos falar sobre isso), ele envia uma carta para Stannis Baratheon, aquele que realmente merecia o trono.

O que Game of Thrones ensina nessa sua reta final é que ter ética ou querer fazer a coisa certa nem sempre é a opção mais inteligente. Na verdade, agir corretamente muitas vezes significa perder oportunidades e colocar sua vida/relações/carreira em risco. Quando lidamos com forças maiores ou dispostas a qualquer coisa para ter o que desejam, é necessário se resguardar e saber quando agir. Nedd foi picado pelo mosquito da integridade e se fodeu. Muitas pessoas seguem o mesmo caminho na vida real. A maioria, obviamente não tem a cabeça decepada (pelo menos literalmente), mas pagam por acharem que fazer a coisa certa garante sua noite de sono.

Cersei Lannister não tem escrúpulos, mas tem noção de até onde pode ir. Ela sabia perfeitamente que a melhor saída para todos seria exilar Nedd para a Muralha. Isso evitaria uma guerra com o Norte. No entanto, seu filho bastardo, mesmo prometido para Sansa Stark, não compartilha essas noções de limites. Num ato impulsivo, o loirinho psicótico ordena que arranquem a cabeça de Nedd.

Isso choca todos os seus conselheiros, e principalmente a sua mãe, que tenta convencê-lo a não fazer isso. Até Mindinho fica um pouco surpreso e apreensivo. Decidido, Joffrey não muda de ideia e um único golpe da espada do açougueiro do reino sela todo o destino dos sete reinos. Agora, definitivamente, não há mais espaço para rendições ou negociações. Não há mais chance de ofertas de paz. Existe apenas o desejo de vingança contra o de proteção.

O paralelo curioso é que, completamente alheios ao que acontece em Kings Landing, Robb e suas tropas comemoram a “vitória” na primeira batalha contra os exércitos dos Lannister e a captura de Jaiminho. Engraçado como a série dá ao público um gostinho de vitória para nossos “heróis” para logo depois mostrar que toda alegria dura pouco.

Vou deixar pra falar sobre a morte de Khal Drogo no texto de semana que vem, mas não posso encerrar sem comentar uma das cenas mais pessoais de Tyrion Lannister até hoje. Num bate-papo íntimo com Bron e Shae, sua amante, o anão revela como foi sua primeira história de amor e como isso o mudou para sempre.

Tyrion se apaixonou por uma mulher que estava sendo atacada por um grupo de mercenários. Com a ajuda do irmão, impediu que o pior acontecesse e começou a viver uma história de amor. Perdeu sua virgindade e timidez, decidiu se casar, mas sua felicidade foi interrompida quando o pai descobriu. Twynn obrigou o filho a assistir enquanto vários homens estupravam sua esposa. Para completar, ainda revelou que tudo havia sido uma armação de Jaime para Tyrion transar: a mulher seria uma prostituta…

Tyrion compartilhando isso mostra o quanto ele sofreu ao longo de sua vida e os motivos de sua relação com Twynn ser tão tóxica. Também explica o seu apego imediato a figura interesseira e manipuladora de Shae, uma mulher realmente perigosa emocionalmente falando e desprovida de qualquer amor que não seja por ela mesma.

Legal mesmo de toda essa ideia louca de falar da série inteira é oferecer mais conteúdo para os fãs da série que buscam por textos sobre os episódios antigos, que poucos portais e/ou blogs dedicaram espaço na época. Nesse caso, quero destacar e parabenizar a turma do MundoBla, que falou da 1ª temporada com a perspectiva de quem estava acompanhando a história sendo feita e sem ter como imaginar o fenômeno que Game of Thrones seria.

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Review: Game of Thrones s01e08 – “The Pointy End”

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review game of thrones s01e08

Em Game of Thrones s01e08, “The Pointy End”, o caos começa a se formar lentamente. Os eventos da acusação contra Nedd e a sua prisão, causam as primeiras grandes reviravoltas na trama da série.

Decidido a atacar os Lannisters para resgatar o pai, Robb reúne as tropas do Norte para iniciar um ataque. Primeiramente, o jovem lobo enfrenta desconfianças e desprezo de seus companheiros – algo que o acompanharia durante muito tempo.

Mas Robb não é idiota e deixa isso claro quando anuncia para um soldado rival que irá atacar em determinado lugar e o deixa ir embora com essa preciosa informação para o desespero de todos – que mal imaginavam que era tudo parte de um grande plano estratégico para conseguir combater os exércitos de Twynn e Jaiminho Lannister.

Com a prisão de Nedd, a vida de suas filhas em Kings Landing passa a correr grande perigo. Enquanto os aliados do norte são massacrados covardemente, incluindo a pobre ama de Sansa, Arya e seu professor de “dança” se vêem diante um conflito contra Montanha e seus soldados. Lógico que isso não poderia acabar bem, mas a pequena consegue escapar e fugir.

Na sua cela escura e solitária, Nedd recebe a visita de Varys. O eunuco sempre foi dúbio em suas ações e eu desconfiava bastante dele nessa época. Durante a revisão percebemos que suas ações misteriosas tinham a intenção de lutar pelo melhor para o Reino, sem que isso significasse um desejo de ocupar o trono de ferro, como é o caso de Mindinho.

Já Jon Snow recebe a notícia da suposta traição do pai e fica pistola da vida depois de ser provocado por Thorne – que desde cedo foi um cara bem cuzão na série. Após tentar agredir seu superior e levar uma bronca de Lord Mormont, o bastardo é levado para seus aposentos para “pensar” sobre o que fez.

Fantasma começa a ficar agitado e a série nos presenteia com a primeira vez que um personagem principal luta contra um dos zumbis. Jon salva a vida de Mormont durante a luta contra esse adversário inesperado.

Tyrion finalmente chega até a concentração do exército do seu pai e o público não tarda a descobrir como é a relação entre os dois. O anãozinho é completamente desprezado e ainda é obrigado a servir no front da batalha, ou seja, junto dos soldados que são os primeiros a morrer. Isso que é amor de pai, né?

Por último, mas não menos importante, do outro lado do mundo, Khaleesi descobri o apetite voraz e selvagem dos Dohtraki e tenta impedir um estupro. Isso causa revolta nos soldados de Khal Drogo, que acaba sendo desafiado por um de seus soldados. Durante o combate, Drogo é ferido, mas arranca a língua do seu adversário numa nova sequência chiliquenta.

Hoje, tantos anos após conhecer a série e o personagem, não consigo manter a mesma admiração por Drogo. Ele provavelmente seria um adversário letal contra qualquer outro que cruzasse o seu caminho, mas a falta de inteligência em suas ações é perturbadora. Teria sido incrível uma luta dele contra o Montanha, Lady Brienne ou até Jon Snow. A força da sua turma está no conjunto de homens nascidos para a guerra, mas sabemos que estratégia faz toda a diferença no final das contas.

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Bombando!