Review: Demolidor s02e08 – “Guilty as Sin”

Guilty as Sin Demolidor
CARACA, VÉI!!!!!!!

O que foi o final deste episódio? Melhor gancho da série e o tipo de coisa que praticamente nos obriga a parar tudo para continuar assistindo. Infelizmente não funciono muito bem assistindo a vários episódios para depois vir escrever. Minha maratona envolve assistir e escrever. E assim a banda toca.

“Guilty as Sin” começa exatamente no ponto em que o episódio anterior terminou, mas sofre com um uso desnecessário de Deus Ex Machina com a intervenção de Stick justamente na hora em que Elektra e Demolidor estão prestes a serem assassinados pelos ninjas silenciosos que vivem num buraco. Or something.

O julgamento de Castle continua firme e com belos momentos, como o depoimento de um oficial do exército que serviu junto dele. Me diverti com a forma como esse depoimento funcionou bem para a defesa ao ponto da promotoria levar uma “porrada” épica, que obrigou Reyes a dizer que não tinha mais perguntas. Foggy requisita a presença de Matthew para participar do depoimento do próprio Castle, mas graças à interferência de algum elemento desconhecido, todos os esforços de Foggy são destruídos e o Justiceiro passa a se declarar culpado e bem longe de se arrepender de ter matado as suas vítimas. O motivo para isso é logo desvendado e é a melhor surpresa da temporada até então.

Parecia improvável que acontecesse algo assim e justamente por isso que foi tão bom. A partir do momento em que Frank caminha pelos corredores da prisão em direção à sala de ginástica, já dava para tentar imaginar QUEM estaria lá. Ver o careca Wilson Fisk novamente e contracenando com Castle foi arrepiante. Especialmente porque nos faz imaginar o que foi dito para convencer Castle a encontrar com um dos maiores terroristas já vistos em Hells Kitchen.

Mais um episódio para figurar no ranking de melhores da temporada, “Guilty as Sin” começa a colocar as peças do tabuleiro em ação para desenvolver o encerramento desse segundo ano de Demolidor. Aparentemente teremos uma reta final eletrizante.

Tullio Dias

Dizem que sou legal, mas eles estão mentindo só para me agradar. Gosto de Molejo, acho Era Uma Vez no Oeste uma obra-prima, prefiro baixo de quatro cordas do que os de cinco, tenho um MBA de MKT Digital e um curso de Publicidade, não tenho filhos, não tenho um coração, mas me derreto por caipirinhas.