Review: The Walking Dead s07e15 – “Something they Need”

Ai cacete de agulha!

Faltando apenas mais uma semana para a série encerrar a sua sétima temporada, The Walking Dead s07e15 – “Something they Need” é um daqueles momentos arrepiantes em que todas peças se encaixam no seu devido lugar, após semanas de episódios mais lentos e bastante criticados pelos fãs.

O arco central da história é concentrado na ação estratégica de Rick e os outros sobreviventes para invadir Oceanside e levar as armas na tora. Tara é obrigada a quebrar a sua promessa e diz se sentir mal por isso, mas acaba voltando para a comunidade para tentar resolver o problema todo com os Salvadores.

Gostei da maneira como os sobreviventes se organizaram para chamar a atenção de Oceanside e como se uniram todos para lutar contra os Walkers. Ainda é incerto saber se as mulheres se unirão a Rick na batalha, porém existe uma grande chance disso acontecer com pelo menos três delas.

A série optou por “pular” certas coisas, como todo o papo de Rick e Tara sobre Oceanside e o que aconteceu exatamente depois da fuga de Rosita ou a tentativa Kamikaze de Sasha em matar Negan. No primeiro caso, bem inteligente. Poupou o público de uma lenga-lenga e partiu para a ação (veja aqui a importância do roteiro investir nas firulas e enrolação, já que quando isso não acontece é facilmente perceptível e pode gerar reclamações – ou seja, a gente quer é reclamar de tudo), mas eu queria ter visto como Sasha se deu mal. Ainda acredito na pequena chance de descobrirmos como Rosita e Dwight se encontraram, só que não duvidaria da série deixar isso de lado.

Por fim, Negan revela ter conhecimento do plano de Rick para atacar o Santuário e planeja levar Sasha como moeda de troca. O que ele não sabe é que Sasha provavelmente ainda tem um plano e não se entregará para nada que não seja a sua própria morte. O que acham? Semana que vem tem mais!

the walking dead s07e15

Tullio Dias

Dizem que sou legal, mas eles estão mentindo só para me agradar. Gosto de Molejo, acho Era Uma Vez no Oeste uma obra-prima, prefiro baixo de quatro cordas do que os de cinco, tenho um MBA de MKT Digital e um curso de Publicidade, não tenho filhos, não tenho um coração, mas me derreto por caipirinhas.