o livro do amor curiosidades

Justin Timberlake e Jessica Biel juntos? Descubra como o casal tentou salvar este drama indie que foi massacrado pela crítica.

Nem sempre um elenco estelar e uma trilha sonora de peso garantem o sucesso de crítica. O Livro do Amor (2016) é uma obra curiosa: nasceu com um título poético, sobreviveu a trocas de elenco de última hora e marcou a estreia de um astro da música em uma nova função.

Aqui estão os bastidores e curiosidades que tornam esse drama indie uma peça peculiar na história recente de Hollywood:


Do “Lixo” à Trilha Sonora de Luxo: 5 Curiosidades sobre O Livro do Amor

1. Um Negócio de Família (e Música)

Este filme foi um projeto extremamente pessoal para Jessica Biel. Além de atuar como Penny, ela foi a produtora principal através de sua empresa, a Iron Ocean Films. Para fechar o pacote “família”, Biel convocou seu marido, o astro Justin Timberlake, para ser o compositor e supervisor musical. Esta foi a primeira vez na carreira que Timberlake compôs uma trilha sonora instrumental (score) completa para um longa-metragem. Ele ainda gravou um cover (não creditado oficialmente nos vocais) da música “The Book of Love”, da banda The Magnetic Fields.

2. A Troca das Estrelas

O projeto original, que se chamaria The Devil and the Deep Blue Sea, tinha uma cara bem diferente. Originalmente, o papel de Henry (Jason Sudeikis) seria de Jeffrey Dean Morgan (o Negan de The Walking Dead), e a jovem Millie seria vivida por Chloë Grace Moretz. Ambos tiveram conflitos de agenda e foram substituídos por Sudeikis e Maisie Williams (a Arya Stark de Game of Thrones). Moretz, no entanto, recebeu um agradecimento especial nos créditos finais.

3. A Coincidência Macabra no Obituário

Há um detalhe técnico no filme que beira o misticismo ou o excesso de realismo. Em uma das cenas, aparece um formulário de obituário da personagem Penny, vivida por Jessica Biel. A data de nascimento listada no documento é exatamente a mesma data de nascimento real da atriz: 3 de março de 1982. Um easter egg que deu um toque de autenticidade (meio sombria) à produção.

4. Maisie Williams e o Sotaque Desafiador

Recém-saída do sucesso global de Game of Thrones, Maisie Williams teve que abandonar seu sotaque britânico para interpretar Millie, uma garota de rua americana com um passado difícil. A crítica ficou dividida sobre o filme, mas a química entre o humor melancólico de Sudeikis e a energia rebelde de Williams foi um dos pontos que salvou a obra de um esquecimento total.

5. O Massacre da Crítica vs. O Charme de Tribeca

Embora tenha sido aplaudido em sua estreia mundial no Festival de Tribeca em 2016, o filme enfrentou um verdadeiro massacre quando chegou ao circuito comercial. No Rotten Tomatoes, ele ostenta uma nota amarga de 8%, com críticos chamando-o de “excessivamente sentimental”. No entanto, para os fãs de dramas que buscam uma trilha sonora envolvente e uma história sobre cura e amizade improvável, ele se tornou uma pequena joia cult escondida no catálogo do Prime Video.