O que acontece no final do Volume 1 da quinta temporada de Stranger Things
Após um salto de 18 meses, todo mundo ainda tem a mesma missão: achar e matar Vecna. Na “crawl” mais recente, Holly Wheeler é levada por um Demogorgon, o que joga El e Hopper numa incursão ao Invertido e revela o que Dr. Kay e os militares escondem. Nancy/Jonathan/Steve/Dustin entram no Invertido seguindo pistas da Holly e encontram uma “parede carnuda” circular cercando o Hawkins Lab. Em Hawkins, Mike/Lucas/Will/Joyce/Robin/Murray tentam reunir as crianças que Vecna quer recrutar — e então vem a bomba: Will manifesta poderes à la Vecna.
Will com poderes: como isso é possível?
No clímax, os olhos do Will ficam brancos e ele para e mata telecineticamente três Demogorgons em lugares diferentes, salvando Mike, Robin e Lucas. Ele sangra do nariz — o “selo” de esforço psíquico da série. Não é que ele “despertou” como cobaia; o Volume 1 brinca com a ideia de que o Will hackeia a colmeia, usando a antiga conexão com Vecna para copiar a telecinese do vilão e até ver através de monstros. Em termos de tática para o Volume 2, isso muda o tabuleiro: Will vira radar, disruptor e canhão psíquico.
Por que Vecna sequestra Holly e outras crianças
Vecna revela que escolheu o Will em 1983 por ser “fraco e controlável” e agora repete o padrão: adota a persona “Mr. Whatsit”, ganha a confiança de crianças “quebradas”, aprisiona e reconfigura mentes para marchar o mundo à sua imagem, começando por Hawkins. Só que Holly tem Max como aliada na paisagem mental, e El/Will agora são um contra-feitiço a esse plano.
Kali (008) está de volta — e nas mãos do Exército
No episódio “Sorcerer”, Kali reaparece capturada em um laboratório militar no Invertido. Cabeça raspada, tudo indica experimentação/arma. Os militares conseguem anular a El com ondas pulsantes — a “kriptonita” citada por ela — possivelmente desenvolvida a partir da Kali. Implicação: El + Hopper terão de lidar com Kali no Volume 2, seja como peça do inimigo, seja como aliada relutante.
Onde a Max esteve desde a “morte”
Max confirma que morreu no fim da T4, mas “acordou” na Rainbow Room, puxada por algo — e ficou presa no labirinto das memórias do Henry. Em visitas à beira do leito, Lucas quase a alcança: “Running Up That Hill” abre um portal de saída, mas a música cessa e a passagem fecha. Max se esconde numa caverna mental onde Vecna não entra. Com Holly agora lá dentro, existe parceria para enganar o vilão e achar uma rota de volta.
A missão no Invertido: o “muro” ao redor do Hawkins Lab
Steve/Dustin/Nancy/Jonathan percebem que a “parede” é um anel orgânico com o Lab no centro — provável coração energético/origem do fenômeno. Eles miram o Lab como alvo de investigação e possível atalho até Holly — ou pelo menos para entender a função desse cinturão de matéria.
O que o final do Volume 1 prepara para o Volume 2
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Will “sorcerer”: usar e sustentar os poderes sem virar marionete de Vecna será o dilema.
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Holly: ainda desaparecida e cercada de outras crianças — o tempo trabalha a favor do vilão.
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Militares em frangalhos: menos “interferência oficial” significa mais espaço para o plano dos heróis… e mais perigo cru.
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El + Hopper + Kali: triângulo explosivo; Kali pode ser bomba-relógio narrativa e tática.
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Max: tende a ser peça ativa no resgate da Holly por dentro da mente de Vecna.
Calendário:
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Volume 2 (Eps. 5–7): 25 de dezembro (Natal)
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Volume 3 (Ep. 8 – final da série): 31 de dezembro
Perguntas que o Volume 2 precisa responder
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O muro orgânico é bateria, barreira ou alambique de Vecna?
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Will consegue replicar outros truques (portais, estrangulamento mental) sem colateral?
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Kali é antagonista, refém ou ponte para quebrar a “kriptonita” da El?
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Max volta com sequelas — ou vira chave para desatar a colmeia?
Em uma linha: o Volume 1 arma o xeque: Vecna escala o recrutamento, Will sobe de classe, Max joga por dentro e Kali reabre feridas. O mate fica para o Natal.
E é isso.

