Será que vale a pena ver o filme da sessão da tarde hoje? Se você curte drama esportivo que mistura amizade, pressão, fama precoce e aquela sensação de “caramba, esse garoto já nasceu com câmera apontada”, então sim: segunda, 26/01/2026, às 15h25 (Brasília), a Globo coloca em quadra Shooting Stars – A Vida de LeBron James — dirigido por Chris Robinson.
📽️ Sobre o que é Shooting Stars – A Vida de LeBron James?
Aqui não é “LeBron lenda consolidada”. É LeBron adolescente, em Akron, Ohio, quando ele e os amigos (o núcleo que o filme trata como “Fab Four/Fab Five”) jogam juntos desde crianças e começam a transformar o basquete escolar num evento nacional. A parada cresce rápido: vitórias, expectativa, mídia, gente pedindo selfie antes mesmo de existir “modo selfie”.
O coração do filme não é só a ascensão do talento — é o grupo: amizade como tática defensiva contra o mundo, treinador tentando manter humildade e um garoto que descobre cedo demais que “sonho” também vem com cobrança embutida.
🎯 Para quem é?
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Pra quem gosta de drama esportivo com vibe “origem do herói”, tipo Coach Carter (energia de disciplina) e Friday Night Lights (pressão comunitária), só que no universo do basquete e da fama prematura.
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Pra quem curte histórias de amizade masculina sem vergonha de ser sentimental: a ideia é “ganhar junto ou desandar junto”.
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Pra quem acompanha NBA e gosta da mitologia do “antes do mito”.
Evite se: você quer só jogo e enterrada a cada 30 segundos. Isso aqui é mais “vida fora da quadra” do que mixtape de highlights.
🎬 Quem está no elenco?
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Mookie Cook como LeBron James (o peso de carregar um futuro inteiro nos ombros, com 17 anos).
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Caleb McLaughlin como Dru Joyce III (sim, o Lucas de Stranger Things jogando no modo “melhor amigo que organiza o caos”).
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Wood Harris como Coach Dru Joyce II (figura paterna/treinador com voz de “vamos baixar a bola… sem baixar a ambição”).
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Dermot Mulroney como o técnico Keith Dambrot.
🔍 Veredicto: Shooting Stars é bom?
É um filme que joga no seguro — mas com coração. Não espere um tratado psicológico nem uma revolução do gênero. O que ele entrega é uma história bem montada sobre fama precoce, lealdade e o custo de transformar adolescência em vitrine.
E tem um charme curioso: a sensação de que o filme está tentando capturar o instante exato em que um garoto deixa de ser “promessa” e vira propriedade pública. Assistir é como ver o trailer do seu futuro passando no telão… enquanto você ainda está tentando passar em matemática.
Vale o play na sessão da tarde hoje? Vale — principalmente se você curte esporte com drama humano e aquela nostalgia de “quando tudo começou”, antes do marketing virar armadura.

