Quer saber o que acontece no final de Quando o Telefone Toca?
O K-drama da Netflix arma um ringue emocional entre passado e presente: o porta-voz presidencial Baek Sa-eon (Yoo Yeon-seok) e Hong Hee-joo (Chae Soo-bin) encaram sequestros, impostores e segredos de família daqueles que fariam o roteirista de Makjang pedir água. O episódio final não deixa pontas soltas: resolve mistérios, pune culpados e responde à pergunta que interessa — o amor sobrevive?
Sinopse rápida
Após o sequestro de Hee-joo, Sa-eon a resgata — mas some do mapa ao descobrir um pecado mortal do pai, o todo-poderoso Chairman Baek Jang-ho. Paralelamente, a trama dos órfãos assassinados revela um passado monstruoso do Sa-eon real (o “substituído”). No fim, vilões vão a julgamento, máscaras caem e o casal precisa decidir se recomeça… ou vira fantasma um na vida do outro.
Final explicado Quando o Telefone Toca: como acaba?
Vamos lá.
-
Por que Sa-eon desaparece? O sequestrador sussurra a bomba: o pai de Sa-eon mandou executar o “acidente” que matou o irmão de Hee-joo (testemunha do Sa-eon real escondido). Devastado e culpado, Sa-eon se auto-exila em Argan.
-
Hee-joo não aceita. Ela o rastreia até Argan, esfrega realidade na cara do melodrama e o traz de volta.
-
Quem matou os órfãos? O Sa-eon real, sociopata em formação: começou com peixe, passou para gatos e culminou em crianças do orfanato do Sang-woo. O avô Jang-ho encobria tudo (com o lacaio Jung Sang-hoon) até tentar afogar o neto. Ele sobrevive, recupera memórias e parte para a vingança.
-
Park Do-jae, o Judas inesperado. Amigo de confiança de Sa-eon, ele se alia ao sequestrador — um dos órfãos mortos era seu irmão gêmeo. Do-jae chega a empurrar Hee-joo de um penhasco. É preso, cumpre pena e, num twist de perdão pragmático, volta a trabalhar para Sa-eon (que entende a origem do ódio, sem esquecer o crime).
-
Shim Kyu-jin (a sogra incendiária). Ao saber que Jang-ho matou seu filho, ela o sufoca e depois mantém o Sa-eon real em cárcere “protetivo”. Para achar Hee-joo, Sa-eon expõe o vídeo do parricídio; Kyu-jin é condenada e pede pena de morte quando descobre que o filho foi morto.
-
O casal, afinal? Após o resgate e o luto pelo passado, Hee-joo e Sa-eon reatam, casam-se novamente e escolhem a vida ordinária — exatamente o que parecia inalcançável no episódio 1.
Qual o significado de Quando o Telefone Toca
O drama bate na tecla de que culpa herdada não vira sentença perpétua — a escolha, sim. Sa-eon tenta pagar o preço do pai com autoexílio; Hee-joo recusa o martírio e impõe responsabilidade e presença. A série também desmonta o fetiche da “substituição perfeita”: poder encobriu crimes, mas afeto de verdade não se terceiriza.
Perguntas que você jogou no Google, provavelmente
Por que Sa-eon foi embora depois de salvar Hee-joo?
Porque descobre que o pai orquestrou a morte do cunhado. O sumiço é autopunição — e o roteiro mostra que autopunição não cura ninguém.
Quem estava por trás dos assassinatos dos órfãos?
O Sa-eon real, com cobertura do avô. São crimes em série escalonados, do sadismo “doméstico” à eliminação de crianças.
O que acontece com Park Do-jae?
É preso por cúmplice no sequestro/atentado. Cumpre pena e retorna ao círculo de Sa-eon — perdão sem amnésia, porque justiça já foi feita.
E com Shim Kyu-jin?
Condenada por homicídio (do sogro). Ao saber da morte do filho, pede a pena de morte — a tragédia pessoal vira trilho sem volta.
Hee-joo e Sa-eon ficam juntos de vez?
Sim. Reencontro em Argan, reconciliação, novo casamento e modo “vida comum ativado”.
Vai ter 2ª temporada?
Pouco provável. O final amarra todos os arcos — vilões punidos, mistérios resolvidos e o casal no “felizes e quietos para sempre”.
e é isso

