Particularmente, eu assistiria feliz a quantos filmes mais ou menos repetidos Noah Baumbach e Greta Gerwig ainda quiserem fazer. O que não quer dizer que, daqui a alguns anos, conseguirei discernir um do outro em minhas lembranças.
Que Viva Eisenstein! Acaba funcionando melhor quando foca na dinâmica entre o protagonista e Alberti, transformando em um longa do subgênero coming of age apesar da idade adulta de seu personagem principal.